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Ele n?o tinha muito tempo, mas Pe. John Hilton escolheu prosperar com as promessas, inspirando milh?es e mudando vidas.
Minha jornada pela vida n?o tem sido muito tranq?ila, mas desde o momento em que decidi seguir a Cristo, minha vida nunca mais foi a mesma. Com a Cruz de Cristo diante de mim e o mundo atr?s de mim, posso dizer com firmeza: “N?o h? como voltar atr?s …”
Durante meus dias de escola na Universidade de? Bede em Mentone, senti um forte chamado interno. Tive ?timos mentores l?, incluindo o irm?o Owen, que inspirou e fomentou meu amor por Jesus. Com a tenra idade de 17 anos, entrei para os Mission?rios do Sagrado Cora??o. Ap?s 10 anos de estudo, incluindo um per?odo na Universidade de Canberra e um diploma de Teologia em Melbourne, fui finalmente ordenado.
Meu primeiro compromisso foi em Papua Nova Guin?, onde recebi uma base pr?tica para viver entre pessoas simples com um grande sentido de viver no momento presente. Mais tarde, fui enviado a Paris para estudar liturgia. Os estudos de Doutorado em Roma foram interrompidos por dores de cabe?a tensionais que me impediram de conclu?-los. E logo ficou claro que meu chamado n?o era ensinar no semin?rio. No meu retorno ? Austr?lia, envolvi-me no minist?rio paroquial e experimentei 16 par?quias em v?rios estados diferentes do pa?s. Fui revitalizado por meu envolvimento com dois movimentos fabulosos que nutrem e revivem o casamento e a vida familiar – Equipes de Nossa Senhora e Encontro de Casal.
Eu me senti contente. A vida estava indo muito bem. Mas, de repente, no dia 22 de julho de 2015, tudo mudou. N?o veio totalmente do nada. Nos ?ltimos seis meses, eu tinha visto sangue na urina em algumas ocasi?es. Mas agora eu n?o conseguia nem urinar. No meio da noite, fui para o hospital. Ap?s uma s?rie de testes, recebi not?cias alarmantes. Eu tinha sido diagnosticado com c?ncer de rins que j? havia atingido o quarto est?gio. Eu fiquei em estado de choque. Eu me senti isolado das pessoas normais. O m?dico havia me informado que mesmo com os medicamentos, eu s? poderia esperar viver mais tr?s anos e meio. N?o pude deixar de pensar nos filhos pequenos da minha irm?. Eu nunca veria essas crian?as charmosas crescerem.
At? a crise ocorrer, eu adorava rezar nas medita??es matinais, mas a partir de ent?o virou uma luta. Depois de um tempo, descobri uma maneira mais f?cil de meditar. Repousando diante da presen?a do Senhor, repeti um mantra inspirado por Dante, “Sua Vontade ? minha paz.” Essa forma simples de medita??o me permitiu restaurar minha paz e confian?a em Deus. Mas, ? medida que prosseguia meu dia normal, achei muito mais dif?cil. Muitas vezes me distra?a com pensamentos como ?n?o ficaria aqui por muito tempo …?
Ap?s tr?s meses de tratamento, foram feitos testes para verificar se a medica??o estava funcionando bem. Os resultados foram positivos. Houve redu??o significativa na maioria das ?reas, e fui aconselhado a consultar um cirurgi?o para remover o rim lesado. Senti aliviado porque no fundo da minha mente eu duvidava que a medica??o estivesse realmente funcionando. Ent?o, essa foi realmente uma ?tima not?cia. Ap?s a opera??o, recuperei-me e voltei a ser p?roco.
Desta vez, me senti com mais energia para a evangeliza??o. Sem saber por quanto tempo eu conseguiria fazer esse trabalho, coloquei todo meu cora??o em tudo o que fiz. A cada seis meses, testes eram feitos. Inicialmente, os resultados eram bons, mas depois de um tempo o rem?dio que estava tomando tornava-se menos eficaz. O c?ncer come?ou a crescer em meus pulm?es e nas costas, causando ci?tica e fazendo-me mancar. Tive que fazer quimioterapia e come?ar um novo tratamento de imunoterapia. Foi decepcionante, mas n?o foi uma surpresa. Qualquer pessoa que esteja em uma jornada com c?ncer sabe que tudo pode mudar. Voc? pode estar bem em um momento e no pr?ximo piorar.
Uma boa amiga minha, que ? enfermeira no departamento de oncologia h? muitos anos, me deu o melhor conselho: Continue vivendo sua vida da melhor maneira poss?vel. Tome caf? se voc? gosta de caf?, ou fa?a uma refei??o com amigos. Continue fazendo as coisas normais.
Eu adorava ser padre e ficava entusiasmado com as coisas maravilhosas que aconteciam em nossa par?quia. Mesmo que a jornada n?o fosse mais tranquila, eu ainda amava o que fazia. Sempre amava celebrar a missa e ministrar os sacramentos. ? algo que achava muito precioso e sempre fui grato a Deus por este grande privil?gio.
Eu tinha uma forte convic??o de que realmente precis?vamos fazer mais esfor?os para reverter o n?mero cada vez menor de pessoas que v?m para a Igreja, sendo proativos. Em nossa par?quia, procuramos tornar o domingo mais envolvente. Como sempre amei o lado contemplativo da nossa Igreja, quis criar um o?sis de ora??o e paz, trazendo um pouco do esp?rito mon?stico para a nossa par?quia. Portanto, todas as segundas-feiras ? noite, t?nhamos uma missa contemplativa ? luz de velas com m?sica contemplativa relaxante. Em vez de fazer um serm?o, lia uma reflex?o.
Uma das can??es que me tocava profundamente era um vencedor do GRAMMY ?10.000 raz?es (Bless the Lord) de Matt Redman. Sempre que cantava a terceira estrofe da m?sica, engasgava.
E naquele dia
quando minhas for?as est?o falhando.
O fim se aproxima
E minha hora chegou
Ainda assim minha alma ir?
louv?-lo intermin?velmente
Dez mil anos
E ent?o para sempre
Para sempre
Achei isso t?o comovente porque o que estamos tentando fazer ? louvar a Deus e desenvolver nosso relacionamento com Jesus. Apesar da minha doen?a, foi um dos momentos mais emocionantes da minha vida como padre. Isso me lembrou das palavras que Jesus disse: ?Eu vim para que tenham vida e a tenham em abund?ncia?. Jo?o 10:10
Late Father John Hilton Rate passed away on 22nd of September 2019 after a long and protracted fight with cancer. At the time of his death, Father Rate was the Parish priest at Henley Beach, Australia. The article is based on an inspiring talk shared by Father John Hilton Rate in the Shalom World program ?TRIUMPH?. To watch the episode visit: shalomworld.org/ show/triumph
Existe Sensibilidade Eucar?stica? Talvez esta hist?ria a respeito do Papa Jo?o Paulo II possa responder ? pergunta. Durante uma viagem ao Estado de Maryland, o Papa Jo?o Paulo II estava programado para passar por um corredor na resid?ncia do Arcebispo. Ao longo desse corredor havia uma entrada para a Capela onde o Sant?ssimo Sacramento estava reservado. O organizador papal garantiu que nada indicava que a porta conduzisse ? Capela, pois sabia que Jo?o Paulo II certamente entraria para fazer uma visita ao Senhor, fazendo assim desviar significativamente o cronograma. No dia da peregrina??o, o Papa Jo?o Paulo passou pela porta e parou. Ele acenou o dedo para o organizador, abriu a porta da Capela, entrou e ajoelhou-se para rezar. Um dos padres que testemunhou o evento comentou maravilhado: "Ele nunca esteve neste lugar antes, nunca p?s os olhos no lugar, e n?o havia nada na porta que a distinguisse de alguma forma como Capela. Era apenas mais uma porta em um corredor cheio de portas". Mas ele voltou para tr?s, abriu aquela porta, entrou na Capela e rezou". De sua intensa rela??o com a Eucaristia, surgiu o incr?vel dom da sensibilidade Eucar?stica. O Santo Padre nos ensinou uma li??o a respeito dos desejos de nosso cora??o. Quando nosso desejo ? grande, nossa consci?ncia e sensibilidade em rela??o ?quilo que desejamos aumenta muito. Oremos para que o Bom Deus nos ajude a crescer em nosso desejo por Ele e nos inspire a reservar tempo regularmente para passarmos a s?s com Ele no Sant?ssimo Sacramento.
Por: Shalom Tidings
MaisQuando jovem, no norte da Espanha, Francisco Xavier sonhava em fazer grandes coisas. Aos 19 anos e cheio de ambi??o, ele foi estudar em Paris, onde conheceu In?cio de Loyola. Um texto das Escrituras que In?cio gostava de citar teve um profundo impacto sobre Francisco: "Que aproveitar? a um homem ganhar o mundo inteiro e perder sua pr?pria alma?" Francisco levou essa passagem da Escritura ao cora??o e passou a compreender o vazio da grandeza terrena, ao mesmo tempo em que se sentia fortemente atra?do pelo amor ?s coisas celestes. A humildade da Cruz lhe pareceu mais desej?vel do que todas as gl?rias deste mundo. Com o tempo, ele fez os votos como um dos primeiros sete membros da Companhia de Jesus, ou Jesu?tas, fundada por In?cio de Loyola. Quando um dos dois jesu?tas escolhidos para viajar para a ?sia como mission?rio adoeceu, o Padre Francisco ofereceu-se alegremente para substitu?-lo. Francisco prosseguiu seu trabalho mission?rio com grande zelo. Durante uma de suas viagens, uma terr?vel tempestade aterrorizou tanto os marinheiros que eles pensaram no naufr?gio iminente.? Mas Francisco imediatamente tirou um crucifixo de seu peito e se inclinou sobre o lado do navio para tocar as ondas com ele.? No entanto, o crucifixo escorregou de sua m?o para o mar em f?ria.? Imediatamente, a tempestade cessou, mas Francisco ficou muito angustiado por ter perdido o ?nico crucifixo que tinha. No dia seguinte, ap?s desembarcar na costa de Malacca, Padre Francisco estava caminhando pela costa quando viu um caranguejo sair do mar segurando o crucifixo entre suas garras. O caranguejo caminhou diretamente at? Padre Francisco e parou a seus p?s. Francisco beijou a cruz e a prendeu ao peito. Ele ent?o se abaixou para aben?oar o caranguejo e, para seu espanto, notou uma cruz na parte de tr?s da concha do caranguejo. Esta hist?ria milagrosa foi retratada em uma faixa pendurada na Bas?lica de S?o Pedro durante a cerim?nia de canoniza??o de Francisco Xavier. Ainda hoje, todo caranguejo de Malacca ostenta a marca da cruz em sua concha, um sinal, talvez, do amor paternal de Deus por S?o Francisco Xavier, o maior mission?rio desde os tempos dos Ap?stolos.
Por: Shalom Tidings
MaisNaquele dia eu estava me sentindo desesperada e solit?ria, mas, mal sabia eu, algo especial estava prestes a acontecer? Quando o Papa Francisco declarou o ?Ano de S?o Jos?? a partir de 8 de dezembro de 2020, lembrei-me do dia em que minha m?e me deu uma bela est?tua deste grande santo que coloquei com profunda rever?ncia no meu canto de ora??o. Ao longo dos anos, rezei in?meras novenas a S?o Jos?, mas sempre tive a sensa??o inc?moda de que ele n?o estava realmente ciente de minhas ora??es. Com o passar do tempo, dei muito pouca aten??o a ele. No ano passado, um de meus amigos que tamb?m ? sacerdote me aconselhou a fazer uma ora??o de 30 dias a S?o Jos? que fiz junto com a Consagra??o de 33 dias a S?o Jos? (pelo padre Donald H. Calloway). No ?ltimo dia da consagra??o, eu n?o fazia ideia de que algo especial estava para acontecer na minha vida. Era um Domingo. Eu estava me sentindo muito deprimida, embora n?o seja absolutamente da minha natureza ficar triste. Mas aquele dia foi muito diferente. Ent?o, logo depois da Santa Missa, decidi ir ? Adora??o, buscando algum al?vio diante do Sant?ssimo Sacramento, pois tinha confian?a de que quem reza do fundo do cora??o sempre encontrar? consolo l?. AMOR ?EXCELSO No caminho, enquanto esperava no U-Bahn (a esta??o subterr?nea do metr? em Munique), por acaso notei uma senhora chorando incontrolavelmente. Fiquei profundamente comovida e quis consol?-la. Seus lamentos altos atra?ram a aten??o e todos estavam olhando para ela, o que adiou minha vontade de ir falar com ela. Depois de um tempo, ela se levantou para ir embora, mas deixou o cachecol para tr?s. Agora eu n?o tinha outra op??o a n?o ser ir atr?s dela. Quando devolvi o cachecol, eu disse a ela: ?N?o chore? voc? n?o est? sozinha. Jesus te ama e Ele quer te ajudar. Fale com ele sobre todos os seus problemas... Ele certamente a ajudar?.? Eu tamb?m lhe dei algum dinheiro. Ent?o ela me perguntou se eu poderia abra??-la. Eu estava um pouco relutante, mas deixei tudo de lado, dei-lhe um abra?o caloroso e toquei suavemente suas bochechas. Eu me surpreendi com esse ato porque naquele dia eu estava me sentindo muito vazia e abatida espiritualmente. E realmente posso dizer que o amor n?o veio de mim. Foi Jesus quem estendeu a m?o para ela! Finalmente, quando cheguei ? igreja Herzogspitalkirche para adora??o, implorei pela ajuda de Deus e por um sinal de que Ele est? no controle. Ao completar minha ora??o de S?o Jos? e a consagra??o, acendi uma vela em frente ? est?tua de S?o Jos?. Ent?o eu simplesmente perguntei a S?o Jos? se ele realmente se importava comigo, refletindo sobre por que ele nunca me respondeu. O GRANDE SORRISO No caminho de volta para o trem, uma senhora me parou na rua. Ela parecia ter 50 anos e essa foi a primeira e ?ltima vez que a vi, mas o que ela me disse ainda soa em meus ouvidos. Enquanto eu olhava para ela imaginando o que ela queria de mim, ela de repente exclamou com um grande sorriso no rosto ?Oh! S?o Jos? te ama tanto, voc? n?o faz ideia.? Fiquei perplexa e pedi que ela repetisse o que disse. Eu queria tanto ouvir isso de novo e a sensa??o que tive est? al?m das palavras. Naquele momento eu descobri que nunca estou sozinha. L?grimas de alegria rolaram pelo meu rosto quando eu disse a ela que estava rezando e pedindo um sinal. Com um sorriso fascinante, ela respondeu: ?? o ESP?RITO SANTO, minha querida?? Ent?o ela perguntou: ?Voc? sabe o que S?o Jos? mais ama em voc??? Eu olhei de volta para ela, confusa. Tocando minhas bochechas suavemente (exatamente como eu havia feito com a senhora no metr? mais cedo), ela sussurrou: ?? o seu cora??o suave e HUMILDE?. Ent?o ela foi embora. Eu nunca tinha visto essa simp?tica senhora antes ou desde ent?o, o que era incomum principalmente em nossas igrejas n?s nos conhecemos, mas ainda me lembro vividamente como ela era doce e cheia de alegria. Naquele dia eu me senti t?o desesperada que realmente precisava sentir que DEUS realmente me amava e cuidava de mim. Minhas preocupa??es foram postas de lado pela mensagem de S?o Jos?. S?o Jos? esteve comigo todos esses anos, embora muitas vezes eu o tivesse ignorado. Acredito firmemente que o incidente no metr? mais cedo naquele dia estava muito ligado ao meu pr?prio encontro com essa gentil senhora. Ela me deu uma palavra de conhecimento. O que quer que fa?amos pelos outros, fazemos para Jesus, mesmo que n?o tenhamos vontade de faz?-lo. Jesus fica ainda mais feliz quando sa?mos da nossa zona de conforto para alcan?ar os outros. Desde ent?o, busco a poderosa intercess?o do meu querido S?o Jos? todos os dias, sem falta!
Por: Ghislaine Vodounou
MaisComo uma mulher gentil e bondosa, Mary Zhu Wu era estimada por sua f? exemplar. Ela era m?e de quatro filhos e vivia com seu marido Zhu Dianxuan, um l?der da aldeia na aldeia Zhujiahe, na prov?ncia de Hebei, na China, em meados do s?culo XIX. Quando a Rebeli?o Boxer eclodiu e crist?os e mission?rios estrangeiros foram massacrados, a pequena aldeia recebeu cerca de 3.000 refugiados cat?licos de aldeias vizinhas.? O p?roco, Padre L?on Ignace Mangin, e seu colega jesu?ta, Padre Paulo Denn, ofereceram Missa di?ria e ouviram confiss?es durante todo o dia naquele per?odo conturbado. ?Em 17 de julho, cerca de 4.500 membros dos Boxers e do ex?rcito imperial atacaram a aldeia.? Zhu Dianxuan ?reuniu cerca de ?1000 homens para defender a aldeia e os conduziu em batalha.? ?Eles lutaram bravamente por dois dias, mas Zhu morreu quando o canh?o que tinham capturado saiu pela culatra.? Todos aqueles que foram capazes, fugiram da aldeia aterrorizados. No terceiro dia, os soldados entraram na aldeia e mataram centenas de mulheres e crian?as.? Cerca de 1000 cat?licos j? haviam se refugiado na igreja onde os sacerdotes lhes deram absolvi??o geral e se prepararam para uma missa final.? Apesar de sofrer pelo marido, Mary Zhu Wu permaneceu calma e exortou aqueles reunidos a confiar em Deus e rezar ? Sant?ssima Virgem Maria. Quando os soldados finalmente arrombaram a porta da igreja e come?aram a disparar aleatoriamente, Mary Zhu-Wu levantou-se com incr?vel coragem: ?Ela se posicionou com os bra?os estendidos na frente do Padre Mangin para proteg?-lo com seu corpo. Logo, ela foi atingida por uma bala e caiu no altar. Os Boxers ent?o cercaram a igreja e a incendiaram para matar os sobreviventes, com os padres Mangin e Denn queimando at? a morte quando o telhado da igreja desabou. At? seu ?ltimo suspiro, Mary Zhu Wu continuou a fortalecer a f? dos companheiros crentes e refor?ou sua coragem.? Suas palavras os estimularam a superar o medo e abra?ar o mart?rio. Por causa de sua poderosa lideran?a, apenas dois dos crist?os de Zhujiahe apostataram. Em 1955, o Papa Pio XII a declarou Beata, juntamente com os dois jesu?tas e v?rios outros m?rtires; todos foram canonizados pelo Papa Jo?o Paulo II em 2000.
Por: Shalom Tidings
MaisOs anjos s?o reais? Conhe?a a verdade aqui ... Freq?entemente encontramos anjos como mensageiros de Deus nas Escrituras. A Igreja Cat?lica reconhece os nomes de apenas tr?s anjos, todos pertencentes ao Coro dos Arcanjos. Cada ano a Igreja celebra a festa destes Arcanjos: Miguel, Gabriel e Rafael no dia 29 de setembro. S?o Miguel Arcanjo significa, ?Quem ? como Deus?. Ele ? o patrono de soldados, policiais e bombeiros. Tradicionalmente, Miguel ? referido como o Anjo da Guarda do povo de Israel e agora ? reverenciado como o Anjo da Guarda da Igreja. No livro do Apocalipse, Miguel ? o anjo que liderou as for?as do C?u para derrotar L?cifer / Satan?s quando ele se rebelou contra Deus. Aprendemos com as Escrituras e a Tradi??o que S?o Miguel tem quatro responsabilidades principais: combater Satan?s; acompanhar os fi?is ao c?u na hora da morte; ser um defensor de todos os crist?os e da Igreja; e chamar homens e mulheres da vida na Terra para seu julgamento celestial. S?o Gabriel Arcanjo significa, ?Deus ? Minha For?a?. Gabriel ? o Santo Mensageiro de Deus. Ele apareceu ao Profeta Daniel para explicar uma vis?o de Deus. Ele apareceu a Zacarias para anunciar que teria um filho, Jo?o Batista, e ele apareceu ? Virgem Maria na Anuncia??o. A tradi??o cat?lica indica que Gabriel foi o anjo que apareceu a S?o Jos? em seus sonhos. Deus confiou a Gabriel a entrega da mensagem mais importante da nossa f? cat?lica ? Virgem Maria. Ele ? o santo padroeiro dos mensageiros, trabalhadores de telecomunica??es e dos carteiros. S?o Rafael Arcanjo, significa ?Deus cura?. No livro de Tobit do Velho Testamento, Rafael ? creditado por expulsar o esp?rito maligno de Sara e restaurar a vis?o de Tobit, o que lhe permitiu ver a luz do C?u e receber todas as coisas boas por meio de Sua intercess?o. Rafael ? o santo padroeiro dos viajantes, cegos, enfermos do corpo, felizes encontros, enfermeiras, m?dicos e trabalhadores da sa?de. ANJOS AO NOSSO REDOR ?Familiarize-se com os anjos e contemple-os frequentemente em esp?rito; pois sem serem vistos, eles est?o presentes com voc?.? S?o Francisco de Sales. Voc? j? experimentou anjos protegendo voc? de perigos aparentes? ?s vezes, a pessoa sabe claramente que Algu?m veio em seu aux?lio. Muitos de n?s provavelmente j? percebemos que os anjos tem nos protegido e ajudado ?s vezes. Uma das minhas experi?ncias de anjos me ajudando est? gravada para sempre na minha mem?ria. Quando minha m?e estava sendo tratada de c?ncer, tivemos que fazer uma viagem de 240 milhas at? o centro de tratamento de c?ncer mais pr?ximo. Certo dia, a caminho de casa, enquanto dirigi?mos por uma rodovia secund?ria, meu carro come?ou a perder pot?ncia enquanto o motor come?ava a bater e fazer todo tipo de ru?do indicando que o carro estava prestes a morrer no local. Minha m?e estava exausta e se sentindo mal, ent?o eu sabia que poderia ser desastroso se par?ssemos ? beira da estrada no calor do ver?o. Comecei a rezar desesperadamente, pedindo aos santos anjos que viessem em nosso aux?lio, para manter o motor funcionando at? chegarmos em casa. Depois de rodar desarticulado ao longo de cerca de uma ou duas milhas, de repente o motor come?ou a suavizar, ganhar pot?ncia e funcionar sem problemas durante todo o caminho de volta para casa. Agradecemos a Deus por enviar anjos para nos ajudar. No dia seguinte, levei meu carro para a oficina mec?nica para fazer uma verifica??o. Para minha agrad?vel surpresa, o mec?nico n?o encontrou nenhum problema com o motor. Eu me senti grato e surpreso que nosso pr?prio anjo mec?nico havia consertado o carro para que funcionasse ainda melhor do que antes. ?O anjo do Senhor acampa em redor dos que o temem e os salva.? Salmo: 35: 7 Desde o momento em que Deus me criou, Ele me designou um anjo da guarda. ?Cada fiel ?? ladeado por um anjo como protetor e pastor para conduzi-lo ? vida.? CCC 336. Nossa vida ? cercada pela prote??o dos anjos e por sua intercess?o. A tarefa de nosso anjo da guarda ? nos levar para o c?u. Nunca saberemos, deste lado do C?u, quantas vezes fomos protegidos dos perigos por anjos ou quantas vezes eles nos ajudaram a evitar cair em pecados graves. ?Os anjos trabalham juntos para o benef?cio de todos n?s.? - Santo Tom?s de Aquino. N?o ? a toa que a Igreja Cat?lica comemora o dia 2 de outubro como um dia de festa para lembrar os Anjos da Guarda. Muitos santos tiveram o privil?gio de ver seu anjo. Santa Joana D'Arc (1412-1431) foi uma jovem chamada por S?o Miguel Arcanjo e outros santos para liderar e inspirar as for?as Francesas em numerosas batalhas militares contra os Ingleses durante a Guerra dos Cem Anos. Deus usou essa mulher corajosa para lutar em Seu nome. O Papa Le?o XIII que reinou durante a segunda metade do s?culo 19, teve uma vis?o de Satan?s e comp?s a seguinte Ora??o a S?o Miguel que ? recitada ap?s a Missa em muitas Igrejas hoje: ?S?o Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate. Seja nosso ref?gio contra a maldade e as ciladas do dem?nio. Que Deus sobre ele impere, e v?s, Pr?ncipe das mil?cias celestes, pelo poder Divino, precipitai no inferno Satan?s e todos os esp?ritos malignos, que andam pelo mundo para perder as almas. ?Am?m." Quando cantamos louvores a Deus, cantamos com os anjos. Em cada missa, somos levados direto para o c?u. "A Missa como o c?u na terra ... ? uma participa??o misteriosa na liturgia celestial. N?s vamos para o c?u quando vamos ? missa, e isso ? verdade em todas as missas que assistimos." ?Dr. Scott Hahn. Rei Celestial, V?s nos deu arcanjos para nos ajudar durante nossa peregrina??o na terra. S?o Miguel ? nosso protetor; Pe?o a ele que venha em meu aux?lio, luta por todos os meus entes queridos, e nos proteja do perigo. S?o Gabriel ? um mensageiro da Boa Nova; Pe?o a ele que me ajude a ouvir claramente Vossa voz e para me ensinar a verdade. S?o Rafael ? o anjo da cura; Eu pe?o a ele para levar minha necessidade de cura e de todos que eu conhe?o, levante-o ao Seu trono de gra?a e entregue-nos de volta ao dom da recupera??o. Ajude-nos, ? Senhor, a perceber mais plenamente a realidade dos arcanjos e seus desejos de nos servir. Santos anjos, rezem por n?s. Am?m.
Por: Connie Beckman
MaisEm uma tarde escaldante, ela caminhava na rua. N?o tinha nada para as crian?as do orfanato comer, ent?o ela foi pedir. Ao chegar a uma loja de ch? pr?xima, ela estendeu a m?o implorando ao lojista para dar algo para seus pobres filhos. O homem cuspiu na palma da m?o dela. Sem hesitar, ela limpou suavemente a m?o com a ponta do s?ri e estendeu a outra m?o. Ela falou em voz mais baixa ainda: ?Sou grata a voc? pelo que me deu. Eu pe?o que voc? n?o cuspa nesta m?o, mas d? algo para meus filhos. ? O lojista ficou surpreso com sua humildade. Ele pediu perd?o a ela e o incidente marcou uma tremenda mudan?a nele. A partir de ent?o, ele tornou-se um contribuinte generoso em benef?cio das crian?as do seu orfanato. A mulher vestida com um sari branco com borda azul era Madre Teresa de Calcut?. A humildade, segundo Santa Teresa de Calcut?, ? a m?e de todas as virtudes. Ela ensinou que ?se voc? for humilde, nada o atingir?, nem a exalta??o, nem a humilha??o, porque voc? sabe quem voc? ?. Se voc? for culpado, n?o ficar? desencorajado. Se te chamarem de santo, voc? n?o se colocar? em um pedestal .??Hoje em dia, a humildade ? freq?entemente mal compreendida. Alguns consideram isso como autodeprecia??o. Mas muitos santos entenderam que humildade ? a maneira de desenvolver uma boa auto-estima, por depender de Deus e n?o de si mesmo.Madre Teresa sofria de baixa auto-estima? Claro que n?o. Do contr?rio, como ela poderia ter ousado falar contra o aborto no National Prayer Breakfast em 1993, bem na frente do Presidente Bill Clinton, do Vice-Presidente Al Gore e de seus c?njuges??Muitas vezes confiamos em n?s mesmos, e isso se torna o maior obst?culo para nos aproximarmos de Deus. Ao revestir-se da virtude da humildade, Madre Teresa aproximou-se cada vez mais de Deus e tornou-se uma personifica??o viva do pronunciamento de Paulo: "Tudo posso naquele que me fortalece" (Filipenses 4:13).
Por: Shalom Tidings
MaisRaymund Kolbe nasceu em uma fam?lia agr?cola polaca pobre em 1894. Quando crian?a, ele tinha uma natureza t?o maliciosa que ningu?m teria imaginado que seria chamado de M?rtir da Caridade, Santo de Auschwitz, Fundador da Mil?cia Imaculada, Ap?stolo de Maria e Santo Padroeiro do s?culo 20! Um dia, sua m?e ficou t?o frustrada com seu comportamento que gritou com ele irritada: "Raymund, o que ser? de voc??!" Isto o sacudiu at? o ?mago. Cheio de tristeza, ele foi a uma Igreja e suscitou esta pergunta em ora??o: "O que ser? de mim?". Ent?o ele teve uma vis?o da Virgem Maria aparecendo-lhe com duas coroas nas m?os, uma branca e uma vermelha. Ela olhou para ele com amor e perguntou-lhe se ele gostaria de ter uma ou outra. Raymund respondeu: "Sim", ele queria as duas. A coroa branca da Pureza veio primeiro, quando ele tomou o nome de Maximiliano Kolbe e professou votos religiosos, um dos quais foi a Castidade. De volta ao semin?rio menor, ele dizia frequentemente aos seus colegas de classe que desejava consagrar toda a sua vida a uma grande ideia. Ent?o fundou a "Mil?cia da Imaculada" em 1917 com o objetivo de levar o mundo inteiro a Deus atrav?s de Cristo sob a dire??o geral de Maria Imaculada. Para cumprir esta miss?o ele sacrificou tudo, e isso o levou ? coroa vermelha do Mart?rio. Em 1941, Kolbe foi preso pela Gestapo e enviado para o campo de concentra??o de Auschwitz. Um companheiro de pris?o chorou por sua esposa e filhos ap?s ter sido arbitrariamente escolhido para ser trancado no bunker da fome quando um prisioneiro escapou. Ao ouvir isso, o Padre Kolbe se ofereceu para ficar em seu lugar. Durante aqueles dias terr?veis no bunker, ele conduziu os homens ? ora??o, e os encorajou. Durante cada inspe??o, enquanto os outros estavam deitados no ch?o, o Padre Maximiliano ajoelhou-se ou ficou no meio, olhando alegremente para os oficiais. Ap?s duas semanas, quase todos os prisioneiros, exceto o Padre Maximiliano, haviam morrido devido ? desidrata??o e fome. Na v?spera da festa da Assun??o de Maria ao C?u, os nazistas impacientes injetaram ?cido carb?lico no Padre Kolbe, que levantou o bra?o esquerdo para tomar calmamente a inje??o mortal. Em 1982, o Papa Jo?o Paulo II canonizou Maximiliano Kolbe como M?rtir da Caridade e "santo padroeiro de nosso dif?cil s?culo".
Por: Shalom Tidings
MaisKim A-gi Agatha e seu marido n?o tiveram contato com o Cristianismo ou a Doutrina Cat?lica. Eles praticavam confucionismo. Mas a irm? mais velha de Agatha, uma Cat?lica devota, veio visit?-la. Olhando em volta para as armadilhas da f? do casal, incluindo um grande ba? de arroz com t?buas de ancestrais, ela perguntou ? sua irm? mais nova: "Por que voc? se apega a essas coisas? Elas n?o s?o nada al?m de supersti??o!?. Sua irm? proclamou que o ?nico verdadeiro governante do mundo ? Jesus Cristo. "Acordai da vossa escurid?o", disse ela ? irm?, "e aceitai a luz da verdade." A insist?ncia da sua irm? despertou um grande desejo em Agatha. Sabendo que seria dif?cil ir contra seu marido e a tradi??o de sua fam?lia, ela decidiu, no entanto, aceitar Cristo e sofrer voluntariamente quaisquer dificuldades que lhe pudessem surgir. Agatha n?o tinha muitas capacidades intelectuais e por muito que tentasse, ela era incapaz de memorizar as ora??es da manh? e da noite. Eventualmente, ela ficou conhecida como a mulher que n?o sabia nada al?m de "Jesus e Maria". Devido ? sua incapacidade de aprender doutrina e ora??es, Kim A-gi Agatha n?o foi inicialmente batizada. Em setembro de 1836, Agatha e outras duas mulheres foram presas por causa da sua F? Cat?lica. Quando interrogada, Agatha permaneceu firme e bravamente ficou diante de seus torturadores dizendo: "Eu n?o sei nada al?m de Jesus e Maria. Eu n?o vou rejeit?-los?. Seu testemunho corajoso a levou a ser a primeira batizada na pris?o durante a persegui??o. Junto com outros crist?os condenados, Agatha foi amarrada pelos bra?os e cabelos a uma grande cruz erguida em cima de um carro de bois. No topo de uma colina ?ngreme, guardas for?aram os bois a correr de cabe?a para baixo. A estrada era ?spera, com muitas pedras. As carro?as batiam nos buracos, causando grande agonia aos corajosos prisioneiros pendurados nas cruzes. Ap?s esta prova??o, ao p? da colina, os carrascos violentamente decapitaram cada um dos santos m?rtires. Agatha e outros oito m?rtires receberam sua coroa de gl?ria na mesma hora em que Jesus - tr?s horas da tarde. Quase cem anos depois, Kim A-gi Agatha foi beatificada junto com os outros m?rtires em 5 de julho de 1925. Eles foram canonizados em sua Coreia natal em 6 de maio de 1984 pelo Papa Jo?o Paulo II.
Por: Shalom Tidings
MaisUm padre estava visitando Roma e tinha um encontro marcado com o Papa Jo?o Paulo II em uma audi?ncia privada. No caminho, ele visitou uma das muitas lindas bas?licas. Como de costume, os degraus estavam lotados de mendigos, mas um deles chamou sua aten??o. "Eu conhe?o voc?. N?o fomos ao semin?rio juntos? ? O mendigo acenou com a cabe?a afirmando. "Ent?o voc? se tornou um padre, n?o ??" o padre perguntou a ele. "N?o mais! Por favor, deixe-me em paz!" o mendigo respondeu zangado. Ciente do hor?rio de sua reuni?o com o Santo Padre aproximando, o padre saiu prometendo: "Vou rezar por voc?", mas o mendigo zombou: "Como se fosse adiantar." Normalmente, as audi?ncias privadas com o Papa s?o muito curtas - algumas palavras s?o trocadas enquanto ele concede sua b?n??o e um ros?rio aben?oado. Quando chegou a vez do padre, o encontro com o padre pedinte ainda estava em sua mente, ent?o ele implorou a Sua Santidade que rezasse por seu amigo e, em seguida, compartilhou toda a hist?ria. O Papa ficou intrigado e preocupado, pedindo mais detalhes e prometendo rezar por ele. Al?m disso, ele e seu amigo mendigo receberam um convite para jantar a s?s com o Papa Jo?o Paulo II. Depois do jantar, o Santo Padre falou em particular com o mendigo. O mendigo saiu da sala em l?grimas. "O que aconteceu?" Perguntou o padre. A resposta mais not?vel e inesperada foi dada. ?O Papa pediu-me para ouvir a sua confiss?o?, disse o mendigo. Depois de recuperar a postura, ele continuou: ?Eu disse a ele:? Vossa Santidade, olhe para mim. Eu sou um mendigo, n?o um padre. '? ?O Papa olhou com ternura para mim, dizendo:? Meu filho, uma vez padre sempre padre, e quem entre n?s n?o ? um mendigo. Tamb?m apresento-me diante do Senhor como um mendigo, pedindo perd?o pelos meus pecados. '?Fazia tanto tempo que ele tinha ouvido uma confiss?o que o Papa teve que ajud?-lo com palavras de absolvi??o. O padre comentou: ?Mas voc? ficou l? por tanto tempo. Certamente o Papa n?o demorou tanto para confessar seus pecados. ? ?N?o?, disse o mendigo, ?mas depois que ouvi sua confiss?o, pedi a ele que ouvisse a minha?. Antes de partirem, o Papa Jo?o Paulo II convidou este filho pr?digo para assumir uma nova miss?o - ir e ministrar aos sem-teto e aos mendigos nos degraus da mesma igreja onde ele estava mendigando.
Por: Shalom Tidings
MaisVoc? deve estar familiarizado com o centuri?o que perfurou o lado de Jesus enquanto o Senhor estava na cruz. De acordo com algumas tradi??es e lendas, esse soldado era chamado de Longuinho, um nome que aparece pela primeira vez no evangelho ap?crifo de Nicodemos. O soldado n?o ? citado nos evangelhos can?nicos. De acordo com as lendas, depois de suportar ferimentos em batalhas anteriores, Longuinho foi cruelmente ridicularizado por seus colegas soldados por sua quase cegueira. No momento em que ele perfurou o lado do Senhor, sangue respingou em seus olhos. Imediatamente sua vis?o foi restaurada. No Evangelho de S?o Marcos, n?s o ouvimos exclamar: ?verdadeiramente, este homem era filho de Deus!? A tradi??o tamb?m nos diz que Longuinho deixou o ex?rcito, recebeu instru??es dos ap?stolos e tornou-se um monge na Capad?cia. L? ele foi preso por sua f?, seus dentes arrancados e sua l?ngua cortada. No entanto, Longuinho milagrosamente continuou a falar claramente e conseguiu destruir v?rios ?dolos na presen?a do governador. O governador, que ficou cego pelos dem?nios que escaparam dos ?dolos, teve sua vis?o milagrosamente restaurada por Longuinho. Quando Longuinho foi decapitado, um pouco de seu sangue respingou nos olhos do governador e o governador foi instantaneamente curado. S?o Longuinho ? um dos primeiros m?rtires da Igreja. Sua lan?a ? uma das muitas rel?quias associadas a Cristo e pode ser encontrada em uma das quatro colunas sobre o altar principal da Bas?lica de S?o Pedro.
Por: Shalom Tidings
MaisAqui est? uma t?cnica simples para manter o foco no plano de Deus para sua vida H? alguns anos, em uma Missa de Ano Novo celebrando a Solenidade de Maria, M?e de Deus, o padre nos encorajou a pedir ? M?e Sant?ssima uma "palavra" para o pr?ximo ano. Talvez isso fosse uma gra?a especial que Ela queria nos dar, ou uma palavra de reorienta??o para nossa miss?o na vida, ou uma virtude que ela queria nos ajudar a crescer. A escolha da palavra cabia a Ela ? nosso papel era orar e receber essa palavra, e ent?o deix?-la desvendar seu significado para n?s ao longo do pr?ximo ano. O padre fez uma pausa e nos deu algum tempo para rezar. Pedi a Nossa Senhora a "palavra" que Ela tinha para mim e a palavra "humildade" veio claramente a minha mente. No decorrer daquele ano, aprendi muito com Maria sobre humildade e sei que Ela me ajudou a crescer nessa virtude que Ela viveu t?o lindamente em sua vida. No ano seguinte, a palavra que recebi foi "contentamento". Nos meses que se seguiram, Maria me ajudou a aprender sobre o que S?o Paulo fala em Filipenses 4:11: ?N?o ? minha pen?ria que me faz falar. ?Aprendi a contentar-me com o que tenho.? Pedir ? M?e Sant?ssima essa palavra como tema anual provou ser uma pr?tica frut?fera para mim na minha vida espiritual. Ent?o, no in?cio de cada Ano Novo, eu rezo e pe?o a Nossa Senhora que me d? sua "palavra" especial para o ano que vir?. Para este ?ltimo ano de 2021, minha palavra foi ?intercess?o?. Em retrospecto, posso ver o qu?o apropriado esse tema foi para mim, pois estou em uma fase em que sou a respons?vel nos cuidados de minha m?e idosa. Minha vida agora gira em torno de cuidar dela, o que ? um privil?gio e uma honra, mas tamb?m exigiu que eu reduzisse meu envolvimento externo com pessoas e minist?rios dos quais eu fazia parte. ?s vezes, pode parecer isolado e solit?rio. ? medida que minha m?e envelhece, vamos a mais consultas m?dicas, sess?es de fisioterapia, exames de rotina, etc. e suas necessidades emocionais exigem tratamento delicado e apoio. No final do dia, n?o me sobra muita energia f?sica e mental. Mas em momentos tranquilos quando estamos no carro, ou nas salas de exame esperando os m?dicos, eu posso interceder pelas pessoas. Deixo o Senhor trazer ? mente aquelas por quem Ele quer que eu ore ? amigos, familiares, l?deres de minist?rio em nossa organiza??o sem fins lucrativos, as pessoas que servimos, etc. Rezo por cada pessoa que vem em ?meus pensamentos. Sinto o amor terno do Senhor por elas, Seu desejo de aben?o?-las, cur?-las e ajud?-las. Conforta meu cora??o utilizar o amor e miseric?rdia que o Bom Pastor tem por Suas ovelhas. E de alguma forma, sinto-me mais ligada ?s pessoas enquanto coopero com Maria nesta miss?o que Ela me conduz ao dar-me a? ?palavra? . Em vez de me sentir isolada, essa profunda uni?o com Cristo enche meu cora??o. Como nos aproximamos do final deste ano e in?cio de 2022, encorajo voc? a adotar essa pr?tica que o padre recomendou. Tire um tempo para ora??o contemplativa e pe?a a Nossa Senhora para lhe dar a "palavra" Dela para voc? neste Ano Novo. Receba-a, e ent?o pe?a a Ela para ajud?-la a entender o que Ela quer dizer, como isso vai ajud?-la a viver? melhor o plano de Deus para sua vida, e como voc? pode aben?oar outras pessoas ao aceit?-lo. Voc? pode descobrir que essa simples ora??o e pr?tica trar? profunda riqueza ? sua vida espiritual, assim como eu.
Por: Ellen Hogarty
MaisAt? ent?o, ir ? igreja era apenas para manter meus pais felizes. Eu n?o esperava que houvesse algu?m l? que me amasse, mesmo quando eu n?o me importava Nasci em uma fam?lia Cat?lica na ?ndia, ent?o, para mim, crescer como Cat?lica foi mais por causa da tradi??o do que da f?. Ir ? missa dominical e receber a Sagrada Comunh?o era rotina, e eu nunca tive realmente um relacionamento com Jesus. N?o levava minha f? a s?rio. Era mais para manter meus pais felizes, ent?o, por causa deles, ia ? igreja. Quando me mudei para a Inglaterra com a impressionante idade de 13 anos, minha vida passou por uma reviravolta completa. No meio desse choque cultural, sofria bullying na escola. Isso era t?o traumatizante que me sentia um lixo. Eu n?o conseguia entender o que estava acontecendo e me sentia t?o deprimida que comecei a pensar: ?Por que estou viva?? Eu me joguei no meu estudo e minhas notas melhoraram, ent?o eu pude estudar farm?cia na Universidade de Birmingham. Fiquei surpresa quando conheci um grupo de jovens que me aceitou do jeito que eu era pela primeira vez na vida. Embora isso tenha sido ?timo, tamb?m foi muito estranho porque eles se reuniam para rezar e eu n?o estava acostumada com isso. Quando eles louvavam a Deus, eu achava estranho porque eu n?o tinha um relacionamento com Cristo. Eles pertenciam a um movimento carism?tico Cat?lico internacional para jovens chamado Jesus Youth. Embora n?o conseguisse entend?-los, continuei porque me senti t?o acolhida e decidi acompanh?-los a uma confer?ncia chamada ?Dare to Go?. Durante uma sess?o de cura interior, todas as lembran?as do que havia acontecido comigo no passado vieram ? tona. Eu n?o conseguia parar de chorar, ent?o senti o amor de um Pai me abra?ando e entendi que Jesus estava me carregando todo aquele Tempo. Finalmente percebi que algu?m me amava por quem eu era e n?o me julgava. Ele sempre esteve perto, mesmo quando eu n?o O conhecia, mesmo quando eu n?o O amava. Ent?o, comecei a passar mais tempo com o grupo de jovens e outras pessoas que pensavam da mesma forma. Perguntei a Deus como poderia servi-Lo e Ele colocou as pessoas certas no meu caminho. Descobri que Ele havia me dado um dom de m?sica: para cantar, glorific?-Lo e compartilhar Seu amor com os outros. Quanto mais canto para Ele, quanto mais louvo e glorifico a Deus atrav?s da minha voz, mais me sinto atra?da e pr?xima de ?Cristo. O que me faz continuar e o que me mant?m ligada a Cristo ? o Seu amor incondicional. No entanto, eu n?o era um modelo de perfei??o. Como muitos jovens, decidi experimentar as coisas que todos pareciam gostar. O ?lcool me ajudou a encaixar naquela multid?o, mas mesmo quando me desviei, Deus estava comigo para redirecionar meus passos. Ele colocou certas pessoas em minha vida para gentilmente me levar de volta para Ele. Ele ? um Deus muito gentil. Ele nunca me for?ou ou me arrastou. Ele esperou pacientemente e me deu in?meras oportunidades, repetidas vezes, de voltar a Ele, para que eu pudesse experimentar Seu amor. Quanto mais eu conhecia a Cristo, mais reconhecia o qu?o fraca eu era. Todos os dias Ele revelava algo sobre mim que eu nunca havia percebido. Minhas falhas e lutas tornaram-se uma oportunidade de me aproximar Dele, enquanto eu sentia que, se compartilhasse minhas fraquezas com outra pessoa, ela provavelmente me rejeitaria e me julgaria. Mas posso continuar indo a Ele repetidamente na Adora??o ou na Missa, entregar minha fraqueza a Ele e pedir-Lhe que me liberte dela. Ele aceita voluntariamente o fardo. Ele me aperfei?oa dia a dia como uma joia preciosa. N?o consigo me impedir de ser atra?da pelo Seu amor. Nosso relacionamento se tornou t?o pr?ximo que eu n?o posso rejeit?-lo mesmo que eu quisesse, e se eu o rejeito caindo novamente no pecado, o amor de Deus me levanta novamente. Toda vez que eu caio Ele diz: ?n?o tem problema? e ? isso que me mant?m conectada a Ele, ? isso que me mant?m apegada. Quando vou ? Missa, tenho a experi?ncia concreta do encontro com Cristo na Eucaristia. Toda vez que eu O recebo, me emociono porque estou recebendo o mais santo dos santos em meu corpo fr?gil e pecador e isso me fortalece dia a dia. Quando comecei a jornada com Cristo e experiment?-lo de maneira pessoal, comecei a perceber que n?o importa o que est? acontecendo ao meu redor - quanto dinheiro eu tenho ou quantos amigos eu tenho. Antes eu buscava a aprova??o das pessoas e no momento em que me rejeitavam minha felicidade acabava. Mas com Cristo, n?o importa se as pessoas te aprovam ou n?o. Ele diz: ?Eu escolhi voc?? e quando ou?o essas palavras, sinto que alcancei tudo. Isso me traz muita felicidade, alegria e paz. Eu encorajo voc? a dar a Jesus uma oportunidade de fazer a diferen?a em sua vida. Ele est? batendo na porta, mas Ele nunca a for?ar?, voc? ? convidado a abri-la para Ele. Voc? nunca vai se arrepender se fizer isso. Voc? estar? abrindo a porta para uma infinidade de coisas boas. As b?n??os que Ele derramar? sobre voc? e as coisas que voc? pode alcan?ar com Sua ajuda s?o intermin?veis. Nada ? imposs?vel para Ele. Ele me deu a coragem de dizer sim a coisas que eu nunca poderia ter imaginado. Cristo me deu for?as para tirar um ano de folga de minhas atividades habituais para fazer o trabalho mission?rio com o grupo de jovens Jesus Youth. Eu distintamente O ouvi dizer: ?Shelina, eu quero que voc? tire esse ano para fazer isso. Eu lhe mostrarei quanto mais voc? pode alcan?ar atrav?s de Mim?. Eu estava sempre t?o ansiosa para viajar, conhecer novas pessoas ou passar tempo com pessoas que eu n?o conhecia. Com Ele ao meu lado, eu poderia sair da minha zona de conforto para fazer essas mesmas coisas e me divertir. Esse medo incessante e autoconsciente de que as pessoas me julguem desapareceu porque minha vida agora tem um prop?sito ? compartilhar Cristo com os outros. N?o h? presente maior que eu poderia dar a algu?m e Ele merece nosso amor. Se Ele deixou os 99 e veio atr?s de mim, tenho certeza que Ele j? est? te procurando, te chamando de volta para casa. ARTIGO ? baseado no depoimento compartilhado por Shelina Guedes para o programa Shalom World ?U-Turn?. Para assistir aos epis?dios acesse: shalomworld.org/episode/u-turn
Por: Shelina Guedes
MaisDr. Roy Schoeman, nos conta como o ate?smo o arrastou para um po?o de desesperan?a e como ele saiu dele Nasci e fui criado judeu. Fui para o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, onde perdi minha cren?a em Deus e me tornei essencialmente ateu. Segui ent?o para Universidade de Harvard para estudar Administra??o de Empresa e depois de obter meu diploma, fui convidado para trabalhar na Faculdade. Ent?o, aos 29 anos, eu era professor de Marketing na Universidade de Harvard. Embora possa parecer surpreendente, foi quando meu mundo desmoronou. Desde crian?a, eu sabia que a vida deve ter um verdadeiro significado, que eu achava que viria ao come?ar um relacionamento pessoal com Deus. Eu esperava que isso acontecesse no meu Bar Mitzvah (Crisma para os Cat?licos) aos 13 anos. Quando n?o aconteceu o que eu ansiava, acabou sendo um dos dias mais tristes da minha vida. Ent?o eu pensei que o verdadeiro significado viria do sucesso na vida com coisas terrenas, mas como professor em Harvard, eu j? era mais bem sucedido em uma carreira profissional do que eu esperava, mas ainda n?o havia significado ou prop?sito em minha vida. Portanto, naquele momento, ca? no desespero mais sombrio da minha vida. CAMINHO ?ESPIRITUAL Certa manh?, bem cedo, eu estava caminhando em uma Reserva Natural ? beira-mar, entre pinheiros e dunas de areia. Eu estava apenas caminhando, perdido em meus pensamentos. H? muito eu havia perdido a esperan?a de acreditar que Deus existia. Mas, de repente, o v?u entre a Terra e o C?u desapareceu, e eu estava na presen?a de Deus, olhando para minha vida como se tivesse morrido. Vi que tudo o que j? havia acontecido comigo havia sido a coisa mais perfeita que poderia ter sido arranjada pelas m?os de um Deus onisciente e amoroso, n?o apenas incluindo aquelas coisas que causaram mais sofrimento, mas especialmente elas. Vi que teria dois grandes arrependimentos depois que morresse. Em primeiro lugar, todo o tempo e energia que desperdicei me preocupando em n?o ser amado quando fui mantido em um oceano de amor, maior do que qualquer coisa que eu pudesse imaginar, em todos os momentos de minha exist?ncia, vindo deste Deus onisciente e amoroso. E em segundo lugar, todas as horas que eu havia perdido sem fazer nada de valor aos olhos do C?u, uma vez que cada momento cont?m a possibilidade de fazer algo valioso aos olhos de Deus. Toda vez que aproveitarmos essa oportunidade, seremos verdadeiramente recompensados por toda a eternidade, e toda oportunidade que deixarmos escapar e n?o aproveitarmos ser? uma oportunidade perdida por toda a eternidade. Mas o aspecto mais surpreendente dessa experi?ncia foi chegar ao conhecimento ?ntimo, profundo e certo de que o pr?prio Deus - o Deus que n?o apenas criou tudo o que existe, mas criou a pr?pria exist?ncia - n?o apenas me conhecia pelo nome e se importava comigo, Ele estava cuidando de mim, a cada momento da minha exist?ncia, organizando tudo o que j? aconteceu comigo da maneira mais perfeita. Ele realmente sabia e se importava como eu me sentia a cada momento. De uma forma muito real, tudo o que me fazia feliz o fazia feliz, e tudo o que me deixava triste o deixava triste. Percebi que o significado e prop?sito da minha vida era adorar e servir ao meu Senhor, Deus e Mestre que estava revelando-se a mim, mas eu n?o sabia Seu nome ou que religi?o era essa. Eu n?o pude pensar nisso como o Deus do Antigo Testamento, ou esta religi?o como o Juda?smo. A imagem de Deus que emerge do Antigo Testamento ? de um Deus muito mais distante, severo e soberano do que esse Deus era. Eu sabia que Ele era meu Senhor e Deus e meu mestre, e n?o queria nada al?m de ador?-Lo e servi-Lo adequadamente, mas n?o sabia quem Ele era ou qual religi?o seguir.?? Ent?o rezei: ?Deixe-me saber Seu nome para que eu saiba qual religi?o seguir. N?o me importo se voc? ? Buda e eu tenho que me tornar um Budista; N?o me importo se voc? ? Krishna e eu tenho que me tornar um Hindu; N?o me importo se voc? ? Apolo e eu tenho que me tornar um pag?o Romano. Desde que voc? n?o seja Cristo e eu tenha que me tornar Crist?o!? Bem, Ele respeitou aquela ora??o e n?o me revelou Seu nome. Mas voltei para casa mais feliz do que nunca na minha vida. Tudo o que eu queria era saber o nome do meu Senhor, Deus e mestre que se revelou a mim, e qual religi?o seguir. Assim, todas as noites, antes de dormir, eu fazia uma pequena ora??o que havia inventado para saber o nome do meu Senhor, meu Deus e mestre que se revelou a mim naquela experi?ncia. BELEZA ?AL?M ?DE ?PALAVRAS Um ano depois daquela primeira experi?ncia, adormeci depois de ter feito aquela ora??o, assim como uma ora??o de agradecimento pelo que havia acontecido exatamente um ano antes. Eu pensei que tinha sido acordado por uma m?o tocando meu ombro suavemente, e fui levado a um quarto e deixado sozinho com a jovem mais linda que eu poderia imaginar. Eu sabia, sem que me dissessem, que era a Sant?ssima Virgem Maria. Quando me vi em Sua presen?a, tudo o que eu queria fazer era cair de joelhos e, de alguma forma, honr?-la adequadamente. Na verdade, o primeiro pensamento que me passou pela cabe?a foi: ?Oh meu Deus, eu gostaria de pelo menos saber a Ave-Maria!?, mas n?o sabia. Suas primeiras palavras foram uma oferta para responder a quaisquer perguntas que eu pudesse ter. Bem, meu primeiro pensamento foi pedir a ela que me ensinasse a Ave Maria, para que eu pudesse honr?-la adequadamente, mas era orgulhoso demais para admitir que n?o sabia. Ent?o, como forma indireta de faz?-la me ensinar a Ave-Maria, perguntei-lhe qual era sua ora??o favorita. Sua primeira resposta foi: ?Eu amo todas as ora??es para mim?. Mas eu fui um pouco insistente e disse: ?Mas voc? deve amar algumas ora??es mais do que outras?. Ela cedeu e recitou uma ora??o em portugu?s. Eu n?o sabia nada de portugu?s, ent?o tudo que eu podia fazer era tentar lembrar foneticamente as primeiras s?labas e escrev?-las assim que acordasse na manh? seguinte. Mais tarde, conheci uma Cat?lica portuguesa, pedi-lhe que recitasse as ora??es marianas em Portugu?s para mim, e identifiquei a ora??o como '? Maria concebida sem pecado, rogai por n?s que recorremos a V?s'. Por mais linda que Maria fosse, ainda mais profundamente comovente era a beleza de sua voz. A ?nica maneira que posso descrev?-la ? dizer que foi composta daquilo que faz M?sica, M?sica. Quando ela falou, a beleza de sua voz fluiu atrav?s de mim, levando seu amor com ela, e me levou a um estado de ?xtase maior do que eu jamais imaginei que pudesse existir. A maioria das minhas perguntas simplesmente flu?am do fato de eu estar maravilhado por quem Ela era. A certa altura, gaguejei: ?Como pode ser que voc? seja t?o gloriosa, t?o magn?fica, t?o exaltada?? Sua resposta foi apenas olhar para mim quase com pena e balan?ar a cabe?a suavemente e dizer 'Oh n?o, voc? n?o entende. Eu n?o sou nada. Eu sou uma criatura. Eu sou uma creatura. Ele ? tudo'. Ent?o, novamente com o desejo de honr?-la de alguma forma apropriada, perguntei qual t?tulo ela mais gostava para si mesma. Sua resposta foi: ?Sou a filha amada do Pai, M?e do Filho e Esposa do Esp?rito?. Fiz-lhe v?rias outras perguntas de menor import?ncia, depois das quais ela falou comigo por mais 10 ou 15 minutos. Depois disso, a audi?ncia acabou e eu voltei a dormir. Na manh? seguinte, quando acordei, estava perdidamente apaixonado pela Sant?ssima Virgem Maria e sabia que n?o queria nada al?m de ser o mais pleno e completamente crist?o poss?vel. A partir dessa experi?ncia, percebi, ? claro, que o Deus que se revelou a mim um ano antes era Cristo. EM? BUSCA Havia um santu?rio de Nossa Senhora de La Salette a cerca de 45 minutos de onde eu morava. Comecei a ir l? tr?s ou quatro vezes por semana, apenas para passear pelo terreno, sentir a presen?a da Sant?ssima Virgem Maria e conversar com ela. O santu?rio era propriedade da Igreja Cat?lica e por isso, ?s vezes, estava sendo celebrada a Santa Missa. Sempre que estava presente ?a uma Missa, sentia um desejo tremendo de receber a Eucaristia, embora n?o soubesse o que era. Essas duas coisas me levaram sem muito desvio para a Igreja Cat?lica ? sabendo quem era a Sant?ssima Virgem Maria e querendo receber a Comunh?o, diariamente, se poss?vel. Ao entrar para a Igreja Cat?lica, n?o s? n?o deixei de ser judeu, mas, a meu ver, tornei-me mais judeu do que nunca, pois ao faz?-lo tornei-me um judeu seguidor do Messias judeu, em vez de um judeu que n?o tinha reconhecido o Messias judeu e permaneceu no Juda?smo ?pr?-Messi?nico?. A meu ver, a Igreja Cat?lica ? o Juda?smo p?s-Messi?nico e o Juda?smo ? o Catolicismo pr?-Messi?nico: duas fases em uma e o mesmo plano de salva??o para toda a humanidade. Sou infinitamente grato por ter tido essas experi?ncias. Fui levado ? plenitude da verdade, a um relacionamento pessoal com Deus al?m de qualquer coisa que eu jamais imaginei que pudesse existir, a saber as respostas para todas as perguntas sobre o homem, sobre Deus, sobre o sentido da vida, sobre o que acontece depois que voc? morre, e muito mais que me atormentava quando jovem. Mais importante, ganhei uma esperan?a bem fundamentada de uma eternidade de felicidade e amor inimagin?veis ??na presen?a de Deus. ARTIGO ? baseado no testemunho inspirador compartilhado pelo Dr. Roy Schoeman para o programa Shalom World ?Mary My Mother?. Para assistir ao epis?dio acesse: shalomworld.org/episode/mary-my-mother
Por: Dr Roy Schoeman
MaisExiste Sensibilidade Eucar?stica? Talvez esta hist?ria a respeito do Papa Jo?o Paulo II possa responder ? pergunta. Durante uma viagem ao Estado de Maryland, o Papa Jo?o Paulo II estava programado para passar por um corredor na resid?ncia do Arcebispo. Ao longo desse corredor havia uma entrada para a Capela onde o Sant?ssimo Sacramento estava reservado. O organizador papal garantiu que nada indicava que a porta conduzisse ? Capela, pois sabia que Jo?o Paulo II certamente entraria para fazer uma visita ao Senhor, fazendo assim desviar significativamente o cronograma. No dia da peregrina??o, o Papa Jo?o Paulo passou pela porta e parou. Ele acenou o dedo para o organizador, abriu a porta da Capela, entrou e ajoelhou-se para rezar. Um dos padres que testemunhou o evento comentou maravilhado: "Ele nunca esteve neste lugar antes, nunca p?s os olhos no lugar, e n?o havia nada na porta que a distinguisse de alguma forma como Capela. Era apenas mais uma porta em um corredor cheio de portas". Mas ele voltou para tr?s, abriu aquela porta, entrou na Capela e rezou". De sua intensa rela??o com a Eucaristia, surgiu o incr?vel dom da sensibilidade Eucar?stica. O Santo Padre nos ensinou uma li??o a respeito dos desejos de nosso cora??o. Quando nosso desejo ? grande, nossa consci?ncia e sensibilidade em rela??o ?quilo que desejamos aumenta muito. Oremos para que o Bom Deus nos ajude a crescer em nosso desejo por Ele e nos inspire a reservar tempo regularmente para passarmos a s?s com Ele no Sant?ssimo Sacramento.
Por: Shalom Tidings
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