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Voc? ? um pai preocupado com seu filho?
Tem rezado por seu c?njuge h? muito tempo?
Ent?o aqui est? algu?m que voc? precisa conhecer.
Fui apresentada a Santa M?nica h? alguns anos. Quando descobri que ela tinha rezado pela convers?o de seu filho Agostinho por muitos anos e que rezou tamb?m pela convers?o de seu marido pag?o, eu sabia que tinha que descobrir mais sobre esta santa do s?culo III. Tenho rezado pela convers?o da minha fam?lia h? v?rios anos. Santa M?nica me deu esperan?a de perseverar em minhas ora??es por meus entes queridos.
Santa M?nica nasceu por volta do ano 331 em Tagaste, norte da ?frica, de uma fam?lia crist? que a educou na f?. Seu casamento com Patricius, um oficial pag?o romano, n?o foi feliz, mas foi pac?fico e est?vel devido principalmente ? paci?ncia e prud?ncia de M?nica. M?nica e Patricius foram aben?oados com tr?s filhos. Agostinho era o mais velho, Navigius era o segundo, e ent?o veio uma filha chamada Perp?tua. Patricius estava muito irritado com as obras de caridade de sua esposa e seus h?bitos de ora??o. Mas foi dito que, apesar de seu temperamento, ele sempre a tratou com verdadeiro respeito.
Monica ficou muito triste porque seu marido n?o permitia que ela batizasse seus filhos. Quando Agostinho ficou gravemente doente, ela implorou ao esposo a permiss?o para que ele fosse batizado e Patricius cedeu. Como Agostinho se recuperou antes do batismo,, Patricius retirou seu consentimento. N?o consigo imaginar sua ang?stia e dor de cabe?a por n?o poder criar seus filhos na f? que ela tanto amava. Mas, ainda assim, ela perseverou em sua f?.
M?nica tamb?m perseverou em seu casamento, suportando as violentas explos?es de seu marido com a maior paci?ncia. As outras esposas e m?es de sua cidade, que tamb?m sofriam as violentas explos?es de seus maridos, admiravam sua paci?ncia e a respeitavam profundamente. Pelas suas palavras e exemplo, M?nica mostrou-lhes como amar seus maridos. E apesar das dificuldades de seu casamento, M?nica continuou a rezar pela convers?o do marido.
A f? de M?nica foi finalmente recompensada. Um ano antes de sua morte, Patricius aceitou a f? crist? de sua esposa. Isto aconteceu quando Agostinho tinha 17 anos. Voc? poderia esperar que a convers?o de seu pai teria impactado Agostinho. Mas, parecia ter o efeito oposto: Agostinho continuou seus caminhos pag?os e caiu em pecado grave. M?nica continuou a orar constantemente implorando a miseric?rdia de Deus por seu filho.
Enquanto Agostinho continuava voltado a ambi??es mundanas, M?nica continuou o combate pela convers?o de seu filho. A miss?o de sua vida foi a convers?o de seu esposo e filho. Enquanto ela era uma mulher de profunda ora??o e a??o, Agostinho via sua m?e como arrogante, controladora e fixada em faz?-lo se converter. Quantas m?es cat?licas hoje tamb?m estariam dispostas a fazer tudo que for poss?vel para passar a f? aos seus filhos? Quantas vezes, eu me pergunto, M?nica entregou seu filho a Deus e implorou por sua miseric?rdia?
Em certo momento, M?nica decidiu seguir seu filho rebelde para Mil?o, embora ela fosse muito pobre para fazer a viagem. Pronta para fazer qualquer sacrif?cio necess?rio para afastar seu filho de sua vida pecaminosa, M?nica vendeu alguns de seus bens preciosos para arrecadar o dinheiro necess?rio para a tediosa viagem de navio at? Mil?o, perseguindo-o como um c?o de ca?a. Foi durante esta viagem que M?nica conheceu Ambr?sio, o bispo de Mil?o que traria Agostinho ? f?. Ap?s seis meses de instru??es, Agostinho foi batizado por Santo Ambr?sio na Igreja de S?o Jo?o Batista de Mil?o. M?nica ficou muito feliz e louvou a ?Deus por toda miseric?rdia para com seu filho.
Antes da convers?o de Santo Agostinho, M?nica havia procurado o conselho de um bispo an?nimo sobre seu filho. O Bispo consolou-a dizendo: “a crian?a dessas l?grimas nunca perecer?.” M?nica viveu tr?s anos ap?s a convers?o de Agostinho. Sua miss?o aqui na Terra estava completa. Deus a chamou para orar e oferecer seu sofrimento pela convers?o de seu filho e seu marido. No ano 387, quando ela tinha 56, Deus chamou M?nica para sua recompensa celestial. Agostinho tinha 33 anos quando sua m?e morreu. Tenho certeza que do reino celestial ela continuou a orar por seu filho e agradeceu a Deus incessantemente por v?-lo tornar-se o Bispo de Hipona e posteriormente, um Doutor da Igreja.
Na autobiografia de Santo Agostinho, “Confiss?es”, ele escreve com profunda devo??o e rever?ncia por sua m?e. Quando ela morreu, ele chorou profundamente e escreveu sobre ela: “Ela j? estava confiante em rela??o ? minha condi??o miser?vel a tal ponto, que enquanto ela constantemente chorava sobre mim em sua vis?o como sobre um homem morto, era sobre um homem, que embora morto ainda poderia ser ressuscitado; ela me ofereceu ao Senhor, em suas medita??es, implorando-Lhe para dizer ao filho desta vi?va, ‘Jovem, levante-se ‘ e ele poderia viver novamente e come?ar a falar para que o Senhor pudesse restaur?-lo para sua m?e”.
M?nica disse uma vez a Agostinho que estava confiante de que o veria como um crist?o fiel antes de partir desta vida. Devemos todos buscar uma f? t?o confiante. Lembremos que o chamado ? maternidade/paternidade ? um chamado para dar ? luz santos, um chamado para transformar e fazer santos. O verdadeiro prop?sito de sermos pais na Terra ? aumentar o n?mero de santos no c?u!
Connie Beckman is a member of the Catholic Writer?s Guild. She desires to encourage Catholic spiritual growth by sharing the truths of the Catholic faith. Beckman shares her joy and love of God at her website www.conniescatholiccorner.com.
PERGUNTA: Tenho dois filhos pequenos e me preocupo em como mant?-los na F?. Em nosso mundo que parece estar se tornando mais secular a cada ano, h? alguma maneira de eu incutir a F? Cat?lica t?o profundamente neles de forma que possam permanecer cat?licos ? medida que envelhecem? RESPOSTA: Esta ? realmente uma situa??o dif?cil para muitos pais, pois nossa cultura ? muitas vezes abertamente hostil ? nossa F? Cat?lica. Como mant?-los cat?licos quando parece que tudo conspira contra isso? Parte do desafio ? que a gra?a de Deus ? um mist?rio. Cem pessoas podem ouvir a mesma palestra ou homilia e, para algumas delas, representar? uma mudan?a de vida, j? outras a achar?o chata e sem sentido. Em minha pr?pria fam?lia, h? um irm?o que se identifica como ateu. Um padre e um ateu vieram da mesma fam?lia, com os mesmos pais e a mesma cria??o! Portanto, devemos reconhecer que a gra?a ? um mist?rio, mas tamb?m estamos convencidos de que Deus ama seus filhos mais do que voc? jamais poderia am?-los, e Ele est? fazendo todo o poss?vel para conquistar seus cora??es e lev?-los ? salva??o. Dito isso, h? algumas coisas que os pais podem fazer para ajudar os filhos a encontrar Cristo e permanecer fi?is a Ele. Embora eu n?o tenha filhos, trabalhei com milhares de crian?as e adolescentes nos ?ltimos dezessete anos num minist?rio para jovens, e vi algumas estrat?gias bem-sucedidas que as fam?lias empregam para manter seus filhos fi?is. Primeiro, torne a Missa dia de domingo algo inegoci?vel. Lembro-me que meus pais nos levavam para a Missa nas f?rias e eles nunca permitiriam que um de nossos jogos esportivos interferisse nisso. O exemplo de um pai que vai ? Missa com seus filhos ? especialmente decisivo. H? um ditado que diz: "se uma m?e vai ? Missa, os filhos ir?o ? Missa; mas se um pai vai ? Missa, os netos ir?o ? Missa." Meu pai costumava fazer viagens especiais aos nossos acampamentos de escoteiros para levar eu e meu irm?o ? Missa, e depois nos levava de volta ao acampamento quando a Missa acabava! Isso causou um grande impacto em mim e me ensinou que nada, absolutamente nada, se interpunha entre n?s e a Missa dominical. Essa era a verdadeira pedra angular da nossa fam?lia. Se voc? estiver viajando de f?rias, voc? pode acessar o site www.masstimes.org , que lista todas as Missas do mundo inteiro. Ent?o, esteja voc? em Paris, Buenos Aires ou Disney World, voc? ainda pode ir para uma Missa dominical! Segundo, rezem juntos como uma fam?lia. Minha fam?lia costumava rezar o Ros?rio no caminho da Missa, e t?nhamos devo??es especiais em torno da Coroa do Advento. Frequent?vamos as Vias-Sacras juntos durante a Quaresma, e meus pais nos levavam ? Adora??o Eucar?stica com frequ?ncia. Embora tenha havido ocasi?es em que reclamei por ter sido arrastado para essas coisas, elas tamb?m me conduziram a uma rela??o pessoal com Cristo que tem permanecido forte at? hoje. Al?m disso, nunca se esque?a de rezar e jejuar por seus filhos diariamente! Terceiro, mantenha o pecado fora da sua casa. Se voc? permitir que seus filhos tenham um smartphone, coloque um filtro nele. Certifique-se de que os programas de TV e filmes que eles assistem, a m?sica que eles ouvem e os livros que eles leem s?o saud?veis. Embora seus filhos possam reclamar, os pais devem estar mais preocupados com a felicidade eterna de seus filhos do que com um r?pido prazer tempor?rio de assistir a um filme ruim! Outra coisa boa a fazer ? transformar sua casa em um santu?rio. Preencha-a com crucifixos, imagens sagradas, imagens de santos e livros sobre a F?. O velho ditado ? verdadeiro: ?longe da vista, longe da mente?. ?Quanto mais pudermos trazer a mente as realidades eternas, mais permaneceremos fi?is a elas. Quinto, cerque seus filhos com uma boa comunidade cat?lica, tanto de colegas da mesma idade quanto de adultos. Eles precisam de bons amigos que tenham valores semelhantes, ent?o talvez eles se juntem a um grupo de jovens ou v?o a um acampamento de ver?o cat?lico. Eles tamb?m precisam de mentores adultos que amem a F?, ent?o fa?a amizade com outras boas fam?lias cat?licas. Convide seu p?roco para jantar. Juntem-se para uma festa com outros paroquianos. Quando eu era mais jovem, meu pai ?s vezes me levava ao seu grupo de homens nas manh?s de s?bado, e nunca esquecerei o impacto de ver esses homens ? homens que eu conhecia, respeitava e gostava, que eram encanadores, advogados e treinadores esportivos ? orando e cantando apaixonados por Jesus. Isso me fez perceber que era legal e normal ter f? no Senhor! Uma pergunta relacionada ? para qual escola enviar seu filho. A resposta ? bem simples: quem est? mudando quem? Se seu filho vai para a escola e traz de l? a luz de Cristo, ent?o ? um bom ambiente. Mas se seu filho come?ar a adotar os valores do mundo, ent?o talvez seja a hora de mudar de escola. Infelizmente, muitas escolas cat?licas n?o oferecem um ambiente verdadeiramente centrado em Cristo, por isso tenha cuidado mesmo se voc? escolher escolas cat?licas. Finalmente, a melhor e mais eficaz maneira de transmitir a f? para os filhos ? ser um pai que busca o Senhor em sua pr?pria vida pessoal! Meu pai sempre rezou o Ros?rio diariamente desde antes de eu nascer, e meus pais conversavam ? vontade sobre suas vidas de f? em casa. Eu podia v?-los estudando a F? por conta pr?pria, lendo livros sobre santos ou espiritualidade. ? como popularmente se diz, a f? ? mais copiada do que ensinada, e nossas atitudes valem mais que mil palavras. Isso n?o significa que somos perfeitos, contudo temos que ser sinceros em buscar a face do Senhor em nossos pr?prios cora??es. Nada disso ? garantido, ? claro, pois nossas crian?as t?m livre arb?trio e podem escolher se querem ou n?o seguir o Senhor. Por?m, ao fazer essas coisas, estamos dando a elas o alicerce e permitindo a Deus a oportunidade de ganhar seus cora??es. ?? a gra?a Dele que as mant?m como cat?licas, somos apenas condutores dessa gra?a! Nunca se esque?a que, por mais que voc? ame seus filhos, Deus os ama infinitamente mais e deseja a salva??o deles!
Por: Father Joseph Gill
MaisQuando a dor vem sobre voc?... Enquanto olhava o rosto inocente de minha filha enquanto ela voltava a dormir, meu cora??o derretia. Senti uma repentina dor no cora??o e chorei por ela enquanto a aproximava e a beijava na testa. Em seus breves sete anos de vida, ela havia superado tantos desafios de sa?de, com m?ltiplas interna??es hospitalares. O trauma que sofremos estava fresco em minha mente, especialmente no dia em que recebemos o diagn?stico grave de danos cerebrais permanentes. Meu cora??o se partiu por ela, pois eu considerava tudo o que ela perderia. Pensei, eu estava muito mais forte emocionalmente, mas n?o estava. De acordo com a psiquiatra su??o-americana, Elizabeth K?bler-Ross, h? 5 est?gios de luto: Nega??o, Raiva, Negocia??o, Depress?o e Aceita??o. Nossa primeira rea??o ao luto ? a nega??o. Em choque com o que aconteceu, n?s n?o queremos aceitar a nova realidade. A segunda fase ? a raiva. Estamos com raiva dessa situa??o intoler?vel e de qualquer coisa que tenha causado isso, e at? mesmo raiva irracional para com as pessoas ao nosso redor, ou Deus. ? medida que buscamos escapar de nossa nova realidade, entramos na terceira fase: a negocia??o. Por exemplo, podemos tentar fazer um acordo secreto com Deus para adiar a crise e a dor relacionada. O quarto est?gio ? a depress?o. ? medida que a realidade se instala lentamente, muitas vezes sentimos pena de n?s mesmos, imaginando por que algo assim poderia acontecer conosco. A sensa??o de depress?o ? muitas vezes acompanhada de autopiedade e de se sentir como uma v?tima. A aceita??o vem na quinta etapa, ? medida que chegamos a um acordo com a causa do luto e come?amos a focar no futuro. RECA?DA INESPERADA Uma vez que chegamos ao est?gio de aceita??o em lidar com nossa dor, caminhamos para o ressurgimento. Nesta fase, assumimos o controle total de n?s mesmos, nossas emo??es e da situa??o e come?amos a pensar no que podemos fazer para seguir em frente. Em resposta ? condi??o m?dica da minha filha, passei por essas fases e senti que estava na fase de ressurgimento: capaz de manter minhas emo??es para me manter motivada a cada dia, enquanto sustentava uma f? e esperan?a constantes no plano de Deus para sua vida. Mas eu havia experimentado recentemente uma s?bita e severa reca?da em tristeza e desespero. Eu me senti despeda?ada. Meu cora??o chorava tanto por ela que eu s? queria gritar; "Deus, por que minha filha tem que sofrer? Por que ela tem que viver uma vida t?o dif?cil? ?? justo que ela esteja sofrendo? Por que ela tem que passar a vida lutando e sendo t?o dependente dos outros? Enquanto a segurava perto de mim, deixei minhas l?grimas flu?rem. Mais uma vez, eu n?o podia aceitar as duras realidades da vida dela e chorei durante a noite. Parecia que eu tinha recuado de volta ao est?gio da nega??o - todo o caminho de volta... O QUADRO COMPLETO No entanto, no meio desta s?bita onda de tristeza, rezei por ela, lembrando-me de Jesus na Cruz e da agonia que Ele havia sofrido. Foi justo que Deus enviou seu Filho para morrer pelos meus pecados? N?o! ?N?o era justo que Jesus derramasse seu sangue inocente por mim. N?o era justo que Ele fosse impiedosamente ridicularizado, despido de Suas roupas, chicoteado, espancado e crucificado na Cruz. O Pai suportou esta vis?o dolorosa por amor a mim. Seu cora??o sofreu, assim como meu cora??o d?i quando vejo minha filha sofrer. Ele suportou isso para que eu pudesse ser aceita, perdoada e amada. Deus realmente se importa com a minha dor e entende como me sinto. Esta percep??o me permitiu render-me aos seus planos soberanos para Jennie, sabendo que Ele a ama ainda mais do que eu. Embora eu n?o tenha todas as respostas, e eu s? possa ver metade do quadro, conhe?o Aquele que v? o quadro completo de sua vida. Eu simplesmente preciso depositar minha f? e confian?a Nele. Finalmente adormeci, consolada pelo seu amor. Acordei com esperan?a renovada. Ele me d? gra?a suficiente para cada dia. Posso ter uma reca?da emocional de vez em quando, mas a miseric?rdia de Deus pode me levar adiante. Com Ele ao meu lado para me dar esperan?a, tenho f? de que sempre voltarei a ressurgir vendo minha dor ? luz de Sua gl?ria! Rezo para que voc? tamb?m encontre Sua for?a e seguran?a nos momentos mais dolorosos e desconcertantes de suas vidas, para que possa experimentar Sua profunda e permanente esperan?a. Quando voc? estiver fraco, que Ele te ajude a carregar seus fardos e ver seu sofrimento ? luz de Sua gl?ria. Sempre que a pergunta, "Por que eu Senhor?" entra em seus pensamentos, que o Senhor abra seu cora??o para Sua miseric?rdia amorosa enquanto Ele carrega o fardo com voc?. "Pela tarde, vem o pranto, mas, de manh?, volta a alegria". Salmo 29:6
Por: Elizabeth Livingston
MaisPODE SEU SOFRIMENTO TRAZER B?N??OS? Recentemente, meu marido e eu tivemos uma reuni?o na escola para avaliar os problemas de desaten??o e desempenho de nosso filho Asher de 6 anos. A avalia??o durou mais de duas horas e incluiu aconselhamento e sess?es de perguntas e respostas separadas para mim e meu marido. Precis?vamos muito da avalia??o para nos ajudar a entender os desafios de Asher e ajud?-lo a melhorar e ter um bom desempenho em suas atividades. Sentei-me no centro de avalia??o com minha filha no colo enquanto meu filho brincava em uma sala cheia de brinquedos e quebra-cabe?as. A assessora trouxe question?rios e come?ou a fazer- me perguntas. Ela perguntou sobre a hist?ria da fam?lia, complica??es na gravidez, medicamentos, desafios em casa, o desempenho de Asher em casa e na escola, as dificuldades que ele est? enfrentando, o apoio da fam?lia, etc. Ela gravou todas as minhas respostas. Depois de preencher os question?rios, e ter visto a profundidade do meu estado emocional, a conselheira disse que n?o poderia deixar de fazer-me uma pergunta muito pessoal - ?Como voc? est? lidando emocionalmente com todos esses desafios? Qual ? a fonte da sua for?a? ? Eu disse que tenho f? em Deus e acredito que Ele me d? for?as para enfrentar cada dia. Eu me perguntei quanto sentido aquele segredo da minha for?a fazia para ela. Tudo o que ela sabia sobre mim era que eu estava completamente estressada - segurando no colo uma filha de quatro anos que est? quase em estado vegetativo, outra crian?a lutando para encaixar-se em um mundo que n?o funciona como ele, e eu, uma m?e claramente exausta sentada no centro de avalia??o, esperando que eles acompanhem a singularidade de meu filho, n?o apenas suas falhas, e me d?em algumas dicas ?teis sobre educa??o dos filhos para levar para casa. Mas, para minha surpresa, a conselheira balan?ou a cabe?a com um sorriso e com os olhos cheios de l?grimas concordou comigo sobre o que eu disse ser minha fonte de for?a. Achei que minha vida complicada desqualificaria-me para compartilhar minha f? em Jesus. Mas descobri que compartilhar minha f? por meio de meu sofrimento revela o poder de Cristo em minha vida. Como S?o Paulo diz com raz?o, Seu poder ? aperfei?oado em nossa fraqueza (2 Cor 12: 8). Normalmente, queremos glorificar a Deus por meio de nossa for?a e sucessos e, por isso, esperamos at? que as coisas estejam indo bem em nossas vidas para dar testemunho. Mas Deus tamb?m quer usar nosso sofrimento para Sua gl?ria. Ele quer que compartilhemos nossa f? bem no meio de nossas prova??es. Em seu livro ?The Purpose Driven Life?, Rick Warren compartilha palavras que me d?o grande consolo: ?Suas fraquezas n?o s?o um acidente. Deus deliberadamente permitiu elas em sua vida com o prop?sito de demonstrar Seu poder atrav?s de voc?. Outras pessoas encontrar?o cura em suas feridas. Suas maiores mensagens de vida e seu minist?rio mais eficaz vir?o de suas feridas mais profundas.? Se voc? se encontra no meio da dor e no meio da escurid?o, n?o desperdice essas experi?ncias. Use-as para glorificar a Deus. N?o espere at? que tudo melhore para que voc? possa dizer: Veja como eu superei isso! Considere deixar Deus ministrar aos outros em meio ao seu caos. Deixe que a for?a dele se manifeste por meio de seu sofrimento ao apoiar-se nele para ter coragem. Aquela coisa que voc? sente que o desqualifica para compartilhar sua f? pode ser a ?nica coisa que proclama mais claramente sua f? e testemunha do amor de Deus. Espero que minha experi?ncia o encoraje hoje.
Por: Elizabeth Livingston
MaisAqui est? uma t?cnica simples para manter o foco no plano de Deus para sua vida H? alguns anos, em uma Missa de Ano Novo celebrando a Solenidade de Maria, M?e de Deus, o padre nos encorajou a pedir ? M?e Sant?ssima uma "palavra" para o pr?ximo ano. Talvez isso fosse uma gra?a especial que Ela queria nos dar, ou uma palavra de reorienta??o para nossa miss?o na vida, ou uma virtude que ela queria nos ajudar a crescer. A escolha da palavra cabia a Ela ? nosso papel era orar e receber essa palavra, e ent?o deix?-la desvendar seu significado para n?s ao longo do pr?ximo ano. O padre fez uma pausa e nos deu algum tempo para rezar. Pedi a Nossa Senhora a "palavra" que Ela tinha para mim e a palavra "humildade" veio claramente a minha mente. No decorrer daquele ano, aprendi muito com Maria sobre humildade e sei que Ela me ajudou a crescer nessa virtude que Ela viveu t?o lindamente em sua vida. No ano seguinte, a palavra que recebi foi "contentamento". Nos meses que se seguiram, Maria me ajudou a aprender sobre o que S?o Paulo fala em Filipenses 4:11: ?N?o ? minha pen?ria que me faz falar. ?Aprendi a contentar-me com o que tenho.? Pedir ? M?e Sant?ssima essa palavra como tema anual provou ser uma pr?tica frut?fera para mim na minha vida espiritual. Ent?o, no in?cio de cada Ano Novo, eu rezo e pe?o a Nossa Senhora que me d? sua "palavra" especial para o ano que vir?. Para este ?ltimo ano de 2021, minha palavra foi ?intercess?o?. Em retrospecto, posso ver o qu?o apropriado esse tema foi para mim, pois estou em uma fase em que sou a respons?vel nos cuidados de minha m?e idosa. Minha vida agora gira em torno de cuidar dela, o que ? um privil?gio e uma honra, mas tamb?m exigiu que eu reduzisse meu envolvimento externo com pessoas e minist?rios dos quais eu fazia parte. ?s vezes, pode parecer isolado e solit?rio. ? medida que minha m?e envelhece, vamos a mais consultas m?dicas, sess?es de fisioterapia, exames de rotina, etc. e suas necessidades emocionais exigem tratamento delicado e apoio. No final do dia, n?o me sobra muita energia f?sica e mental. Mas em momentos tranquilos quando estamos no carro, ou nas salas de exame esperando os m?dicos, eu posso interceder pelas pessoas. Deixo o Senhor trazer ? mente aquelas por quem Ele quer que eu ore ? amigos, familiares, l?deres de minist?rio em nossa organiza??o sem fins lucrativos, as pessoas que servimos, etc. Rezo por cada pessoa que vem em ?meus pensamentos. Sinto o amor terno do Senhor por elas, Seu desejo de aben?o?-las, cur?-las e ajud?-las. Conforta meu cora??o utilizar o amor e miseric?rdia que o Bom Pastor tem por Suas ovelhas. E de alguma forma, sinto-me mais ligada ?s pessoas enquanto coopero com Maria nesta miss?o que Ela me conduz ao dar-me a? ?palavra? . Em vez de me sentir isolada, essa profunda uni?o com Cristo enche meu cora??o. Como nos aproximamos do final deste ano e in?cio de 2022, encorajo voc? a adotar essa pr?tica que o padre recomendou. Tire um tempo para ora??o contemplativa e pe?a a Nossa Senhora para lhe dar a "palavra" Dela para voc? neste Ano Novo. Receba-a, e ent?o pe?a a Ela para ajud?-la a entender o que Ela quer dizer, como isso vai ajud?-la a viver? melhor o plano de Deus para sua vida, e como voc? pode aben?oar outras pessoas ao aceit?-lo. Voc? pode descobrir que essa simples ora??o e pr?tica trar? profunda riqueza ? sua vida espiritual, assim como eu.
Por: Ellen Hogarty
MaisAt? ent?o, ir ? igreja era apenas para manter meus pais felizes. Eu n?o esperava que houvesse algu?m l? que me amasse, mesmo quando eu n?o me importava Nasci em uma fam?lia Cat?lica na ?ndia, ent?o, para mim, crescer como Cat?lica foi mais por causa da tradi??o do que da f?. Ir ? missa dominical e receber a Sagrada Comunh?o era rotina, e eu nunca tive realmente um relacionamento com Jesus. N?o levava minha f? a s?rio. Era mais para manter meus pais felizes, ent?o, por causa deles, ia ? igreja. Quando me mudei para a Inglaterra com a impressionante idade de 13 anos, minha vida passou por uma reviravolta completa. No meio desse choque cultural, sofria bullying na escola. Isso era t?o traumatizante que me sentia um lixo. Eu n?o conseguia entender o que estava acontecendo e me sentia t?o deprimida que comecei a pensar: ?Por que estou viva?? Eu me joguei no meu estudo e minhas notas melhoraram, ent?o eu pude estudar farm?cia na Universidade de Birmingham. Fiquei surpresa quando conheci um grupo de jovens que me aceitou do jeito que eu era pela primeira vez na vida. Embora isso tenha sido ?timo, tamb?m foi muito estranho porque eles se reuniam para rezar e eu n?o estava acostumada com isso. Quando eles louvavam a Deus, eu achava estranho porque eu n?o tinha um relacionamento com Cristo. Eles pertenciam a um movimento carism?tico Cat?lico internacional para jovens chamado Jesus Youth. Embora n?o conseguisse entend?-los, continuei porque me senti t?o acolhida e decidi acompanh?-los a uma confer?ncia chamada ?Dare to Go?. Durante uma sess?o de cura interior, todas as lembran?as do que havia acontecido comigo no passado vieram ? tona. Eu n?o conseguia parar de chorar, ent?o senti o amor de um Pai me abra?ando e entendi que Jesus estava me carregando todo aquele Tempo. Finalmente percebi que algu?m me amava por quem eu era e n?o me julgava. Ele sempre esteve perto, mesmo quando eu n?o O conhecia, mesmo quando eu n?o O amava. Ent?o, comecei a passar mais tempo com o grupo de jovens e outras pessoas que pensavam da mesma forma. Perguntei a Deus como poderia servi-Lo e Ele colocou as pessoas certas no meu caminho. Descobri que Ele havia me dado um dom de m?sica: para cantar, glorific?-Lo e compartilhar Seu amor com os outros. Quanto mais canto para Ele, quanto mais louvo e glorifico a Deus atrav?s da minha voz, mais me sinto atra?da e pr?xima de ?Cristo. O que me faz continuar e o que me mant?m ligada a Cristo ? o Seu amor incondicional. No entanto, eu n?o era um modelo de perfei??o. Como muitos jovens, decidi experimentar as coisas que todos pareciam gostar. O ?lcool me ajudou a encaixar naquela multid?o, mas mesmo quando me desviei, Deus estava comigo para redirecionar meus passos. Ele colocou certas pessoas em minha vida para gentilmente me levar de volta para Ele. Ele ? um Deus muito gentil. Ele nunca me for?ou ou me arrastou. Ele esperou pacientemente e me deu in?meras oportunidades, repetidas vezes, de voltar a Ele, para que eu pudesse experimentar Seu amor. Quanto mais eu conhecia a Cristo, mais reconhecia o qu?o fraca eu era. Todos os dias Ele revelava algo sobre mim que eu nunca havia percebido. Minhas falhas e lutas tornaram-se uma oportunidade de me aproximar Dele, enquanto eu sentia que, se compartilhasse minhas fraquezas com outra pessoa, ela provavelmente me rejeitaria e me julgaria. Mas posso continuar indo a Ele repetidamente na Adora??o ou na Missa, entregar minha fraqueza a Ele e pedir-Lhe que me liberte dela. Ele aceita voluntariamente o fardo. Ele me aperfei?oa dia a dia como uma joia preciosa. N?o consigo me impedir de ser atra?da pelo Seu amor. Nosso relacionamento se tornou t?o pr?ximo que eu n?o posso rejeit?-lo mesmo que eu quisesse, e se eu o rejeito caindo novamente no pecado, o amor de Deus me levanta novamente. Toda vez que eu caio Ele diz: ?n?o tem problema? e ? isso que me mant?m conectada a Ele, ? isso que me mant?m apegada. Quando vou ? Missa, tenho a experi?ncia concreta do encontro com Cristo na Eucaristia. Toda vez que eu O recebo, me emociono porque estou recebendo o mais santo dos santos em meu corpo fr?gil e pecador e isso me fortalece dia a dia. Quando comecei a jornada com Cristo e experiment?-lo de maneira pessoal, comecei a perceber que n?o importa o que est? acontecendo ao meu redor - quanto dinheiro eu tenho ou quantos amigos eu tenho. Antes eu buscava a aprova??o das pessoas e no momento em que me rejeitavam minha felicidade acabava. Mas com Cristo, n?o importa se as pessoas te aprovam ou n?o. Ele diz: ?Eu escolhi voc?? e quando ou?o essas palavras, sinto que alcancei tudo. Isso me traz muita felicidade, alegria e paz. Eu encorajo voc? a dar a Jesus uma oportunidade de fazer a diferen?a em sua vida. Ele est? batendo na porta, mas Ele nunca a for?ar?, voc? ? convidado a abri-la para Ele. Voc? nunca vai se arrepender se fizer isso. Voc? estar? abrindo a porta para uma infinidade de coisas boas. As b?n??os que Ele derramar? sobre voc? e as coisas que voc? pode alcan?ar com Sua ajuda s?o intermin?veis. Nada ? imposs?vel para Ele. Ele me deu a coragem de dizer sim a coisas que eu nunca poderia ter imaginado. Cristo me deu for?as para tirar um ano de folga de minhas atividades habituais para fazer o trabalho mission?rio com o grupo de jovens Jesus Youth. Eu distintamente O ouvi dizer: ?Shelina, eu quero que voc? tire esse ano para fazer isso. Eu lhe mostrarei quanto mais voc? pode alcan?ar atrav?s de Mim?. Eu estava sempre t?o ansiosa para viajar, conhecer novas pessoas ou passar tempo com pessoas que eu n?o conhecia. Com Ele ao meu lado, eu poderia sair da minha zona de conforto para fazer essas mesmas coisas e me divertir. Esse medo incessante e autoconsciente de que as pessoas me julguem desapareceu porque minha vida agora tem um prop?sito ? compartilhar Cristo com os outros. N?o h? presente maior que eu poderia dar a algu?m e Ele merece nosso amor. Se Ele deixou os 99 e veio atr?s de mim, tenho certeza que Ele j? est? te procurando, te chamando de volta para casa. ARTIGO ? baseado no depoimento compartilhado por Shelina Guedes para o programa Shalom World ?U-Turn?. Para assistir aos epis?dios acesse: shalomworld.org/episode/u-turn
Por: Shelina Guedes
MaisDr. Roy Schoeman, nos conta como o ate?smo o arrastou para um po?o de desesperan?a e como ele saiu dele Nasci e fui criado judeu. Fui para o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, onde perdi minha cren?a em Deus e me tornei essencialmente ateu. Segui ent?o para Universidade de Harvard para estudar Administra??o de Empresa e depois de obter meu diploma, fui convidado para trabalhar na Faculdade. Ent?o, aos 29 anos, eu era professor de Marketing na Universidade de Harvard. Embora possa parecer surpreendente, foi quando meu mundo desmoronou. Desde crian?a, eu sabia que a vida deve ter um verdadeiro significado, que eu achava que viria ao come?ar um relacionamento pessoal com Deus. Eu esperava que isso acontecesse no meu Bar Mitzvah (Crisma para os Cat?licos) aos 13 anos. Quando n?o aconteceu o que eu ansiava, acabou sendo um dos dias mais tristes da minha vida. Ent?o eu pensei que o verdadeiro significado viria do sucesso na vida com coisas terrenas, mas como professor em Harvard, eu j? era mais bem sucedido em uma carreira profissional do que eu esperava, mas ainda n?o havia significado ou prop?sito em minha vida. Portanto, naquele momento, ca? no desespero mais sombrio da minha vida. CAMINHO ?ESPIRITUAL Certa manh?, bem cedo, eu estava caminhando em uma Reserva Natural ? beira-mar, entre pinheiros e dunas de areia. Eu estava apenas caminhando, perdido em meus pensamentos. H? muito eu havia perdido a esperan?a de acreditar que Deus existia. Mas, de repente, o v?u entre a Terra e o C?u desapareceu, e eu estava na presen?a de Deus, olhando para minha vida como se tivesse morrido. Vi que tudo o que j? havia acontecido comigo havia sido a coisa mais perfeita que poderia ter sido arranjada pelas m?os de um Deus onisciente e amoroso, n?o apenas incluindo aquelas coisas que causaram mais sofrimento, mas especialmente elas. Vi que teria dois grandes arrependimentos depois que morresse. Em primeiro lugar, todo o tempo e energia que desperdicei me preocupando em n?o ser amado quando fui mantido em um oceano de amor, maior do que qualquer coisa que eu pudesse imaginar, em todos os momentos de minha exist?ncia, vindo deste Deus onisciente e amoroso. E em segundo lugar, todas as horas que eu havia perdido sem fazer nada de valor aos olhos do C?u, uma vez que cada momento cont?m a possibilidade de fazer algo valioso aos olhos de Deus. Toda vez que aproveitarmos essa oportunidade, seremos verdadeiramente recompensados por toda a eternidade, e toda oportunidade que deixarmos escapar e n?o aproveitarmos ser? uma oportunidade perdida por toda a eternidade. Mas o aspecto mais surpreendente dessa experi?ncia foi chegar ao conhecimento ?ntimo, profundo e certo de que o pr?prio Deus - o Deus que n?o apenas criou tudo o que existe, mas criou a pr?pria exist?ncia - n?o apenas me conhecia pelo nome e se importava comigo, Ele estava cuidando de mim, a cada momento da minha exist?ncia, organizando tudo o que j? aconteceu comigo da maneira mais perfeita. Ele realmente sabia e se importava como eu me sentia a cada momento. De uma forma muito real, tudo o que me fazia feliz o fazia feliz, e tudo o que me deixava triste o deixava triste. Percebi que o significado e prop?sito da minha vida era adorar e servir ao meu Senhor, Deus e Mestre que estava revelando-se a mim, mas eu n?o sabia Seu nome ou que religi?o era essa. Eu n?o pude pensar nisso como o Deus do Antigo Testamento, ou esta religi?o como o Juda?smo. A imagem de Deus que emerge do Antigo Testamento ? de um Deus muito mais distante, severo e soberano do que esse Deus era. Eu sabia que Ele era meu Senhor e Deus e meu mestre, e n?o queria nada al?m de ador?-Lo e servi-Lo adequadamente, mas n?o sabia quem Ele era ou qual religi?o seguir.?? Ent?o rezei: ?Deixe-me saber Seu nome para que eu saiba qual religi?o seguir. N?o me importo se voc? ? Buda e eu tenho que me tornar um Budista; N?o me importo se voc? ? Krishna e eu tenho que me tornar um Hindu; N?o me importo se voc? ? Apolo e eu tenho que me tornar um pag?o Romano. Desde que voc? n?o seja Cristo e eu tenha que me tornar Crist?o!? Bem, Ele respeitou aquela ora??o e n?o me revelou Seu nome. Mas voltei para casa mais feliz do que nunca na minha vida. Tudo o que eu queria era saber o nome do meu Senhor, Deus e mestre que se revelou a mim, e qual religi?o seguir. Assim, todas as noites, antes de dormir, eu fazia uma pequena ora??o que havia inventado para saber o nome do meu Senhor, meu Deus e mestre que se revelou a mim naquela experi?ncia. BELEZA ?AL?M ?DE ?PALAVRAS Um ano depois daquela primeira experi?ncia, adormeci depois de ter feito aquela ora??o, assim como uma ora??o de agradecimento pelo que havia acontecido exatamente um ano antes. Eu pensei que tinha sido acordado por uma m?o tocando meu ombro suavemente, e fui levado a um quarto e deixado sozinho com a jovem mais linda que eu poderia imaginar. Eu sabia, sem que me dissessem, que era a Sant?ssima Virgem Maria. Quando me vi em Sua presen?a, tudo o que eu queria fazer era cair de joelhos e, de alguma forma, honr?-la adequadamente. Na verdade, o primeiro pensamento que me passou pela cabe?a foi: ?Oh meu Deus, eu gostaria de pelo menos saber a Ave-Maria!?, mas n?o sabia. Suas primeiras palavras foram uma oferta para responder a quaisquer perguntas que eu pudesse ter. Bem, meu primeiro pensamento foi pedir a ela que me ensinasse a Ave Maria, para que eu pudesse honr?-la adequadamente, mas era orgulhoso demais para admitir que n?o sabia. Ent?o, como forma indireta de faz?-la me ensinar a Ave-Maria, perguntei-lhe qual era sua ora??o favorita. Sua primeira resposta foi: ?Eu amo todas as ora??es para mim?. Mas eu fui um pouco insistente e disse: ?Mas voc? deve amar algumas ora??es mais do que outras?. Ela cedeu e recitou uma ora??o em portugu?s. Eu n?o sabia nada de portugu?s, ent?o tudo que eu podia fazer era tentar lembrar foneticamente as primeiras s?labas e escrev?-las assim que acordasse na manh? seguinte. Mais tarde, conheci uma Cat?lica portuguesa, pedi-lhe que recitasse as ora??es marianas em Portugu?s para mim, e identifiquei a ora??o como '? Maria concebida sem pecado, rogai por n?s que recorremos a V?s'. Por mais linda que Maria fosse, ainda mais profundamente comovente era a beleza de sua voz. A ?nica maneira que posso descrev?-la ? dizer que foi composta daquilo que faz M?sica, M?sica. Quando ela falou, a beleza de sua voz fluiu atrav?s de mim, levando seu amor com ela, e me levou a um estado de ?xtase maior do que eu jamais imaginei que pudesse existir. A maioria das minhas perguntas simplesmente flu?am do fato de eu estar maravilhado por quem Ela era. A certa altura, gaguejei: ?Como pode ser que voc? seja t?o gloriosa, t?o magn?fica, t?o exaltada?? Sua resposta foi apenas olhar para mim quase com pena e balan?ar a cabe?a suavemente e dizer 'Oh n?o, voc? n?o entende. Eu n?o sou nada. Eu sou uma criatura. Eu sou uma creatura. Ele ? tudo'. Ent?o, novamente com o desejo de honr?-la de alguma forma apropriada, perguntei qual t?tulo ela mais gostava para si mesma. Sua resposta foi: ?Sou a filha amada do Pai, M?e do Filho e Esposa do Esp?rito?. Fiz-lhe v?rias outras perguntas de menor import?ncia, depois das quais ela falou comigo por mais 10 ou 15 minutos. Depois disso, a audi?ncia acabou e eu voltei a dormir. Na manh? seguinte, quando acordei, estava perdidamente apaixonado pela Sant?ssima Virgem Maria e sabia que n?o queria nada al?m de ser o mais pleno e completamente crist?o poss?vel. A partir dessa experi?ncia, percebi, ? claro, que o Deus que se revelou a mim um ano antes era Cristo. EM? BUSCA Havia um santu?rio de Nossa Senhora de La Salette a cerca de 45 minutos de onde eu morava. Comecei a ir l? tr?s ou quatro vezes por semana, apenas para passear pelo terreno, sentir a presen?a da Sant?ssima Virgem Maria e conversar com ela. O santu?rio era propriedade da Igreja Cat?lica e por isso, ?s vezes, estava sendo celebrada a Santa Missa. Sempre que estava presente ?a uma Missa, sentia um desejo tremendo de receber a Eucaristia, embora n?o soubesse o que era. Essas duas coisas me levaram sem muito desvio para a Igreja Cat?lica ? sabendo quem era a Sant?ssima Virgem Maria e querendo receber a Comunh?o, diariamente, se poss?vel. Ao entrar para a Igreja Cat?lica, n?o s? n?o deixei de ser judeu, mas, a meu ver, tornei-me mais judeu do que nunca, pois ao faz?-lo tornei-me um judeu seguidor do Messias judeu, em vez de um judeu que n?o tinha reconhecido o Messias judeu e permaneceu no Juda?smo ?pr?-Messi?nico?. A meu ver, a Igreja Cat?lica ? o Juda?smo p?s-Messi?nico e o Juda?smo ? o Catolicismo pr?-Messi?nico: duas fases em uma e o mesmo plano de salva??o para toda a humanidade. Sou infinitamente grato por ter tido essas experi?ncias. Fui levado ? plenitude da verdade, a um relacionamento pessoal com Deus al?m de qualquer coisa que eu jamais imaginei que pudesse existir, a saber as respostas para todas as perguntas sobre o homem, sobre Deus, sobre o sentido da vida, sobre o que acontece depois que voc? morre, e muito mais que me atormentava quando jovem. Mais importante, ganhei uma esperan?a bem fundamentada de uma eternidade de felicidade e amor inimagin?veis ??na presen?a de Deus. ARTIGO ? baseado no testemunho inspirador compartilhado pelo Dr. Roy Schoeman para o programa Shalom World ?Mary My Mother?. Para assistir ao epis?dio acesse: shalomworld.org/episode/mary-my-mother
Por: Dr Roy Schoeman
MaisExiste Sensibilidade Eucar?stica? Talvez esta hist?ria a respeito do Papa Jo?o Paulo II possa responder ? pergunta. Durante uma viagem ao Estado de Maryland, o Papa Jo?o Paulo II estava programado para passar por um corredor na resid?ncia do Arcebispo. Ao longo desse corredor havia uma entrada para a Capela onde o Sant?ssimo Sacramento estava reservado. O organizador papal garantiu que nada indicava que a porta conduzisse ? Capela, pois sabia que Jo?o Paulo II certamente entraria para fazer uma visita ao Senhor, fazendo assim desviar significativamente o cronograma. No dia da peregrina??o, o Papa Jo?o Paulo passou pela porta e parou. Ele acenou o dedo para o organizador, abriu a porta da Capela, entrou e ajoelhou-se para rezar. Um dos padres que testemunhou o evento comentou maravilhado: "Ele nunca esteve neste lugar antes, nunca p?s os olhos no lugar, e n?o havia nada na porta que a distinguisse de alguma forma como Capela. Era apenas mais uma porta em um corredor cheio de portas". Mas ele voltou para tr?s, abriu aquela porta, entrou na Capela e rezou". De sua intensa rela??o com a Eucaristia, surgiu o incr?vel dom da sensibilidade Eucar?stica. O Santo Padre nos ensinou uma li??o a respeito dos desejos de nosso cora??o. Quando nosso desejo ? grande, nossa consci?ncia e sensibilidade em rela??o ?quilo que desejamos aumenta muito. Oremos para que o Bom Deus nos ajude a crescer em nosso desejo por Ele e nos inspire a reservar tempo regularmente para passarmos a s?s com Ele no Sant?ssimo Sacramento.
Por: Shalom Tidings
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