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Inevitavelmente, outros far?o coisas que nos incomodam. Mas um cora??o empenhado em crescer em santidade pode aprender a transformar essas frustra??es em oportunidades de crescimento.
Por muito tempo, o local designado para medita??o da Irm? Therese era perto de uma Irm? inquieta que constantemente brincava com seu ros?rio ou algum outro objeto. Irm? Therese era extremamente sens?vel a sons dispersos e logo esgotou todos os seus recursos para permanecer concentrada. Embora s? ela tivesse essa hipersensibilidade ?s distra??es, a irm? Therese tinha um forte impulso de se virar e dar a agressora um olhar que a faria parar os ru?dos.
Ao considerar esta op??o, Irm? Therese sabia que a melhor maneira era suportar com tranquilidade, tanto por amor a Deus como para evitar magoar a desafortunada irm?. Ent?o ela se esfor?ou para ficar quieta, mas morder a l?ngua exigia tanto esfor?o que ela come?ava a suar. Sua medita??o transformou-se em sofrer com paci?ncia. Com o tempo, entretanto, Irm? Therese come?ou a suportar com paz e alegria, enquanto esfor?ava-se para sentir prazer at? mesmo no barulho desagrad?vel. Em vez de tentar n?o ouvir, o que era imposs?vel; Irm? Therese ouvia-o ?como se fosse uma m?sica deliciosa. O que deveria ter sido sua ?ora??o silenciosa? tornou-se, em vez disso, uma oferta de ?m?sica? a Deus.
Nos aborrecimentos que suportamos em nossa vida di?ria, com que frequ?ncia perdemos oportunidades de praticar a virtude da paci?ncia? Em vez de expressar raiva ou antipatia, podemos permitir que a experi?ncia nos ensine generosidade compreens?o e paci?ncia. A paci?ncia torna-se ent?o um ato de caridade e um momento de convers?o. Estamos todos empenhados num caminho de f?, onde descobrimos cada vez mais Jesus como Aquele que ? paciente connosco!
Shalom Tidings
Voc? j? encontrou uma pergunta sem solu??o que o fez perceber que a Ci?ncia n?o tem todas as respostas? ?Eu me tornei Cat?lica porque a Qu?mica me levou a Cristo.? Eu abandonei minha f? de inf?ncia para estudar Ci?ncia porque achava que elas eram incompat?veis. Eu amava Qu?mica, porque ? tudo sobre a estrutura fundamental abaixo da nossa experi?ncia macrosc?pica. ?? sobre a busca pela Verdade. Pensei que a Ci?ncia tinha todas as respostas at? ter uma tremenda experi?ncia com Deus. Isso aconteceu enquanto eu trabalhava como cientista estudando fotoss?ntese artificial. Eu estava tentando desenvolver uma nova fonte de energia alternativa para combust?veis f?sseis. Eu me encantava com o meu trabalho, pois sempre quis tornar este mundo um lugar melhor fazendo algo bom. No entanto, simular fotoss?ntese em materiais nano compostos em um laborat?rio de qu?mica de ?ltima gera??o ? em si mesma uma tarefa absurda. Um dia, quando minha pesquisa n?o estava indo muito bem, olhei despretensiosamente da minha janela do terceiro andar para a copa de uma ?rvore linda, alta e antiga ? uma Ginkgo biloba. Ao contemplar sua beleza, de repente senti como se um v?u tivesse ca?do. Minha mente ficou inundada de fatos interconectados - como as plantas usam o sol, a ?gua e o di?xido de carbono que respiramos para fazer toda a biomassa na Terra. Esta nano f?brica incrivelmente complexa, afinada e bem orquestrada usa todas essas pequenas mol?culas e v?rias prote?nas ? na exata dist?ncia e na posi??o certa, fornecendo apenas o fluido certo em um lugar e a matriz perfeita em outro lugar. Tudo se encaixa em uma s?rie de rea??es qu?micas precisas mais rapidamente do que voc? jamais poderia descrev?-las. Naquele momento, ficou t?o claro que realmente h? um grande Qu?mico que fez todo o universo. Foi engra?ado eu estar aqui no laborat?rio tentando salvar o planeta enquanto l? fora estava todo o universo. Eu n?o estava disposta a encarar o fato de que tudo o que eu estava tentando fazer como cientista era imitar e simular a natureza. Naquele momento, eu desenvolvi uma profunda convic??o de que a Ci?ncia ? o estudo da obra de Deus, porque a Ci?ncia ? o estudo da Natureza, e a Natureza ? a cria??o de Deus. Uma vez que eu tive isso claro em minha mente, nada na Ci?ncia nunca mais me fez questionar a minha f?. Esse momento de realiza??o teve um grande impacto na minha forma de pensar. N?s n?o somos Deus. N?s nem entendemos o que est? acontecendo. Ele entende e sabe tudo o que Ele est? mantendo em exist?ncia. N?s nem sabemos quantos el?trons est?o na ponta de nossos narizes, mas Deus sabe! ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- ARTICLE ? um trecho do programa Shalom World "Jesus My Savior" (Jesus Meu Salvador), onde a Dra. Stacy A Trasancos compartilha tudo sobre suas experi?ncias. Para assistir ao epis?dio visite: shalomworld.org/episode/jesus-my-savior
Por: Dr. Stacy A. Trasancos
MaisKim A-gi Agatha e seu marido n?o tiveram contato com o Cristianismo ou a Doutrina Cat?lica. Eles praticavam confucionismo. Mas a irm? mais velha de Agatha, uma Cat?lica devota, veio visit?-la. Olhando em volta para as armadilhas da f? do casal, incluindo um grande ba? de arroz com t?buas de ancestrais, ela perguntou ? sua irm? mais nova: "Por que voc? se apega a essas coisas? Elas n?o s?o nada al?m de supersti??o!?. Sua irm? proclamou que o ?nico verdadeiro governante do mundo ? Jesus Cristo. "Acordai da vossa escurid?o", disse ela ? irm?, "e aceitai a luz da verdade." A insist?ncia da sua irm? despertou um grande desejo em Agatha. Sabendo que seria dif?cil ir contra seu marido e a tradi??o de sua fam?lia, ela decidiu, no entanto, aceitar Cristo e sofrer voluntariamente quaisquer dificuldades que lhe pudessem surgir. Agatha n?o tinha muitas capacidades intelectuais e por muito que tentasse, ela era incapaz de memorizar as ora??es da manh? e da noite. Eventualmente, ela ficou conhecida como a mulher que n?o sabia nada al?m de "Jesus e Maria". Devido ? sua incapacidade de aprender doutrina e ora??es, Kim A-gi Agatha n?o foi inicialmente batizada. Em setembro de 1836, Agatha e outras duas mulheres foram presas por causa da sua F? Cat?lica. Quando interrogada, Agatha permaneceu firme e bravamente ficou diante de seus torturadores dizendo: "Eu n?o sei nada al?m de Jesus e Maria. Eu n?o vou rejeit?-los?. Seu testemunho corajoso a levou a ser a primeira batizada na pris?o durante a persegui??o. Junto com outros crist?os condenados, Agatha foi amarrada pelos bra?os e cabelos a uma grande cruz erguida em cima de um carro de bois. No topo de uma colina ?ngreme, guardas for?aram os bois a correr de cabe?a para baixo. A estrada era ?spera, com muitas pedras. As carro?as batiam nos buracos, causando grande agonia aos corajosos prisioneiros pendurados nas cruzes. Ap?s esta prova??o, ao p? da colina, os carrascos violentamente decapitaram cada um dos santos m?rtires. Agatha e outros oito m?rtires receberam sua coroa de gl?ria na mesma hora em que Jesus - tr?s horas da tarde. Quase cem anos depois, Kim A-gi Agatha foi beatificada junto com os outros m?rtires em 5 de julho de 1925. Eles foram canonizados em sua Coreia natal em 6 de maio de 1984 pelo Papa Jo?o Paulo II.
Por: Shalom Tidings
MaisUm padre estava visitando Roma e tinha um encontro marcado com o Papa Jo?o Paulo II em uma audi?ncia privada. No caminho, ele visitou uma das muitas lindas bas?licas. Como de costume, os degraus estavam lotados de mendigos, mas um deles chamou sua aten??o. "Eu conhe?o voc?. N?o fomos ao semin?rio juntos? ? O mendigo acenou com a cabe?a afirmando. "Ent?o voc? se tornou um padre, n?o ??" o padre perguntou a ele. "N?o mais! Por favor, deixe-me em paz!" o mendigo respondeu zangado. Ciente do hor?rio de sua reuni?o com o Santo Padre aproximando, o padre saiu prometendo: "Vou rezar por voc?", mas o mendigo zombou: "Como se fosse adiantar." Normalmente, as audi?ncias privadas com o Papa s?o muito curtas - algumas palavras s?o trocadas enquanto ele concede sua b?n??o e um ros?rio aben?oado. Quando chegou a vez do padre, o encontro com o padre pedinte ainda estava em sua mente, ent?o ele implorou a Sua Santidade que rezasse por seu amigo e, em seguida, compartilhou toda a hist?ria. O Papa ficou intrigado e preocupado, pedindo mais detalhes e prometendo rezar por ele. Al?m disso, ele e seu amigo mendigo receberam um convite para jantar a s?s com o Papa Jo?o Paulo II. Depois do jantar, o Santo Padre falou em particular com o mendigo. O mendigo saiu da sala em l?grimas. "O que aconteceu?" Perguntou o padre. A resposta mais not?vel e inesperada foi dada. ?O Papa pediu-me para ouvir a sua confiss?o?, disse o mendigo. Depois de recuperar a postura, ele continuou: ?Eu disse a ele:? Vossa Santidade, olhe para mim. Eu sou um mendigo, n?o um padre. '? ?O Papa olhou com ternura para mim, dizendo:? Meu filho, uma vez padre sempre padre, e quem entre n?s n?o ? um mendigo. Tamb?m apresento-me diante do Senhor como um mendigo, pedindo perd?o pelos meus pecados. '?Fazia tanto tempo que ele tinha ouvido uma confiss?o que o Papa teve que ajud?-lo com palavras de absolvi??o. O padre comentou: ?Mas voc? ficou l? por tanto tempo. Certamente o Papa n?o demorou tanto para confessar seus pecados. ? ?N?o?, disse o mendigo, ?mas depois que ouvi sua confiss?o, pedi a ele que ouvisse a minha?. Antes de partirem, o Papa Jo?o Paulo II convidou este filho pr?digo para assumir uma nova miss?o - ir e ministrar aos sem-teto e aos mendigos nos degraus da mesma igreja onde ele estava mendigando.
Por: Shalom Tidings
MaisAqui est? uma t?cnica simples para manter o foco no plano de Deus para sua vida H? alguns anos, em uma Missa de Ano Novo celebrando a Solenidade de Maria, M?e de Deus, o padre nos encorajou a pedir ? M?e Sant?ssima uma "palavra" para o pr?ximo ano. Talvez isso fosse uma gra?a especial que Ela queria nos dar, ou uma palavra de reorienta??o para nossa miss?o na vida, ou uma virtude que ela queria nos ajudar a crescer. A escolha da palavra cabia a Ela ? nosso papel era orar e receber essa palavra, e ent?o deix?-la desvendar seu significado para n?s ao longo do pr?ximo ano. O padre fez uma pausa e nos deu algum tempo para rezar. Pedi a Nossa Senhora a "palavra" que Ela tinha para mim e a palavra "humildade" veio claramente a minha mente. No decorrer daquele ano, aprendi muito com Maria sobre humildade e sei que Ela me ajudou a crescer nessa virtude que Ela viveu t?o lindamente em sua vida. No ano seguinte, a palavra que recebi foi "contentamento". Nos meses que se seguiram, Maria me ajudou a aprender sobre o que S?o Paulo fala em Filipenses 4:11: ?N?o ? minha pen?ria que me faz falar. ?Aprendi a contentar-me com o que tenho.? Pedir ? M?e Sant?ssima essa palavra como tema anual provou ser uma pr?tica frut?fera para mim na minha vida espiritual. Ent?o, no in?cio de cada Ano Novo, eu rezo e pe?o a Nossa Senhora que me d? sua "palavra" especial para o ano que vir?. Para este ?ltimo ano de 2021, minha palavra foi ?intercess?o?. Em retrospecto, posso ver o qu?o apropriado esse tema foi para mim, pois estou em uma fase em que sou a respons?vel nos cuidados de minha m?e idosa. Minha vida agora gira em torno de cuidar dela, o que ? um privil?gio e uma honra, mas tamb?m exigiu que eu reduzisse meu envolvimento externo com pessoas e minist?rios dos quais eu fazia parte. ?s vezes, pode parecer isolado e solit?rio. ? medida que minha m?e envelhece, vamos a mais consultas m?dicas, sess?es de fisioterapia, exames de rotina, etc. e suas necessidades emocionais exigem tratamento delicado e apoio. No final do dia, n?o me sobra muita energia f?sica e mental. Mas em momentos tranquilos quando estamos no carro, ou nas salas de exame esperando os m?dicos, eu posso interceder pelas pessoas. Deixo o Senhor trazer ? mente aquelas por quem Ele quer que eu ore ? amigos, familiares, l?deres de minist?rio em nossa organiza??o sem fins lucrativos, as pessoas que servimos, etc. Rezo por cada pessoa que vem em ?meus pensamentos. Sinto o amor terno do Senhor por elas, Seu desejo de aben?o?-las, cur?-las e ajud?-las. Conforta meu cora??o utilizar o amor e miseric?rdia que o Bom Pastor tem por Suas ovelhas. E de alguma forma, sinto-me mais ligada ?s pessoas enquanto coopero com Maria nesta miss?o que Ela me conduz ao dar-me a? ?palavra? . Em vez de me sentir isolada, essa profunda uni?o com Cristo enche meu cora??o. Como nos aproximamos do final deste ano e in?cio de 2022, encorajo voc? a adotar essa pr?tica que o padre recomendou. Tire um tempo para ora??o contemplativa e pe?a a Nossa Senhora para lhe dar a "palavra" Dela para voc? neste Ano Novo. Receba-a, e ent?o pe?a a Ela para ajud?-la a entender o que Ela quer dizer, como isso vai ajud?-la a viver? melhor o plano de Deus para sua vida, e como voc? pode aben?oar outras pessoas ao aceit?-lo. Voc? pode descobrir que essa simples ora??o e pr?tica trar? profunda riqueza ? sua vida espiritual, assim como eu.
Por: Ellen Hogarty
MaisAt? ent?o, ir ? igreja era apenas para manter meus pais felizes. Eu n?o esperava que houvesse algu?m l? que me amasse, mesmo quando eu n?o me importava Nasci em uma fam?lia Cat?lica na ?ndia, ent?o, para mim, crescer como Cat?lica foi mais por causa da tradi??o do que da f?. Ir ? missa dominical e receber a Sagrada Comunh?o era rotina, e eu nunca tive realmente um relacionamento com Jesus. N?o levava minha f? a s?rio. Era mais para manter meus pais felizes, ent?o, por causa deles, ia ? igreja. Quando me mudei para a Inglaterra com a impressionante idade de 13 anos, minha vida passou por uma reviravolta completa. No meio desse choque cultural, sofria bullying na escola. Isso era t?o traumatizante que me sentia um lixo. Eu n?o conseguia entender o que estava acontecendo e me sentia t?o deprimida que comecei a pensar: ?Por que estou viva?? Eu me joguei no meu estudo e minhas notas melhoraram, ent?o eu pude estudar farm?cia na Universidade de Birmingham. Fiquei surpresa quando conheci um grupo de jovens que me aceitou do jeito que eu era pela primeira vez na vida. Embora isso tenha sido ?timo, tamb?m foi muito estranho porque eles se reuniam para rezar e eu n?o estava acostumada com isso. Quando eles louvavam a Deus, eu achava estranho porque eu n?o tinha um relacionamento com Cristo. Eles pertenciam a um movimento carism?tico Cat?lico internacional para jovens chamado Jesus Youth. Embora n?o conseguisse entend?-los, continuei porque me senti t?o acolhida e decidi acompanh?-los a uma confer?ncia chamada ?Dare to Go?. Durante uma sess?o de cura interior, todas as lembran?as do que havia acontecido comigo no passado vieram ? tona. Eu n?o conseguia parar de chorar, ent?o senti o amor de um Pai me abra?ando e entendi que Jesus estava me carregando todo aquele Tempo. Finalmente percebi que algu?m me amava por quem eu era e n?o me julgava. Ele sempre esteve perto, mesmo quando eu n?o O conhecia, mesmo quando eu n?o O amava. Ent?o, comecei a passar mais tempo com o grupo de jovens e outras pessoas que pensavam da mesma forma. Perguntei a Deus como poderia servi-Lo e Ele colocou as pessoas certas no meu caminho. Descobri que Ele havia me dado um dom de m?sica: para cantar, glorific?-Lo e compartilhar Seu amor com os outros. Quanto mais canto para Ele, quanto mais louvo e glorifico a Deus atrav?s da minha voz, mais me sinto atra?da e pr?xima de ?Cristo. O que me faz continuar e o que me mant?m ligada a Cristo ? o Seu amor incondicional. No entanto, eu n?o era um modelo de perfei??o. Como muitos jovens, decidi experimentar as coisas que todos pareciam gostar. O ?lcool me ajudou a encaixar naquela multid?o, mas mesmo quando me desviei, Deus estava comigo para redirecionar meus passos. Ele colocou certas pessoas em minha vida para gentilmente me levar de volta para Ele. Ele ? um Deus muito gentil. Ele nunca me for?ou ou me arrastou. Ele esperou pacientemente e me deu in?meras oportunidades, repetidas vezes, de voltar a Ele, para que eu pudesse experimentar Seu amor. Quanto mais eu conhecia a Cristo, mais reconhecia o qu?o fraca eu era. Todos os dias Ele revelava algo sobre mim que eu nunca havia percebido. Minhas falhas e lutas tornaram-se uma oportunidade de me aproximar Dele, enquanto eu sentia que, se compartilhasse minhas fraquezas com outra pessoa, ela provavelmente me rejeitaria e me julgaria. Mas posso continuar indo a Ele repetidamente na Adora??o ou na Missa, entregar minha fraqueza a Ele e pedir-Lhe que me liberte dela. Ele aceita voluntariamente o fardo. Ele me aperfei?oa dia a dia como uma joia preciosa. N?o consigo me impedir de ser atra?da pelo Seu amor. Nosso relacionamento se tornou t?o pr?ximo que eu n?o posso rejeit?-lo mesmo que eu quisesse, e se eu o rejeito caindo novamente no pecado, o amor de Deus me levanta novamente. Toda vez que eu caio Ele diz: ?n?o tem problema? e ? isso que me mant?m conectada a Ele, ? isso que me mant?m apegada. Quando vou ? Missa, tenho a experi?ncia concreta do encontro com Cristo na Eucaristia. Toda vez que eu O recebo, me emociono porque estou recebendo o mais santo dos santos em meu corpo fr?gil e pecador e isso me fortalece dia a dia. Quando comecei a jornada com Cristo e experiment?-lo de maneira pessoal, comecei a perceber que n?o importa o que est? acontecendo ao meu redor - quanto dinheiro eu tenho ou quantos amigos eu tenho. Antes eu buscava a aprova??o das pessoas e no momento em que me rejeitavam minha felicidade acabava. Mas com Cristo, n?o importa se as pessoas te aprovam ou n?o. Ele diz: ?Eu escolhi voc?? e quando ou?o essas palavras, sinto que alcancei tudo. Isso me traz muita felicidade, alegria e paz. Eu encorajo voc? a dar a Jesus uma oportunidade de fazer a diferen?a em sua vida. Ele est? batendo na porta, mas Ele nunca a for?ar?, voc? ? convidado a abri-la para Ele. Voc? nunca vai se arrepender se fizer isso. Voc? estar? abrindo a porta para uma infinidade de coisas boas. As b?n??os que Ele derramar? sobre voc? e as coisas que voc? pode alcan?ar com Sua ajuda s?o intermin?veis. Nada ? imposs?vel para Ele. Ele me deu a coragem de dizer sim a coisas que eu nunca poderia ter imaginado. Cristo me deu for?as para tirar um ano de folga de minhas atividades habituais para fazer o trabalho mission?rio com o grupo de jovens Jesus Youth. Eu distintamente O ouvi dizer: ?Shelina, eu quero que voc? tire esse ano para fazer isso. Eu lhe mostrarei quanto mais voc? pode alcan?ar atrav?s de Mim?. Eu estava sempre t?o ansiosa para viajar, conhecer novas pessoas ou passar tempo com pessoas que eu n?o conhecia. Com Ele ao meu lado, eu poderia sair da minha zona de conforto para fazer essas mesmas coisas e me divertir. Esse medo incessante e autoconsciente de que as pessoas me julguem desapareceu porque minha vida agora tem um prop?sito ? compartilhar Cristo com os outros. N?o h? presente maior que eu poderia dar a algu?m e Ele merece nosso amor. Se Ele deixou os 99 e veio atr?s de mim, tenho certeza que Ele j? est? te procurando, te chamando de volta para casa. ARTIGO ? baseado no depoimento compartilhado por Shelina Guedes para o programa Shalom World ?U-Turn?. Para assistir aos epis?dios acesse: shalomworld.org/episode/u-turn
Por: Shelina Guedes
MaisDr. Roy Schoeman, nos conta como o ate?smo o arrastou para um po?o de desesperan?a e como ele saiu dele Nasci e fui criado judeu. Fui para o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, onde perdi minha cren?a em Deus e me tornei essencialmente ateu. Segui ent?o para Universidade de Harvard para estudar Administra??o de Empresa e depois de obter meu diploma, fui convidado para trabalhar na Faculdade. Ent?o, aos 29 anos, eu era professor de Marketing na Universidade de Harvard. Embora possa parecer surpreendente, foi quando meu mundo desmoronou. Desde crian?a, eu sabia que a vida deve ter um verdadeiro significado, que eu achava que viria ao come?ar um relacionamento pessoal com Deus. Eu esperava que isso acontecesse no meu Bar Mitzvah (Crisma para os Cat?licos) aos 13 anos. Quando n?o aconteceu o que eu ansiava, acabou sendo um dos dias mais tristes da minha vida. Ent?o eu pensei que o verdadeiro significado viria do sucesso na vida com coisas terrenas, mas como professor em Harvard, eu j? era mais bem sucedido em uma carreira profissional do que eu esperava, mas ainda n?o havia significado ou prop?sito em minha vida. Portanto, naquele momento, ca? no desespero mais sombrio da minha vida. CAMINHO ?ESPIRITUAL Certa manh?, bem cedo, eu estava caminhando em uma Reserva Natural ? beira-mar, entre pinheiros e dunas de areia. Eu estava apenas caminhando, perdido em meus pensamentos. H? muito eu havia perdido a esperan?a de acreditar que Deus existia. Mas, de repente, o v?u entre a Terra e o C?u desapareceu, e eu estava na presen?a de Deus, olhando para minha vida como se tivesse morrido. Vi que tudo o que j? havia acontecido comigo havia sido a coisa mais perfeita que poderia ter sido arranjada pelas m?os de um Deus onisciente e amoroso, n?o apenas incluindo aquelas coisas que causaram mais sofrimento, mas especialmente elas. Vi que teria dois grandes arrependimentos depois que morresse. Em primeiro lugar, todo o tempo e energia que desperdicei me preocupando em n?o ser amado quando fui mantido em um oceano de amor, maior do que qualquer coisa que eu pudesse imaginar, em todos os momentos de minha exist?ncia, vindo deste Deus onisciente e amoroso. E em segundo lugar, todas as horas que eu havia perdido sem fazer nada de valor aos olhos do C?u, uma vez que cada momento cont?m a possibilidade de fazer algo valioso aos olhos de Deus. Toda vez que aproveitarmos essa oportunidade, seremos verdadeiramente recompensados por toda a eternidade, e toda oportunidade que deixarmos escapar e n?o aproveitarmos ser? uma oportunidade perdida por toda a eternidade. Mas o aspecto mais surpreendente dessa experi?ncia foi chegar ao conhecimento ?ntimo, profundo e certo de que o pr?prio Deus - o Deus que n?o apenas criou tudo o que existe, mas criou a pr?pria exist?ncia - n?o apenas me conhecia pelo nome e se importava comigo, Ele estava cuidando de mim, a cada momento da minha exist?ncia, organizando tudo o que j? aconteceu comigo da maneira mais perfeita. Ele realmente sabia e se importava como eu me sentia a cada momento. De uma forma muito real, tudo o que me fazia feliz o fazia feliz, e tudo o que me deixava triste o deixava triste. Percebi que o significado e prop?sito da minha vida era adorar e servir ao meu Senhor, Deus e Mestre que estava revelando-se a mim, mas eu n?o sabia Seu nome ou que religi?o era essa. Eu n?o pude pensar nisso como o Deus do Antigo Testamento, ou esta religi?o como o Juda?smo. A imagem de Deus que emerge do Antigo Testamento ? de um Deus muito mais distante, severo e soberano do que esse Deus era. Eu sabia que Ele era meu Senhor e Deus e meu mestre, e n?o queria nada al?m de ador?-Lo e servi-Lo adequadamente, mas n?o sabia quem Ele era ou qual religi?o seguir.?? Ent?o rezei: ?Deixe-me saber Seu nome para que eu saiba qual religi?o seguir. N?o me importo se voc? ? Buda e eu tenho que me tornar um Budista; N?o me importo se voc? ? Krishna e eu tenho que me tornar um Hindu; N?o me importo se voc? ? Apolo e eu tenho que me tornar um pag?o Romano. Desde que voc? n?o seja Cristo e eu tenha que me tornar Crist?o!? Bem, Ele respeitou aquela ora??o e n?o me revelou Seu nome. Mas voltei para casa mais feliz do que nunca na minha vida. Tudo o que eu queria era saber o nome do meu Senhor, Deus e mestre que se revelou a mim, e qual religi?o seguir. Assim, todas as noites, antes de dormir, eu fazia uma pequena ora??o que havia inventado para saber o nome do meu Senhor, meu Deus e mestre que se revelou a mim naquela experi?ncia. BELEZA ?AL?M ?DE ?PALAVRAS Um ano depois daquela primeira experi?ncia, adormeci depois de ter feito aquela ora??o, assim como uma ora??o de agradecimento pelo que havia acontecido exatamente um ano antes. Eu pensei que tinha sido acordado por uma m?o tocando meu ombro suavemente, e fui levado a um quarto e deixado sozinho com a jovem mais linda que eu poderia imaginar. Eu sabia, sem que me dissessem, que era a Sant?ssima Virgem Maria. Quando me vi em Sua presen?a, tudo o que eu queria fazer era cair de joelhos e, de alguma forma, honr?-la adequadamente. Na verdade, o primeiro pensamento que me passou pela cabe?a foi: ?Oh meu Deus, eu gostaria de pelo menos saber a Ave-Maria!?, mas n?o sabia. Suas primeiras palavras foram uma oferta para responder a quaisquer perguntas que eu pudesse ter. Bem, meu primeiro pensamento foi pedir a ela que me ensinasse a Ave Maria, para que eu pudesse honr?-la adequadamente, mas era orgulhoso demais para admitir que n?o sabia. Ent?o, como forma indireta de faz?-la me ensinar a Ave-Maria, perguntei-lhe qual era sua ora??o favorita. Sua primeira resposta foi: ?Eu amo todas as ora??es para mim?. Mas eu fui um pouco insistente e disse: ?Mas voc? deve amar algumas ora??es mais do que outras?. Ela cedeu e recitou uma ora??o em portugu?s. Eu n?o sabia nada de portugu?s, ent?o tudo que eu podia fazer era tentar lembrar foneticamente as primeiras s?labas e escrev?-las assim que acordasse na manh? seguinte. Mais tarde, conheci uma Cat?lica portuguesa, pedi-lhe que recitasse as ora??es marianas em Portugu?s para mim, e identifiquei a ora??o como '? Maria concebida sem pecado, rogai por n?s que recorremos a V?s'. Por mais linda que Maria fosse, ainda mais profundamente comovente era a beleza de sua voz. A ?nica maneira que posso descrev?-la ? dizer que foi composta daquilo que faz M?sica, M?sica. Quando ela falou, a beleza de sua voz fluiu atrav?s de mim, levando seu amor com ela, e me levou a um estado de ?xtase maior do que eu jamais imaginei que pudesse existir. A maioria das minhas perguntas simplesmente flu?am do fato de eu estar maravilhado por quem Ela era. A certa altura, gaguejei: ?Como pode ser que voc? seja t?o gloriosa, t?o magn?fica, t?o exaltada?? Sua resposta foi apenas olhar para mim quase com pena e balan?ar a cabe?a suavemente e dizer 'Oh n?o, voc? n?o entende. Eu n?o sou nada. Eu sou uma criatura. Eu sou uma creatura. Ele ? tudo'. Ent?o, novamente com o desejo de honr?-la de alguma forma apropriada, perguntei qual t?tulo ela mais gostava para si mesma. Sua resposta foi: ?Sou a filha amada do Pai, M?e do Filho e Esposa do Esp?rito?. Fiz-lhe v?rias outras perguntas de menor import?ncia, depois das quais ela falou comigo por mais 10 ou 15 minutos. Depois disso, a audi?ncia acabou e eu voltei a dormir. Na manh? seguinte, quando acordei, estava perdidamente apaixonado pela Sant?ssima Virgem Maria e sabia que n?o queria nada al?m de ser o mais pleno e completamente crist?o poss?vel. A partir dessa experi?ncia, percebi, ? claro, que o Deus que se revelou a mim um ano antes era Cristo. EM? BUSCA Havia um santu?rio de Nossa Senhora de La Salette a cerca de 45 minutos de onde eu morava. Comecei a ir l? tr?s ou quatro vezes por semana, apenas para passear pelo terreno, sentir a presen?a da Sant?ssima Virgem Maria e conversar com ela. O santu?rio era propriedade da Igreja Cat?lica e por isso, ?s vezes, estava sendo celebrada a Santa Missa. Sempre que estava presente ?a uma Missa, sentia um desejo tremendo de receber a Eucaristia, embora n?o soubesse o que era. Essas duas coisas me levaram sem muito desvio para a Igreja Cat?lica ? sabendo quem era a Sant?ssima Virgem Maria e querendo receber a Comunh?o, diariamente, se poss?vel. Ao entrar para a Igreja Cat?lica, n?o s? n?o deixei de ser judeu, mas, a meu ver, tornei-me mais judeu do que nunca, pois ao faz?-lo tornei-me um judeu seguidor do Messias judeu, em vez de um judeu que n?o tinha reconhecido o Messias judeu e permaneceu no Juda?smo ?pr?-Messi?nico?. A meu ver, a Igreja Cat?lica ? o Juda?smo p?s-Messi?nico e o Juda?smo ? o Catolicismo pr?-Messi?nico: duas fases em uma e o mesmo plano de salva??o para toda a humanidade. Sou infinitamente grato por ter tido essas experi?ncias. Fui levado ? plenitude da verdade, a um relacionamento pessoal com Deus al?m de qualquer coisa que eu jamais imaginei que pudesse existir, a saber as respostas para todas as perguntas sobre o homem, sobre Deus, sobre o sentido da vida, sobre o que acontece depois que voc? morre, e muito mais que me atormentava quando jovem. Mais importante, ganhei uma esperan?a bem fundamentada de uma eternidade de felicidade e amor inimagin?veis ??na presen?a de Deus. ARTIGO ? baseado no testemunho inspirador compartilhado pelo Dr. Roy Schoeman para o programa Shalom World ?Mary My Mother?. Para assistir ao epis?dio acesse: shalomworld.org/episode/mary-my-mother
Por: Dr Roy Schoeman
MaisExiste Sensibilidade Eucar?stica? Talvez esta hist?ria a respeito do Papa Jo?o Paulo II possa responder ? pergunta. Durante uma viagem ao Estado de Maryland, o Papa Jo?o Paulo II estava programado para passar por um corredor na resid?ncia do Arcebispo. Ao longo desse corredor havia uma entrada para a Capela onde o Sant?ssimo Sacramento estava reservado. O organizador papal garantiu que nada indicava que a porta conduzisse ? Capela, pois sabia que Jo?o Paulo II certamente entraria para fazer uma visita ao Senhor, fazendo assim desviar significativamente o cronograma. No dia da peregrina??o, o Papa Jo?o Paulo passou pela porta e parou. Ele acenou o dedo para o organizador, abriu a porta da Capela, entrou e ajoelhou-se para rezar. Um dos padres que testemunhou o evento comentou maravilhado: "Ele nunca esteve neste lugar antes, nunca p?s os olhos no lugar, e n?o havia nada na porta que a distinguisse de alguma forma como Capela. Era apenas mais uma porta em um corredor cheio de portas". Mas ele voltou para tr?s, abriu aquela porta, entrou na Capela e rezou". De sua intensa rela??o com a Eucaristia, surgiu o incr?vel dom da sensibilidade Eucar?stica. O Santo Padre nos ensinou uma li??o a respeito dos desejos de nosso cora??o. Quando nosso desejo ? grande, nossa consci?ncia e sensibilidade em rela??o ?quilo que desejamos aumenta muito. Oremos para que o Bom Deus nos ajude a crescer em nosso desejo por Ele e nos inspire a reservar tempo regularmente para passarmos a s?s com Ele no Sant?ssimo Sacramento.
Por: Shalom Tidings
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