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Padre Tao Pham compartilha sua incans?vel jornada enfrentando desafios, apesar de sua sa?de prec?ria.
Para realizar meu sonho de ser padre, tive que superar muitos desafios e dificuldades. Muitas vezes, quando a dor parecia insuport?vel, rezei para que meus sofrimentos fossem unidos a Jesus em Sua Paix?o. Eu sabia que Ele poderia fazer qualquer coisa, ent?o se Ele quizesse que eu me tornasse um padre, um dia eu seria um padre.
Eu nasci no norte do Vietn?, o 7? de 8 filhos. Crescemos em um vilarejo muito pobre, onde os estudos terminavam no nono ano, mas senti que Cristo estava me chamando para o sacerd?cio. Isso s? seria poss?vel se eu continuasse o ensino secund?rio. Quando eu tinha 14 anos, meu irm?o e eu nos despedimos de nossa fam?lia com tristeza para que pud?ssemos cursar o ensino m?dio.
Naquela ?poca, o governo comunista no Norte do Vietn? havia fechado todos os semin?rios, ent?o, ap?s a formatura do ensino m?dio, passei 4 anos auxiliando nosso p?roco em tempo integral, 4 anos na universidade e 4 anos ensinando antes de finalmente come?ar o treinamento do semin?rio no Sul. Meu sonho estava finalmente se tornando realidade, mas isso era apenas o come?o. Quando terminei o terceiro ano de Filosofia, fui convidado a completar meu estudo para o sacerd?cio na Austr?lia.
Depois de mais 3 anos estudando teologia e um ano de coloca??o pastoral, finalmente recebi a feliz not?cia de que o bispo havia escolhido a data para minha ordena??o como di?cono. Poucos dias antes do grande dia, tive um pequeno contratempo quando o porta-malas do carro caiu e esmagou meus dedos enquanto removia minha bagagem. Os outros seminaristas me limparam, mas os dedos ficaram t?o inchados e doloridos que depois de 3 dias, finalmente fui para o hospital. Para minha surpresa, os m?dicos me disseram que eu tinha menos de 50% do volume normal de sangue porque estava sangrando internamente. Eles descobriram uma ?lcera estomacal que precisava de uma opera??o de emerg?ncia.
Quando acordei, fiquei surpreso ao me encontrar amarrado ? cama. O m?dico disse que eu estava tremendo tanto que eles tiveram que me amarrar para que eu pudesse receber uma transfus?o de sangue. Eles me disseram que eu estava com t?tano, mas depois de 40 dias de tratamento, estava bem o suficiente para voltar ao semin?rio para come?ar o estudo intensivo antes da ordena??o. Depois de v?rias semanas, o bispo pediu-me para acompanh?-lo. Foi maravilhoso assisti-lo ? missa, mas de repente desmaiei na Catedral e tive que ser levado de volta ao hospital.
Eles me colocaram na UTI porque eu havia desenvolvido uma infec??o sangu?nea catastr?fica e n?o esperava que sobrevivesse. Parei de respirar e tive que ser colocado em um suporte vital. Como os m?dicos tinham certeza de que eu morreria, mandaram chamar minha fam?lia e meu irm?o que vieram do Vietn?. Depois de receber os ?ltimos sacramentos, o suporte de vida foi desligado, mas eu n?o morri. Depois de algumas horas, eles ligaram as m?quinas novamente. Algumas semanas depois, eles desligaram as m?quinas, mas eu ainda sobrevivi. Fiquei em coma por 74 dias e fui operado 18 vezes.
Quando acordei do coma, ainda sentia muitas dores. Eu n?o conseguia falar porque havia um tubo na minha garganta. Mesmo depois que os tubos foram removidos, eu n?o conseguia falar. Demorou meses para aprender lentamente e dolorosamente a falar novamente. Minha condi??o ainda era cr?tica, ent?o os m?dicos me prepararam para outra cirurgia, que meu irm?o j? havia consentido, mas quando li que planejavam cortar minha perna, recusei. O m?dico me disse que eu morreria se n?o fosse amputado, mas eu n?o queria que isso me impedisse de ser ordenado padre. Eu n?o desistiria do meu sonho de me tornar padre, embora minha fam?lia e muitos bons amigos estivessem me dizendo que era in?til, para simplesmente voltar para o Vietn? e me casar. Foi muito desafiador, mentalmente e fisicamente, mas coloquei minha esperan?a e confian?a em Deus.
Depois de um m?s sem consumir nenhum alimento, l?quido ou mesmo medicamento oralmente, eu estava desesperadamente ansioso para receber Nosso Senhor na Sagrada Comunh?o. Se eu pudesse receber pelo menos uma gota do Precioso Sangue, sabia que seria curado. No dia seguinte, o Padre Peter trouxe o Precioso Sangue para mim na Sagrada Comunh?o. Enquanto ele pingava algumas gotas em minha boca, visualizei-o movendo-se para dentro do meu corpo e tocando a infec??o. No dia seguinte, me senti muito melhor. Os testes foram feitos e a infec??o desapareceu.
Depois de mais de um ano no hospital, tivemos uma reuni?o com a equipe do hospital para discutir meu futuro. O bispo compareceu em nome da minha fam?lia. O m?dico relatou que eu nunca mais conseguiria andar e precisaria de cuidados intensivos 24 horas por dia pelo resto da minha vida. Disseram que eu n?o conseguiria me cuidar, tomar banho e nem mesmo me deitar ou levantar sem ajuda. Foi devastador ouvir isso e ainda mais devastador ouvir a decis?o do bispo de que ele n?o me ordenaria di?cono ou sacerdote. Depois de todos os anos de estudo e espera, meu sonho parecia ter acabado.
Foi muito dif?cil para mim, por?m continuei rezando. Eu estava decidido a andar novamente, ent?o trabalhei duro em todos os exerc?cios dolorosos que recebi, oferecendo meu sofrimento em uni?o com Cristo por todas as pessoas que precisavam de minhas ora??es. A reabilita??o demorou anos. Muitas vezes eu sentia vontade de desistir, mas mantive meu sonho e isso me deu coragem para continuar.
Apesar de todos esses desafios e obst?culos, ainda sentia Cristo me chamando para me tornar um sacerdote para servir ao Seu povo, mesmo na minha fraqueza. Ent?o, um dia, enviei uma carta ao Arcebispo de Melbourne pedindo-lhe que me aceitasse para a ordena??o. Para minha surpresa, ele providenciou para me ver imediatamente e discutir o que ele precisava que eu fizesse. Ele concordou em me ordenar, mesmo que eu tivesse que ficar deitado em uma cama ou em uma cadeira de rodas, mas disse que eu ficaria cada vez melhor e que iria caminhar. Naquela ?poca, eu ainda estava em uma cadeira de rodas, mas continuei a fazer meus exerc?cios enquanto terminava meus estudos, ent?o, quando chegou o dia da ordena??o, pude juntar-me aos outros que caminhavam em prociss?o. A catedral estava repleta de rostos jubilosos de amigos. Muitos deles me conheceram quando precisei de seus cuidados no hospital, ent?o eles sabiam como era surpreendente que eu tivesse vivido para ver este dia. L?grimas de alegria encheram meus olhos e pude ver o brilho em seus olhos tamb?m. Eu n?o conseguia acreditar que esse dia finalmente havia chegado, 30 anos depois que sa? da minha aldeia em busca do meu sonho.
Agora, trabalho com 2 outros padres em uma comunidade movimentada com 4 igrejas, v?rias escolas e 6 asilos. Cada dia que caminho para celebrar a missa ? como um novo milagre. Acho que nunca vou me cansar disso. Depois, fortalecido pelo santo sacrif?cio da Missa, saio para visitar as crian?as nas escolas e os idosos nos asilos. Sinto-me aben?oado por levar Sua presen?a a eles. A longa espera para compartilhar o sacerd?cio de Cristo acabou e posso compartilhar com eles os frutos do meu sofrimento em uni?o com Ele.
Persistir em todas as minhas dificuldades me permitiu compreender e ajudar as pessoas em suas adversidades. Aprendi que pensar nas necessidades dos outros e dar um sorriso para eles desvia-me de minhas pr?prias afli??es e transforma meu sofrimento em alegria. Quando as pessoas me procuram em busca de ajuda, posso aproveitar a for?a que ganhei com minhas doen?as para incentiv?-las a perseverar nas prova??es. Porque eles podem ver que eu sofri de uma defici?ncia, ? mais f?cil para eles se relacionarem comigo em tempos dif?ceis, para que possam receber o apoio da Igreja para manter a esperan?a nos momentos mais sombrios.
Father Tao Pham is a priest in the Archdiocese of Melbourne, assisting in the Greensborough North, Greensborough and Diamond Creek parishes. This article is based on his testimony and the Shalom World program ?Triumph?. To watch the episode visit: www.shalomworld.org/show/triumph
Beber, fumar e fazer livremente o que eu quisesse me deixou vazia Durante toda a minha vida, Deus me cobriu de gra?a, mesmo que eu n?o merecesse. Eu sempre me perguntei: ?Por que Senhor? Eu sou uma pecadora t?o imperfeita.? Sem hesitar, sempre recebia uma resposta que me assegurava do Seu amor por mim. O Di?rio de Santa Faustina descreve Sua miseric?rdia t?o belamente: ?Embora o pecado seja um abismo de fraqueza e ingratid?o, o pre?o pago por n?s nunca pode ser igualado. Portanto, que cada alma confie na Paix?o do Senhor e coloque sua esperan?a em sua miseric?rdia. Deus n?o negar? Sua miseric?rdia a ningu?m. O c?u e a terra podem mudar, mas a miseric?rdia de Deus nunca se esgotar??. (Di?rio de Santa Maria Faustina Kowalska, 72). Incont?veis ??experi?ncias pessoais da gra?a e miseric?rdia de Nosso Senhor transformaram minha f? e me permitiram crescer em uma intimidade mais profunda com Ele. MANEIRAS ??MUNDANAS Na sociedade atual, ? dif?cil encontrar jovens adultos ou adolescentes que praticam sua f? diariamente. O fasc?nio do mundo material ? forte. Como uma jovem de 24 anos, eu pessoalmente experimentei isso. Por quase 8 anos, como adolescente e jovem adulta, valorizei a opini?o do mundo acima de Deus. Eu era conhecida como a festeira ? bebendo, fumando e fazendo livremente o que quisesse. Todos ao meu redor estavam no mesmo barco e gost?vamos do que est?vamos fazendo, embora n?o houvesse satisfa??o nisso. Durante esse per?odo da minha vida, eu ainda ia ? igreja aos domingos, mas n?o entendia completamente minha f?. Meus pais me mandaram para muitos retiros quando eu era mais nova. Embora eu sempre tenha tido experi?ncias e encontros espirituais com Jesus, ainda estava presa nas coisas do mundo. As experi?ncias nos retiros me deixaram curiosa sobre a f?, mas isso n?o durou muito. Eu logo voltava a festejar e beber com meus amigos e esquecia todas as minhas boas resolu??es. Acho que muitas pessoas da minha idade t?m uma hist?ria semelhante. Levei cerca de 8 anos para perceber que havia mais na vida do que prazeres materiais e pela gra?a e ajuda de Deus eu fui capaz de me afastar da vida mundana e busc?-Lo em tudo. Finalmente encontrei satisfa??o Nele porque Ele d? uma alegria que ? eterna, e n?o passageira. No entanto, antes que eu pudesse me afastar completamente dos prazeres mundanos, tentei manter um p? no mundo enquanto tentava permanecer no caminho que o Senhor havia tra?ado para mim. Descobri que era um equil?brio que eu n?o conseguia administrar. CURA Inicialmente, pensei que estava indo bem em minha jornada de f? e at? graduei em Teologia. Embora eu sempre tenha focado mais em mim do que em namoros, eu estava tentando fazer? meu relacionamento com Deus minha prioridade. No entanto, eu n?o tinha desistido do meu apego ao ?lcool, ?s drogas e ao estilo de vida festeiro. Comecei um novo relacionamento com um rapaz que escalou rapidamente e terminamos nos envolvendo sexualmente, embora eu soubesse que era algo que Deus estava me pedindo para me afastar. ?lcool e drogas ajudaram a me entorpecer com o fato de que eu ainda estava vivendo em pecado e falhando miseravelmente em superar minhas tenta??es. Mas, em Sua miseric?rdia, o Senhor me alertou. Na segunda ocasi?o em que tive intimidade sexual com esse rapaz, de repente senti uma dor terr?vel como se fosse uma facada. Embora fosse v?spera de Natal, fui ao pronto-socorro, onde descobriram que um cisto havia se rompido durante a intimidade sexual. Eles recomendaram que eu marcasse uma consulta com meu m?dico ginecologista o mais r?pido poss?vel, mas por causa do feriado de Natal e do fim de semana, passei v?rios dias com dores antes de conseguir uma consulta. Ela fez mais exames para descobrir por que eu ainda estava com tanta dor e me disse que ligaria assim que os resultados chegassem. Na v?spera de Ano Novo, passei muito tempo na igreja, indo ? missa e rezando diante de Nosso Senhor no tabern?culo. Eu me senti t?o envergonhada e indigna, e a dor era incessante. Eu me doia por dentro e por fora. Peguei meu telefone para ler uma passagem da B?blia e vi que havia perdido uma liga??o do consult?rio do meu m?dico, ent?o sa? para ligar de volta. A enfermeira me disse que quando me fizeram o exame de Doen?as Sexualmente Transmiss?veis, o resultado foi positivo para gonorreia. Fiquei ali chocada, sem saber o que dizer, ent?o pedi ? enfermeira que repetisse o que ela tinha acabado de dizer. Ainda n?o parecia real, mas ela me disse que tudo ficaria bem se eu fosse l? para tomar uma vacina. Tudo iria desaparecer. Desmoronando em um banco, eu clamei a ajuda de Deus de arrependimento por minhas a??es, tristeza pelas consequ?ncias e al?vio por poder ser curada. Agradeci a Ele v?rias vezes e prometi que mudaria. Depois que tomei a inje??o, fiquei desapontada por ainda sentir tanta dor. Quando finalmente acabaria? Depois de mais um dia encolhida em casa com dor, esperando impacientemente pelo fim dessa agonia, senti o Esp?rito Santo me encorajando a rezar pela cura enquanto ouvia a m?sica ?House of Miracles? de Brandon Lake. Durante a parte da m?sica em que a ora??o de cura come?a, senti-me dominada pelo Esp?rito Santo movendo-se em mim. Minhas m?os que estavam levantadas no ar para louvar ao Senhor, lentamente come?aram a se mover sobre meu abd?men inferior ao comando do Senhor. Enquanto minhas m?os descansavam ali, rezei repetidamente pela cura e implorei a Deus que me desse al?vio daquela dor. Comecei a rezar espontaneamente em l?nguas. Assim que terminei a ora??o e a m?sica acabou, senti algo sair fisicamente do meu corpo. N?o posso explicar completamente, mas senti que algo sobrenatural estava limpando o meu corpo. Eu pressionei meu abd?men onde sentia toda a dor, mas nem uma ?nica pontada permaneceu. Fiquei surpresa por ter passado de uma dor excruciante para nada no espa?o de uma m?sica e me senti t?o grata pelo que Jesus havia feito por mim. Eu meio que esperava que a dor voltasse, mas n?o voltou. Durante todo aquele dia n?o senti dor e nos dias seguintes, e eu entendi naquele momento que Jesus tinha me curado. Eu havia experimentado a cura em minha vida antes, f?sica e interiormente, mas essa foi diferente. Embora eu me sentisse t?o indigna de receber Sua cura porque eu trouxe a doen?a pra mim, louvei e agradeci a Deus por ter me mostrado tanta miseric?rdia. Naquele momento, senti-me novamente envolvida no amor misericordioso de Deus. TRANSFORMA??O Vivemos em um mundo devastado, e todos ficaremos aqu?m de Seu plano para nossas vidas em algum momento e de maneiras diferentes. No entanto, Deus n?o nos condena por ficar presos em nosso pecado. Em vez disso, Ele espera com gra?a e miseric?rdia para nos libertar e nos guiar de volta a Ele. Ele espera pacientemente de bra?os abertos. Eu experimentei isso muitas outras vezes. Quando eu O convido para estar presente em minha dor e fraqueza, Ele me transforma, nutre minha f? e me ajuda a compreend?-Lo mais profundamente. O mundo tem muitas distra??es nas quais podemos encontrar prazer tempor?rio, mas Jesus ? o ?nico que pode satisfazer plenamente, completamente e infinitamente. Nenhuma festa, ?lcool, drogas, dinheiro ou sexo pode igualar ao que Ele pode oferecer a cada um de n?s. Aprendi atrav?s de uma experi?ncia amarga que a verdadeira alegria s? pode ser encontrada entregando-se totalmente e confiando Nele em tudo. Quando examino minhas inten??es atrav?s das lentes de Seu amor, encontro a verdadeira felicidade e dou gl?ria a Deus ao compartilhar Seu amor.
Por: Mary Smith
MaisEle n?o tinha muito tempo, mas Pe. John Hilton escolheu prosperar com as promessas, inspirando milh?es e mudando vidas. Minha jornada pela vida n?o tem sido muito tranq?ila, mas desde o momento em que decidi seguir a Cristo, minha vida nunca mais foi a mesma. Com a Cruz de Cristo diante de mim e o mundo atr?s de mim, posso dizer com firmeza: "N?o h? como voltar atr?s ..." Durante meus dias de escola na Universidade de? Bede em Mentone, senti um forte chamado interno. Tive ?timos mentores l?, incluindo o irm?o Owen, que inspirou e fomentou meu amor por Jesus. Com a tenra idade de 17 anos, entrei para os Mission?rios do Sagrado Cora??o. Ap?s 10 anos de estudo, incluindo um per?odo na Universidade de Canberra e um diploma de Teologia em Melbourne, fui finalmente ordenado. ENCONTRO COM O DESTINO Meu primeiro compromisso foi em Papua Nova Guin?, onde recebi uma base pr?tica para viver entre pessoas simples com um grande sentido de viver no momento presente. Mais tarde, fui enviado a Paris para estudar liturgia. Os estudos de Doutorado em Roma foram interrompidos por dores de cabe?a tensionais que me impediram de conclu?-los. E logo ficou claro que meu chamado n?o era ensinar no semin?rio. No meu retorno ? Austr?lia, envolvi-me no minist?rio paroquial e experimentei 16 par?quias em v?rios estados diferentes do pa?s. Fui revitalizado por meu envolvimento com dois movimentos fabulosos que nutrem e revivem o casamento e a vida familiar - Equipes de Nossa Senhora e Encontro de Casal. Eu me senti contente. A vida estava indo muito bem. Mas, de repente, no dia 22 de julho de 2015, tudo mudou. N?o veio totalmente do nada. Nos ?ltimos seis meses, eu tinha visto sangue na urina em algumas ocasi?es. Mas agora eu n?o conseguia nem urinar. No meio da noite, fui para o hospital. Ap?s uma s?rie de testes, recebi not?cias alarmantes. Eu tinha sido diagnosticado com c?ncer de rins que j? havia atingido o quarto est?gio. Eu fiquei em estado de choque. Eu me senti isolado das pessoas normais. O m?dico havia me informado que mesmo com os medicamentos, eu s? poderia esperar viver mais tr?s anos e meio. N?o pude deixar de pensar nos filhos pequenos da minha irm?. Eu nunca veria essas crian?as charmosas crescerem. At? a crise ocorrer, eu adorava rezar nas medita??es matinais, mas a partir de ent?o virou uma luta. Depois de um tempo, descobri uma maneira mais f?cil de meditar. Repousando diante da presen?a do Senhor, repeti um mantra inspirado por Dante, "Sua Vontade ? minha paz." Essa forma simples de medita??o me permitiu restaurar minha paz e confian?a em Deus. Mas, ? medida que prosseguia meu dia normal, achei muito mais dif?cil. Muitas vezes me distra?a com pensamentos como ?n?o ficaria aqui por muito tempo ...? O MELHOR CONSELHO Ap?s tr?s meses de tratamento, foram feitos testes para verificar se a medica??o estava funcionando bem. Os resultados foram positivos. Houve redu??o significativa na maioria das ?reas, e fui aconselhado a consultar um cirurgi?o para remover o rim lesado. Senti aliviado porque no fundo da minha mente eu duvidava que a medica??o estivesse realmente funcionando. Ent?o, essa foi realmente uma ?tima not?cia. Ap?s a opera??o, recuperei-me e voltei a ser p?roco. Desta vez, me senti com mais energia para a evangeliza??o. Sem saber por quanto tempo eu conseguiria fazer esse trabalho, coloquei todo meu cora??o em tudo o que fiz. A cada seis meses, testes eram feitos. Inicialmente, os resultados eram bons, mas depois de um tempo o rem?dio que estava tomando tornava-se menos eficaz. O c?ncer come?ou a crescer em meus pulm?es e nas costas, causando ci?tica e fazendo-me mancar. Tive que fazer quimioterapia e come?ar um novo tratamento de imunoterapia. Foi decepcionante, mas n?o foi uma surpresa. Qualquer pessoa que esteja em uma jornada com c?ncer sabe que tudo pode mudar. Voc? pode estar bem em um momento e no pr?ximo piorar. Uma boa amiga minha, que ? enfermeira no departamento de oncologia h? muitos anos, me deu o melhor conselho: Continue vivendo sua vida da melhor maneira poss?vel. Tome caf? se voc? gosta de caf?, ou fa?a uma refei??o com amigos. Continue fazendo as coisas normais. Eu adorava ser padre e ficava entusiasmado com as coisas maravilhosas que aconteciam em nossa par?quia. Mesmo que a jornada n?o fosse mais tranquila, eu ainda amava o que fazia. Sempre amava celebrar a missa e ministrar os sacramentos. ? algo que achava muito precioso e sempre fui grato a Deus por este grande privil?gio. AL?M DOS HORIZONTES Eu tinha uma forte convic??o de que realmente precis?vamos fazer mais esfor?os para reverter o n?mero cada vez menor de pessoas que v?m para a Igreja, sendo proativos. Em nossa par?quia, procuramos tornar o domingo mais envolvente. Como sempre amei o lado contemplativo da nossa Igreja, quis criar um o?sis de ora??o e paz, trazendo um pouco do esp?rito mon?stico para a nossa par?quia. Portanto, todas as segundas-feiras ? noite, t?nhamos uma missa contemplativa ? luz de velas com m?sica contemplativa relaxante. Em vez de fazer um serm?o, lia uma reflex?o. Uma das can??es que me tocava profundamente era um vencedor do GRAMMY ?10.000 raz?es (Bless the Lord) de Matt Redman. Sempre que cantava a terceira estrofe da m?sica, engasgava. E naquele dia quando minhas for?as est?o falhando. O fim se aproxima E minha hora chegou Ainda assim minha alma ir? louv?-lo intermin?velmente Dez mil anos E ent?o para sempre Para sempre Achei isso t?o comovente porque o que estamos tentando fazer ? louvar a Deus e desenvolver nosso relacionamento com Jesus. Apesar da minha doen?a, foi um dos momentos mais emocionantes da minha vida como padre. Isso me lembrou das palavras que Jesus disse: ?Eu vim para que tenham vida e a tenham em abund?ncia?. Jo?o 10:10
Por: Late Father John Hilton Rate
MaisNaquele momento, senti como se a M?e Sant?ssima tivesse me envolvido em seu manto. Em 1947, nasci em uma pequena cidade na It?lia, perto de Casalbordino, local das apari??es de ?Nossa Senhora dos Milagres?. Como meu anivers?rio era no dia entre a festa de ?Nossa Senhora dos Milagres? e a festa de Santo Ant?nio, meus pais deu-me o nome de Maria Ant?nia. Migramos para o Canad? quando eu tinha 7 anos. Embora meus pais n?o fossem frequentadores ass?duos da igreja, eles certificaram-se de que segu?ssemos a f? cat?lica, mas eu n?o prestei muita aten??o ? import?ncia e significado de Nossa Senhora at? que meus pais visitaram Medjugorje em 1983. Minha m?e ficou muito comovida com a experi?ncia, ent?o quando ela voltou de viajem nos contou o que estava acontecendo l?. Entre os ros?rios, medalhas, an?is e bugigangas que ela trouxe estava um pequeno cart?o-postal com uma imagem de Nossa Senhora rodeada pelos seis videntes. Cada vez que eu ia a sua casa, via essa imagem em uma pequena prateleira no canto de sua cozinha e ela me tocava. Eu podia sentir Nossa Senhora olhando em meu cora??o. Em 1995, enquanto eu estava assistindo a um v?deo sobre os acontecimentos em Medjugorje, senti Nossa Senhora me perguntando: ?Quando voc? vem? Eu sou sua m?e e estou esperando por voc?. " No ano seguinte, ouvimos falar de uma peregrina??o de Calgary a Medjugorje e senti-me compelida a inscrever-me. Por causa da recente guerra na B?snia, muitas pessoas desistiram da peregrina??o por medo do que poderia acontecer, mas eu estava determinada a ir. Em Medjugorje, eu senti uma profunda confirma??o de que Nossa Senhora estava realmente me chamando. Um dia, conheci o Padre Slavko Barbaric, que olhou para mim e disse: ?Quando voc? voltar para casa, gostaria que voc? iniciasse um grupo de ora??o e as ora??es devem ser direcionadas para ajudar a fam?lia porque a fam?lia est? em crise hoje.? Quando regressamos de viajem, iniciamos a Hora de Ora??o em S?o Boaventura. Todos os anos, temos mais e mais pessoas se juntando a n?s para rezar. Visitei Medjugorje seriamente comprometida em fazer algumas mudan?as dr?sticas. Eu sabia que precisava de uma profunda convers?o no cora??o, ent?o busquei a ajuda de Nossa Senhora para entender melhor a Escritura, para crescer em minha vida de ora??o e para experimentar alegria e amor em meu cora??o enquanto rezava o Ros?rio. Todas essas b?n??os e muito mais foram concedidas. Naquela ?poca, pensei que era apenas ?minha? peregrina??o, porque n?o sabia que Nossa Senhora estava convidando-me para trazer mais pessoas para Ela. O padre Slavko insistiu que eu trouxesse meu marido, ent?o, em 1998, fomos juntos. Senti-me chamada a trazer mais pessoas a Nossa Senhora, mas pedi- a um sinal para confirmar isso. Logo depois, duas senhoras se aproximaram de mim, pedindo minha ajuda para ir a Medjugorje. Todos os anos, desde ent?o, tenho uma maravilhosa conversa de cora??o para cora??o com Nossa Senhora se devo ir novamente a Medjugorje. Toda vez, recebo a resposta de que h? mais pessoas que precisam receber gra?as e b?n??os do Senhor com a ajuda de Nossa Senhora, que ? cheia de gra?a ... Nossas vidas n?o t?m sido perfeitas e temos momentos que testam nossa f? tamb?m. Oito anos atr?s, recebemos not?cias que nos chocaram. Minha filha foi diagnosticada com leucemia. Imediatamente buscamos o Senhor, mas estava com tanto p?nico que foi dif?cil concentrarmo-nos em Deus e no que Ele pode fazer por n?s. Um dia em espec?fico, passamos por um momento muito dif?cil. Um co?gulo desenvolveu-se no dispositivo de tratamento da nossa filha, ent?o os rem?dios n?o puderam ser administrados e os m?dicos tinham que descobrir como trat?-la. Como de costume, levamos nossas preocupa??es ? Presen?a do Senhor na Capela de Adora??o para obter Seu conforto. Olhei para o Senhor e perguntei-Lhe? por que isso estava acontecendo com nossa filha e "Por que n?s?" Muito claramente, eu O ouvi responder "Por que n?o voc??" Percebi que Ele passou por um sofrimento t?o terr?vel e que estava nos acompanhando em nosso sofrimento, para que pud?ssemos crescer em Seu amor. Naquele momento, senti que a M?e Sant?ssima me envolveu em seu manto, abra?ando-me como havia segurado seu Filho depois de Seu nascimento e depois de Sua morte. Quando voltamos ao hospital, nossa filha estava rodeada por uma equipe de pessoas que estavam resolvendo os problemas que estavam dificultando seu tratamento. Senti-me segura de que nossas ora??es foram ouvidas. Nosso Senhor e Nossa Senhora estavam l?. Tudo o que precis?vamos fazer era confiar. Tudo ia ficar bem. Eles sempre estariam em nossa vida, cuidando de n?s. No ano passado, nossa filha celebrou seu anivers?rio de 25? anos de casamento. Deus tem sido t?o bom para n?s. Nossa Senhora em Medjugorje nos deu 5 pedras para construir o alicerce de nossa f?: 1. Rezar todos os dias, especialmente o Ros?rio. 2. Leia as Escrituras todos os dias, para receber a Palavra de Deus. 3. Participar da Santa Missa o mais frequente poss?vel, se n?o puder todos os dias, pelo menos aos domingos. 4. Receber a cura e o perd?o do Senhor no Sacramento da Reconcilia??o, pelo menos uma vez por m?s, sem falta. 5. Jejuar a p?o e ?gua ?s quartas e sextas-feiras. Isso n?o ? f?cil, especialmente se voc? for iniciante. Leva muito tempo para construir esses h?bitos e a resist?ncia para segui-los, mas Nossa Senhora continua nos encorajando. O que mais surpreendeu-me foi que, quando ?ramos mais consistentes em rezar o Ros?rio, pod?amos praticar as outras pedras com mais facilidade. O Ros?rio nos ajudou a ter confian?a para coloc?-los em nossa vida di?ria e transform?-los em uma rotina que aprendemos a amar e da qual dependemos. Ela se tornou uma presen?a di?ria em nossas vidas. Muitas de suas mensagens nos dizem: N?o posso cumprir o plano de Deus sem voc?. Eu preciso de voc?. D?-me os seus problemas e reze pelas minhas inten??es, que s?o as de todas as pessoas que rezam o Ros?rio. Ent?o, quando rezamos o Ros?rio pelas inten??es de Maria, sentimo-nos conectados a todos. Temos visto muitas mudan?as surpreendentes nas pessoas que v?m nas peregrina??es, retornam e envolvem-se em tantos minist?rios vitais. Medjugorje tem sido uma escola de amor para mim. Ela ? t?o "cheia de gra?a" que quando juntamo-nos a ela em ora??o, tornamo-nos abertos a todas as gra?as e b?n??os que Nosso Senhor tem para oferecer.
Por: Marie Paolini
MaisEm uma caminhada recente pela mata, minha filha ficou de mau humor assim que acabamos de escalar uma caverna espetacular. Enquanto est?vamos todos maravilhados com a beleza natural, ela manteve o olhar firmemente para baixo, recusando-se a olhar para cima. Parecia il?gico negar a si mesma um ?nico olhar para a grandeza que nos cercava, apenas para olhar para a terra mon?tona sob seus p?s ou tapar os olhos com as m?os, para que um ?nico vislumbre n?o a desviasse de seu humor. Ap?s refletir, lembrei dos momentos em que estou t?o imersa nas ansiedades e na carga de trabalho da vida cotidiana que n?o consigo apreciar os tesouros que Deus colocou diante de mim - a maravilha do sorriso de uma crian?a; o calor do sol em uma manh? de inverno; a refei??o preparada com carinho por meu marido; ou o incr?vel nascer e p?r do sol que Deus pinta no c?u todos os dias. Quantas vezes nos distra?mos de nossas preocupa??es com uma sobrecarga de tempo em uma tela banal? Variedades infinitas de filmes, s?ries, reality shows, esportes, m?dia social e jogos de computador competem por nossa aten??o. No entanto, parece nunca haver tempo suficiente para ora??o, atividades familiares e deveres dom?sticos. Muitas vezes lamentamos n?o termos tempo suficiente para interagir com os amigos na vida real. No entanto, mesmo o nosso tempo com amigos ou fam?lia geralmente ? centrado em uma tela, ou todo mundo tem uma tela em m?os. Talvez seja hora de desligar as telas, tirar os fones de ouvido e esquecer as ansiedades e a carga de trabalho por um momento, podemos olhar para cima para abra?ar a gl?ria que o Senhor nos oferece todos os dias. Vamos dar gra?as a Deus e o convidar a nosso compromisso di?rio com o mundo real que nos rodeia.
Por: Genevieve Swan
MaisQual ? o maior ant?doto para a solid?o? Era uma noite de domingo comum na pens?o de estudantes onde eu estava hospedada.? A maioria dos meus amigos tinha ido para casa no fim de semana. Depois de terminar minhas tarefas e estudos do dia, me preparei para assistir ? Missa noturna na pequena capela do convento, nas proximidades. Quando estava indo para a capela, um sentimento forte de solid?o estava me fazendo sofrer.? Al?m do fato de que eu estava a quil?metros de dist?ncia da fam?lia, algo mais estava me causando sofrimento, mas n?o conseguia identificar o que era. A solid?o n?o era novidade para mim.? J? havia passado mais de 6 anos na faculdade/universidade, s? conseguindo visitar meus pais, que trabalhavam em outro pa?s, durante os intervalos entre os semestres. Quando cheguei ? capela, fiquei surpresa ao v?-la cheia de pessoas, o que era incomum. No entanto, eu consegui encontrar um lugar no banco da frente e me sentei, ainda absorta em meus pensamentos. A Missa continuava, mas n?o pude me concentrar nas ora??es.? ? medida que o tempo para a Comunh?o se aproximava, a dor dentro tinha crescido. Entrei na fila da Comunh?o e ao receber Jesus, voltei e ajoelhei-me em A??o de Gra?as. No momento seguinte, percebi que o intenso sentimento de solid?o e tristeza tinha desaparecido! Era como se um peso pesado fosse tirado dos meus ombros de repente.? Fiquei totalmente surpresa com isso, pois eu n?o tinha rezado muito durante a Missa, nem dito nada a Jesus sobre o que eu estava sentindo.? Mas o Senhor estava olhando para mim do altar.? Ele sabia que eu estava lutando e precisava de ajuda. O pequeno incidente deixou uma marca profunda em minha mem?ria.? Mesmo depois de v?rios anos, lembro-me de como o Senhor mostrou seus ternos cuidados. Jesus Eucar?stico tem sido meu ref?gio durante todos os momentos dif?ceis da minha vida.? Nem uma vez Ele falhou em me ajudar com Sua Gra?a e Miseric?rdia. ?Quando nos sentimos atormentados pelas tempestades da vida, sem saber como encontrar a dire??o certa, tudo o que temos a fazer ? correr para Ele. Alguns de n?s gastamos muito dinheiro para falar com um psic?logo, mas muitas vezes n?o percebemos que o maior Conselheiro est? sempre pronto para ouvir nossos problemas a qualquer momento, sem hora marcada! N?o h? ant?doto maior para a solid?o do que a presen?a de Deus. Se voc? sentir que ningu?m realmente o entende ou se preocupa com voc?, v? com confian?a, permane?a diante do Sant?ssimo Sacramento. Nosso Senhor Jesus est? esperando que voc? experimente Seu conforto, for?a e amor avassalador! "O tempo que voc? passa com Jesus no Sant?ssimo Sacramento ? o melhor momento que voc? vai passar na terra." ? Santa Teresa de Calcut? Meu Jesus, que est? verdadeiramente presente no Sant?ssimo Sacramento, me ajude a confiar a Ti todas as minhas preocupa??es com o futuro. Confio em Ti e acredito firmemente que n?o h? nada imposs?vel para Ti. Deixe-me ser confortada e fortalecida por seu amor avassalador. Am?m.
Por: Sherin Vincent
MaisQuer ser a melhor vers?o de voc?? D? o primeiro passo! Aus?ncia de V?nculo Meu testemunho n?o ? sobre uma convers?o poderosa, um momento de mudan?a de vida ou uma milagrosa cura. ? uma jornada de pequenos passos. Uma jornada onde eu continuamente tropecei e ca?, mas Deus sempre me levantou e caminhou comigo. Eu nasci e fui criada como cat?lica. No entanto, como muitas pessoas poderiam atestar, isso nem sempre ? muito. Eu participei dos Sacramentos e ia ? igreja regularmente, mas faltava um relacionamento pessoal com Jesus. Durante minha vida universit?ria, sempre que encontrava dificuldades, recorria a Deus em busca de conforto. Ele sempre me escutava, mas eu nem sempre o ouvia. Eu coloquei Deus em um compartimento e buscava-O apenas quando precisava. Ele certamente era parte da minha vida, j? que continuava ir ? igreja aos domingos e rezava com frequ?ncia, mas Ele n?o era o centro de minha vida. Meus interesses e desejos pr?prios vinham primeiro, nunca parei para pensar sobre a vontade de Deus. Seis meses antes da formatura, meu mundo inteiro virou de cabe?a para baixo. Eu passei por uma depress?o profunda por um per?odo longo, havia apenas escurid?o. O desespero e desesperan?a que eu sentia ? dif?cil de transmitir em palavras, mas acho que muitos de voc?s que est?o lendo isso devem ter sentido alguma vez. Quando isso acontece, fazemos das duas uma: corremos em dire??o a Deus buscando ref?gio nele ou fugimos dele com raiva. Infelizmente, escolhi fugir. Eu n?o conseguia entender por que Deus me fazia passar por algo t?o horr?vel se ele me amava. Durante a maior parte do ano, isolei-me completamente, parei de frequentar a igreja e de ir a qualquer outro lugar. Eu fui tomada por sentimentos de vergonha e inutilidade. Pensamentos como: 'voc? ? um fardo' e 'todo mundo ficaria muito melhor?sem voc?' constantemente invadia minha cabe?a. Minha mente era como uma pris?o da qual eu simplesmente n?o conseguia escapar. Felizmente, esse n?o foi o fim da minha hist?ria. Um dos meus vers?culos b?blicos favoritos ? Romanos 8:28. ?Ali?s, sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que s?o os eleitos, segundo os seus des?gnios". Isso nos garante que, aconte?a o que acontecer em nossas vidas, Deus transformar? para o nosso bem. Tamb?m nos lembra com amor que fomos escolhidos por ele e temos um prop?sito por meio dele. Isso se tornou evidente em minha vida quando lentamente voltei ? f? com a ajuda de v?rias pessoas e incidentes que Deus certamente orquestrou. Passos de Beb? Desta vez, foi diferente. Eu frequentava ? missa e retiros di?rios enquanto realmente buscava o amor de Deus. No entanto, meus problemas mentais continuaram se repetindo. N?o houve qualquer progress?o ou recupera??o, ent?o meu futuro parecia sombrio e eu estava farta da vida constantemente. A esperan?a e a paz que Jesus prometeu pareciam distantes. Como eu disse antes, n?o houve um momento m?gico em que as coisas mudaram para mim como eu gostaria, tive que esperar o tempo de Deus. No entanto, alguns pequenos passos me ajudaram a progredir para um estado mais positivo. Minha fam?lia ? minha maior b?n??o. Eles estiveram ao meu lado nos momentos mais sombrios e sou realmente grata a Deus por eles. Cerca de dois anos atr?s, come?amos a ler a B?blia por trinta minutos diariamente - algo que continuamos a fazer. Embora possa ser ?rduo, especialmente quando explora-se um pouco do Velho Testamento, definitivamente vale a pena perseverar. Quando reconhecemos que a B?blia ? a Palavra viva de Deus, percebemos que h? uma resposta para tudo nela. ?O alvo de Satan?s ? sua mente e suas armas s?o mentiras. Portanto, preencha sua mente com a palavra de Deus? - Greg Locke. Esta cita??o enfatiza como o diabo usa mentiras contra n?s como armas. Minhas lutas eram principalmente com minha mente e me sentia presa. Eu lutava com muitos pecados que surgiam continuamente. O diabo me disse que eu n?o era amada, era fracassada e sem valor quando na verdade sou uma filha de Deus que ? infinitamente amada. Estas s?o algumas afirma??es que a Palavra de Deus d? a cada um de n?s: ?Somos obra sua, criados em Jesus Cristo para as boas a??es, que Deus de antem?o preparou para que n?s as pratic?ssemos.? (Ef?sios 2:10) ?V?s, filhinhos, sois de Deus, e os vencestes, porque o que est? em v?s ? maior do que aquele que est? no mundo." (1 Jo?o 4: 4) ?V?s, por?m, sois uma ra?a escolhida, um sacerd?cio r?gio, uma na??o santa, um povo adquirido para Deus, a fim de que publiqueis as virtudes daquele que das trevas vos chamou ? sua luz maravilhosa." (1 Pedro 2: 9) Amor Perfeito Uma das minhas coisas favoritas sobre a f? cat?lica ? o Sacramento da Penit?ncia (Reconcilia??o). Ser capaz de confessar-me e abrir meu cora??o a Jesus tem sido imensamente valioso. Receber Seu perd?o nos liberta da culpa e da vergonha ?s quais o diabo nos condena. O Esp?rito Santo ajuda-nos a perceber quando estamos no caminho errado e precisamos arrepender-nos e voltar para Deus. Enquanto fizermos isso, n?o h? nada com que se preocupar, embora tenhamos que fazer isso repetidamente. Quanto mais nos afastamos de Deus, mais ele se alegra quando voltamos, assim como o pai comemorou quando o filho pr?digo voltou. Demorei um pouco para perceber e ainda n?o entendi totalmente; Eu n?o preciso fazer nada para receber o amor de Deus. ? um presente incondicional que ele derrama sobre n?s. Seu amor n?o depende de mim ou da minha perfei??o. Depende de sua natureza, que ? totalmente amorosa e misericordiosa. Mesmo nos meus momentos mais sombrios e nos seus, esse amor nos d? esperan?a. No livro do profeta Os?ias, Deus proclama que ?transformar? o Vale do Problema em uma Porta de Esperan?a? (Os?ias 2:15 NVI). Isso retrata lindamente o que aconteceu na minha vida. Por meio do seu amor, Deus transformou meus problemas em uma oportunidade de ter esperan?a e compartilhar essa esperan?a com voc?. Passo a Passo Em retrospecto, minha dor levou-me a finalmente aproximar de Deus. Ele ? o ?nico que realmente esteve ao meu lado em tudo. Ele n?o ? apenas o Deus majestoso e todo poderoso, ele ? meu consolador e amigo. Aprendi a aceitar melhor a vontade de Deus e seu tempo. Minha vida definitivamente n?o saiu da maneira que planejei, mas isso n?o ? uma coisa ruim porque os caminhos de Deus s?o mais elevados do que os meus. ?Pois os meus pensamentos n?o s?o os vossos, e vosso modo de agir n?o ? o meu, diz o Senhor; mas tanto quanto o c?u domina a terra, tanto ? superior ? vossa a minha conduta e meus pensamentos ultrapassam os vossos.? (Isa?as 55: 8-9) Ao longo do tempo, muitos fatores contribu?ram para aumentar minha f?. Isso levou-me a uma profunda aprecia??o e compreens?o de Deus. Tamb?m acredito sinceramente que o poder da ora??o ajudou-me a sobreviver a muitos desafios da vida. Eu humildemente pe?o que voc? mantenha-me em suas ora??es e que todos n?s adotemos a mentalidade de orar uns pelos outros. Como meu testemunho mostra, n?o temos necessariamente que fazer coisas "grandes" para aproximar-nos de Deus, pequenos passos ? tudo que precisamos. Espero que voc? seja capaz de dar um pequeno passo em dire??o a Deus hoje, ele est? esperando com amor e de bra?os abertos. Querido Deus, acredito firmemente e tenho esperan?a em V?s. Cada dia levanto-me para dar um passo mais perto de V?s. Tudo que pe?o ? a gra?a de conhec?-Lo e am?-Lo. Deixe-me ser envolvida em seus bra?os amorosos. Am?m.
Por: Steffi Siby
MaisWuhan, na China, n?o s? ? not?vel por ser o epicentro da atual pandemia do Covid-19. ? tamb?m o local do mart?rio do primeiro santo canonizado da China, que morreu asfixiado enquanto estava pendurado em uma cruz em Wuhan. Muitos mission?rios viajaram para a China no s?culo 19 sabendo ?que nunca voltariam. Entre eles estava Pe. Jean-Gabriel Perboyre, mission?rio vicentino da Fran?a. Numa carta que escreveu durante a sua viagem ? China, disse: ?N?o sei o que me espera no caminho que se abre diante de mim - sem d?vida a cruz, que ? o p?o de cada dia do mission?rio. O que podemos esperar de melhor, indo pregar um Deus crucificado? " Ele logo se juntou aos vicentinos ajudando a resgatar crian?as chinesas abandonadas e a educ?-las na F? Cat?lica. Ele foi preso em 1839 sob um decreto que proibia o Cristianismo. Torturado e interrogado por meses, em 1840 ele foi finalmente amarrado a uma cruz de madeira e sufocado at? a morte. Foi beatificado em 1899 pelo Papa Le?o XIII. Santa Teresa de Lisieux tinha uma devo??o especial por Pe. Perboyre e manteve um cart?o sagrado dedicado a ele em seu livro de ora??es pessoal. S?o Jo?o Gabriel foi canonizado pelo Papa Jo?o Paulo II em 1996. Entre os tormentos sofridos por S?o Perboyre estavam espancamentos na parte inferior das costas e ajoelhar-se sobre vidros quebrados. Mas este homem santo morreu porque pendurado em uma cruz tornava imposs?vel para ele respirar. Como ? apropriado buscar a intercess?o por aqueles que sofrem de Covid-19 de algu?m que passou por algumas das agonias associadas ? doen?a. Aqui est? uma ora??o escrita por S?o Jo?o Gabriel Perboyre pouco antes de sua morte: "? meu Divino Salvador, Transforme-me em v?s mesmo. Faze que eu possa viver, mas em V?s, por V?s e para V?s, Para que possa dizer com verdade, como S?o Paulo, "'Eu vivo ? mas, n?o sou eu que vivo, ? Cristo quem vive em mim.'"
Por: Shalom Tidings
MaisNas apari??es de Maria, sua mensagem predominante era "rezar bem". Voc? j? percebeu o poder da ora??o em sua vida? Minha esposa e eu temos uma tradi??o natalina de reunir nossos filhos e netos para as celebra??es de natal. No dia seguinte, minha esposa leva os netos para uma pantomima, acompanhada por alguns de nossos filhos adultos. Eu sei que os netos esperavam pelo panto com muita anima??o. A ?ltima vez que fizemos isso foi h? quatro anos atr?s. Como os netos j? cresceram um pouco, a pantomima n?o ? mais t?o atraente como antes. Quatorze anos atr?s, eu tive um ataque card?aco. Depois que recebi dois stents e alguma reabilita??o, fiquei absolutamente bem. Mas, dez anos depois, ?s 3 da manh? do dia seguinte do natal, acordei com muita dor. Parecia uma repeti??o do meu ataque card?aco. Como n?o queria incomodar minha esposa, levantei-me e desci para rezar na cozinha. Decidi n?o chamar uma ambul?ncia, principalmente porque n?o queria estragar todas as comemora??es do Natal. Nunca havia rezado com tanta vontade ou t?o fervorosamente em toda a minha vida, implorando ? Virgem Maria que pedisse a seu filho, Jesus, que isso n?o acontecesse agora, n?o por mim, mas por minha fam?lia. Imaginei a dor de cabe?a que isso causaria a todos se eu fosse levado para o hospital. Na minha ora??o a Nossa Senhora, recordei do seu pedido no Milagre de Can? sendo concedido. Deu-me muita esperan?a de que ela ouviria minhas s?plicas. Com o passar do tempo, a dor aumentava cada vez mais. Dez anos antes, eu havia sofrido os mesmos sintomas. Para meu al?vio, ap?s v?rias horas de ora??o fervorosa e urgente, a dor diminuiu e ent?o passou completamente. Fiquei muito grato a nossa Santa M?e por confortar-me em minha dor e ansiedade e por interceder por mim. Agora, quatro anos depois, estou completamente livre da dor do meu problema card?aco e posso pedalar muitos quil?metros por semana. Confie no poder da ora??o.
Por: Michael Maxwell
MaisLembro-me da minha m?e chorando, desesperadamente, no ombro do meu pai. Parentes, amigos e, at? estranhos, chorando e rezando por mim. Enquanto eu estava na sala de cirurgia, ouvindo os m?dicos sussurrando, freneticamente, um para o outro como se n?o houvesse esperan?a, fechei os olhos e rezei para que eu pudesse viver por mais um dia. Dia D Em 2007, quando estava na quarta s?rie, meu tio comprou um computador novo, e eu ansiava, todos os dias, por poder disputar jogos nele.? Uma tarde corri da escola para o apartamento do primeiro andar, onde morava com meus pais e meu irm?ozinho. Deixei minha bolsa da escola, troquei de roupa e corri como um flash de luz para jogar no computador. Enquanto isso, minha av? estava andando pelo corredor carregando uma panela grande cheia de ?gua fervente. Quando vim correndo a toda velocidade, vi minha av? vindo em minha dire??o. Ela gritou ???tentando me avisar, mas, n?o reconhecendo o perigo, eu continuei correndo para lhe dar um abra?o. Como ela perdeu o equil?brio, a ?gua quente derramou em mim. Tudo ficou escuro. Os gritos da minha av? soavam nos meus ouvidos enquanto eu estava deitado no ch?o e n?o sabendo o que tinha acontecido. Vi minha m?e apressada, parecendo aterrorizada. Ela fez tanta como??o que os vizinhos logo correram para ver o que tinha acontecido. Quando me viram, todos entraram em p?nico. De repente, comecei a sentir uma dor crescente por todo o meu est?mago e fui levado, ?s pressas, para o hospital pr?ximo. Sinal de Luto Minha av? tentou me confortar em v?o, enquanto minha m?e chorava desesperadamente. Quando fui levado, ?s pressas, para a sala de emerg?ncia, ela me pediu para dizer os santos nomes de Jesus, Maria e Jos?. Quando o m?dico me examinou, pude ver a condi??o horr?vel em que cheguei ao hospital.? N?o sobrou nenhuma pele no meu est?mago, apenas uma massa cor de carne. Enquanto os m?dicos me tratavam, meus pais, parentes e amigos rezavam pela poderosa intercess?o de Santa Maria. Mas, todos sabiam que havia pouca esperan?a. Depois de um m?s inteiro no hospital, pude voltar para casa. Um dos meus tios assumiu a responsabilidade de cuidar de mim. Para meus pais, eu era uma fonte constante de tristeza e de preocupa??o. Quando menino, eu nunca tinha visto meu pai chorar, mas um dia, me vendo envolto em dor, seus olhos se encheram de l?grimas. Minha vida agora consistia em apenas ficar deitado na cama. Todos me garantiram suas ora??es ? meus amigos, professores, paroquianos, padres e freiras. Todos rezavam por mim. Para onde quer que eu me virasse, via pessoas rezando por mim. Agora sei que suas ora??es nunca deixaram de ser atendidas. Marcas de queimadura Muito mais cedo do que os m?dicos esperavam, eu estava totalmente curado. Todos disseram que foi um milagre. Amigos e familiares foram un?nimes. Ningu?m esperava que eu vivesse e, ainda assim, l? eu estava curado e saud?vel. S? Deus poderia ter feito isso!! Mesmo sendo apenas um menino na ?poca, essa experi?ncia da cura milagrosa de Deus semeou no meu cora??o sementes de amor e f? por Deus, meu Salvador. Aprendi que Deus est? sempre l? para me salvar. As marcas das queimaduras ainda s?o muito vis?veis no meu est?mago, mas sempre que as vejo, me lembro do toque de Deus e agora percebo que sou fruto da Sua Miseric?rdia.
Por: Darwin James
MaisAqui est? uma t?cnica simples para manter o foco no plano de Deus para sua vida H? alguns anos, em uma Missa de Ano Novo celebrando a Solenidade de Maria, M?e de Deus, o padre nos encorajou a pedir ? M?e Sant?ssima uma "palavra" para o pr?ximo ano. Talvez isso fosse uma gra?a especial que Ela queria nos dar, ou uma palavra de reorienta??o para nossa miss?o na vida, ou uma virtude que ela queria nos ajudar a crescer. A escolha da palavra cabia a Ela ? nosso papel era orar e receber essa palavra, e ent?o deix?-la desvendar seu significado para n?s ao longo do pr?ximo ano. O padre fez uma pausa e nos deu algum tempo para rezar. Pedi a Nossa Senhora a "palavra" que Ela tinha para mim e a palavra "humildade" veio claramente a minha mente. No decorrer daquele ano, aprendi muito com Maria sobre humildade e sei que Ela me ajudou a crescer nessa virtude que Ela viveu t?o lindamente em sua vida. No ano seguinte, a palavra que recebi foi "contentamento". Nos meses que se seguiram, Maria me ajudou a aprender sobre o que S?o Paulo fala em Filipenses 4:11: ?N?o ? minha pen?ria que me faz falar. ?Aprendi a contentar-me com o que tenho.? Pedir ? M?e Sant?ssima essa palavra como tema anual provou ser uma pr?tica frut?fera para mim na minha vida espiritual. Ent?o, no in?cio de cada Ano Novo, eu rezo e pe?o a Nossa Senhora que me d? sua "palavra" especial para o ano que vir?. Para este ?ltimo ano de 2021, minha palavra foi ?intercess?o?. Em retrospecto, posso ver o qu?o apropriado esse tema foi para mim, pois estou em uma fase em que sou a respons?vel nos cuidados de minha m?e idosa. Minha vida agora gira em torno de cuidar dela, o que ? um privil?gio e uma honra, mas tamb?m exigiu que eu reduzisse meu envolvimento externo com pessoas e minist?rios dos quais eu fazia parte. ?s vezes, pode parecer isolado e solit?rio. ? medida que minha m?e envelhece, vamos a mais consultas m?dicas, sess?es de fisioterapia, exames de rotina, etc. e suas necessidades emocionais exigem tratamento delicado e apoio. No final do dia, n?o me sobra muita energia f?sica e mental. Mas em momentos tranquilos quando estamos no carro, ou nas salas de exame esperando os m?dicos, eu posso interceder pelas pessoas. Deixo o Senhor trazer ? mente aquelas por quem Ele quer que eu ore ? amigos, familiares, l?deres de minist?rio em nossa organiza??o sem fins lucrativos, as pessoas que servimos, etc. Rezo por cada pessoa que vem em ?meus pensamentos. Sinto o amor terno do Senhor por elas, Seu desejo de aben?o?-las, cur?-las e ajud?-las. Conforta meu cora??o utilizar o amor e miseric?rdia que o Bom Pastor tem por Suas ovelhas. E de alguma forma, sinto-me mais ligada ?s pessoas enquanto coopero com Maria nesta miss?o que Ela me conduz ao dar-me a? ?palavra? . Em vez de me sentir isolada, essa profunda uni?o com Cristo enche meu cora??o. Como nos aproximamos do final deste ano e in?cio de 2022, encorajo voc? a adotar essa pr?tica que o padre recomendou. Tire um tempo para ora??o contemplativa e pe?a a Nossa Senhora para lhe dar a "palavra" Dela para voc? neste Ano Novo. Receba-a, e ent?o pe?a a Ela para ajud?-la a entender o que Ela quer dizer, como isso vai ajud?-la a viver? melhor o plano de Deus para sua vida, e como voc? pode aben?oar outras pessoas ao aceit?-lo. Voc? pode descobrir que essa simples ora??o e pr?tica trar? profunda riqueza ? sua vida espiritual, assim como eu.
Por: Ellen Hogarty
MaisAt? ent?o, ir ? igreja era apenas para manter meus pais felizes. Eu n?o esperava que houvesse algu?m l? que me amasse, mesmo quando eu n?o me importava Nasci em uma fam?lia Cat?lica na ?ndia, ent?o, para mim, crescer como Cat?lica foi mais por causa da tradi??o do que da f?. Ir ? missa dominical e receber a Sagrada Comunh?o era rotina, e eu nunca tive realmente um relacionamento com Jesus. N?o levava minha f? a s?rio. Era mais para manter meus pais felizes, ent?o, por causa deles, ia ? igreja. Quando me mudei para a Inglaterra com a impressionante idade de 13 anos, minha vida passou por uma reviravolta completa. No meio desse choque cultural, sofria bullying na escola. Isso era t?o traumatizante que me sentia um lixo. Eu n?o conseguia entender o que estava acontecendo e me sentia t?o deprimida que comecei a pensar: ?Por que estou viva?? Eu me joguei no meu estudo e minhas notas melhoraram, ent?o eu pude estudar farm?cia na Universidade de Birmingham. Fiquei surpresa quando conheci um grupo de jovens que me aceitou do jeito que eu era pela primeira vez na vida. Embora isso tenha sido ?timo, tamb?m foi muito estranho porque eles se reuniam para rezar e eu n?o estava acostumada com isso. Quando eles louvavam a Deus, eu achava estranho porque eu n?o tinha um relacionamento com Cristo. Eles pertenciam a um movimento carism?tico Cat?lico internacional para jovens chamado Jesus Youth. Embora n?o conseguisse entend?-los, continuei porque me senti t?o acolhida e decidi acompanh?-los a uma confer?ncia chamada ?Dare to Go?. Durante uma sess?o de cura interior, todas as lembran?as do que havia acontecido comigo no passado vieram ? tona. Eu n?o conseguia parar de chorar, ent?o senti o amor de um Pai me abra?ando e entendi que Jesus estava me carregando todo aquele Tempo. Finalmente percebi que algu?m me amava por quem eu era e n?o me julgava. Ele sempre esteve perto, mesmo quando eu n?o O conhecia, mesmo quando eu n?o O amava. Ent?o, comecei a passar mais tempo com o grupo de jovens e outras pessoas que pensavam da mesma forma. Perguntei a Deus como poderia servi-Lo e Ele colocou as pessoas certas no meu caminho. Descobri que Ele havia me dado um dom de m?sica: para cantar, glorific?-Lo e compartilhar Seu amor com os outros. Quanto mais canto para Ele, quanto mais louvo e glorifico a Deus atrav?s da minha voz, mais me sinto atra?da e pr?xima de ?Cristo. O que me faz continuar e o que me mant?m ligada a Cristo ? o Seu amor incondicional. No entanto, eu n?o era um modelo de perfei??o. Como muitos jovens, decidi experimentar as coisas que todos pareciam gostar. O ?lcool me ajudou a encaixar naquela multid?o, mas mesmo quando me desviei, Deus estava comigo para redirecionar meus passos. Ele colocou certas pessoas em minha vida para gentilmente me levar de volta para Ele. Ele ? um Deus muito gentil. Ele nunca me for?ou ou me arrastou. Ele esperou pacientemente e me deu in?meras oportunidades, repetidas vezes, de voltar a Ele, para que eu pudesse experimentar Seu amor. Quanto mais eu conhecia a Cristo, mais reconhecia o qu?o fraca eu era. Todos os dias Ele revelava algo sobre mim que eu nunca havia percebido. Minhas falhas e lutas tornaram-se uma oportunidade de me aproximar Dele, enquanto eu sentia que, se compartilhasse minhas fraquezas com outra pessoa, ela provavelmente me rejeitaria e me julgaria. Mas posso continuar indo a Ele repetidamente na Adora??o ou na Missa, entregar minha fraqueza a Ele e pedir-Lhe que me liberte dela. Ele aceita voluntariamente o fardo. Ele me aperfei?oa dia a dia como uma joia preciosa. N?o consigo me impedir de ser atra?da pelo Seu amor. Nosso relacionamento se tornou t?o pr?ximo que eu n?o posso rejeit?-lo mesmo que eu quisesse, e se eu o rejeito caindo novamente no pecado, o amor de Deus me levanta novamente. Toda vez que eu caio Ele diz: ?n?o tem problema? e ? isso que me mant?m conectada a Ele, ? isso que me mant?m apegada. Quando vou ? Missa, tenho a experi?ncia concreta do encontro com Cristo na Eucaristia. Toda vez que eu O recebo, me emociono porque estou recebendo o mais santo dos santos em meu corpo fr?gil e pecador e isso me fortalece dia a dia. Quando comecei a jornada com Cristo e experiment?-lo de maneira pessoal, comecei a perceber que n?o importa o que est? acontecendo ao meu redor - quanto dinheiro eu tenho ou quantos amigos eu tenho. Antes eu buscava a aprova??o das pessoas e no momento em que me rejeitavam minha felicidade acabava. Mas com Cristo, n?o importa se as pessoas te aprovam ou n?o. Ele diz: ?Eu escolhi voc?? e quando ou?o essas palavras, sinto que alcancei tudo. Isso me traz muita felicidade, alegria e paz. Eu encorajo voc? a dar a Jesus uma oportunidade de fazer a diferen?a em sua vida. Ele est? batendo na porta, mas Ele nunca a for?ar?, voc? ? convidado a abri-la para Ele. Voc? nunca vai se arrepender se fizer isso. Voc? estar? abrindo a porta para uma infinidade de coisas boas. As b?n??os que Ele derramar? sobre voc? e as coisas que voc? pode alcan?ar com Sua ajuda s?o intermin?veis. Nada ? imposs?vel para Ele. Ele me deu a coragem de dizer sim a coisas que eu nunca poderia ter imaginado. Cristo me deu for?as para tirar um ano de folga de minhas atividades habituais para fazer o trabalho mission?rio com o grupo de jovens Jesus Youth. Eu distintamente O ouvi dizer: ?Shelina, eu quero que voc? tire esse ano para fazer isso. Eu lhe mostrarei quanto mais voc? pode alcan?ar atrav?s de Mim?. Eu estava sempre t?o ansiosa para viajar, conhecer novas pessoas ou passar tempo com pessoas que eu n?o conhecia. Com Ele ao meu lado, eu poderia sair da minha zona de conforto para fazer essas mesmas coisas e me divertir. Esse medo incessante e autoconsciente de que as pessoas me julguem desapareceu porque minha vida agora tem um prop?sito ? compartilhar Cristo com os outros. N?o h? presente maior que eu poderia dar a algu?m e Ele merece nosso amor. Se Ele deixou os 99 e veio atr?s de mim, tenho certeza que Ele j? est? te procurando, te chamando de volta para casa. ARTIGO ? baseado no depoimento compartilhado por Shelina Guedes para o programa Shalom World ?U-Turn?. Para assistir aos epis?dios acesse: shalomworld.org/episode/u-turn
Por: Shelina Guedes
MaisDr. Roy Schoeman, nos conta como o ate?smo o arrastou para um po?o de desesperan?a e como ele saiu dele Nasci e fui criado judeu. Fui para o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, onde perdi minha cren?a em Deus e me tornei essencialmente ateu. Segui ent?o para Universidade de Harvard para estudar Administra??o de Empresa e depois de obter meu diploma, fui convidado para trabalhar na Faculdade. Ent?o, aos 29 anos, eu era professor de Marketing na Universidade de Harvard. Embora possa parecer surpreendente, foi quando meu mundo desmoronou. Desde crian?a, eu sabia que a vida deve ter um verdadeiro significado, que eu achava que viria ao come?ar um relacionamento pessoal com Deus. Eu esperava que isso acontecesse no meu Bar Mitzvah (Crisma para os Cat?licos) aos 13 anos. Quando n?o aconteceu o que eu ansiava, acabou sendo um dos dias mais tristes da minha vida. Ent?o eu pensei que o verdadeiro significado viria do sucesso na vida com coisas terrenas, mas como professor em Harvard, eu j? era mais bem sucedido em uma carreira profissional do que eu esperava, mas ainda n?o havia significado ou prop?sito em minha vida. Portanto, naquele momento, ca? no desespero mais sombrio da minha vida. CAMINHO ?ESPIRITUAL Certa manh?, bem cedo, eu estava caminhando em uma Reserva Natural ? beira-mar, entre pinheiros e dunas de areia. Eu estava apenas caminhando, perdido em meus pensamentos. H? muito eu havia perdido a esperan?a de acreditar que Deus existia. Mas, de repente, o v?u entre a Terra e o C?u desapareceu, e eu estava na presen?a de Deus, olhando para minha vida como se tivesse morrido. Vi que tudo o que j? havia acontecido comigo havia sido a coisa mais perfeita que poderia ter sido arranjada pelas m?os de um Deus onisciente e amoroso, n?o apenas incluindo aquelas coisas que causaram mais sofrimento, mas especialmente elas. Vi que teria dois grandes arrependimentos depois que morresse. Em primeiro lugar, todo o tempo e energia que desperdicei me preocupando em n?o ser amado quando fui mantido em um oceano de amor, maior do que qualquer coisa que eu pudesse imaginar, em todos os momentos de minha exist?ncia, vindo deste Deus onisciente e amoroso. E em segundo lugar, todas as horas que eu havia perdido sem fazer nada de valor aos olhos do C?u, uma vez que cada momento cont?m a possibilidade de fazer algo valioso aos olhos de Deus. Toda vez que aproveitarmos essa oportunidade, seremos verdadeiramente recompensados por toda a eternidade, e toda oportunidade que deixarmos escapar e n?o aproveitarmos ser? uma oportunidade perdida por toda a eternidade. Mas o aspecto mais surpreendente dessa experi?ncia foi chegar ao conhecimento ?ntimo, profundo e certo de que o pr?prio Deus - o Deus que n?o apenas criou tudo o que existe, mas criou a pr?pria exist?ncia - n?o apenas me conhecia pelo nome e se importava comigo, Ele estava cuidando de mim, a cada momento da minha exist?ncia, organizando tudo o que j? aconteceu comigo da maneira mais perfeita. Ele realmente sabia e se importava como eu me sentia a cada momento. De uma forma muito real, tudo o que me fazia feliz o fazia feliz, e tudo o que me deixava triste o deixava triste. Percebi que o significado e prop?sito da minha vida era adorar e servir ao meu Senhor, Deus e Mestre que estava revelando-se a mim, mas eu n?o sabia Seu nome ou que religi?o era essa. Eu n?o pude pensar nisso como o Deus do Antigo Testamento, ou esta religi?o como o Juda?smo. A imagem de Deus que emerge do Antigo Testamento ? de um Deus muito mais distante, severo e soberano do que esse Deus era. Eu sabia que Ele era meu Senhor e Deus e meu mestre, e n?o queria nada al?m de ador?-Lo e servi-Lo adequadamente, mas n?o sabia quem Ele era ou qual religi?o seguir.?? Ent?o rezei: ?Deixe-me saber Seu nome para que eu saiba qual religi?o seguir. N?o me importo se voc? ? Buda e eu tenho que me tornar um Budista; N?o me importo se voc? ? Krishna e eu tenho que me tornar um Hindu; N?o me importo se voc? ? Apolo e eu tenho que me tornar um pag?o Romano. Desde que voc? n?o seja Cristo e eu tenha que me tornar Crist?o!? Bem, Ele respeitou aquela ora??o e n?o me revelou Seu nome. Mas voltei para casa mais feliz do que nunca na minha vida. Tudo o que eu queria era saber o nome do meu Senhor, Deus e mestre que se revelou a mim, e qual religi?o seguir. Assim, todas as noites, antes de dormir, eu fazia uma pequena ora??o que havia inventado para saber o nome do meu Senhor, meu Deus e mestre que se revelou a mim naquela experi?ncia. BELEZA ?AL?M ?DE ?PALAVRAS Um ano depois daquela primeira experi?ncia, adormeci depois de ter feito aquela ora??o, assim como uma ora??o de agradecimento pelo que havia acontecido exatamente um ano antes. Eu pensei que tinha sido acordado por uma m?o tocando meu ombro suavemente, e fui levado a um quarto e deixado sozinho com a jovem mais linda que eu poderia imaginar. Eu sabia, sem que me dissessem, que era a Sant?ssima Virgem Maria. Quando me vi em Sua presen?a, tudo o que eu queria fazer era cair de joelhos e, de alguma forma, honr?-la adequadamente. Na verdade, o primeiro pensamento que me passou pela cabe?a foi: ?Oh meu Deus, eu gostaria de pelo menos saber a Ave-Maria!?, mas n?o sabia. Suas primeiras palavras foram uma oferta para responder a quaisquer perguntas que eu pudesse ter. Bem, meu primeiro pensamento foi pedir a ela que me ensinasse a Ave Maria, para que eu pudesse honr?-la adequadamente, mas era orgulhoso demais para admitir que n?o sabia. Ent?o, como forma indireta de faz?-la me ensinar a Ave-Maria, perguntei-lhe qual era sua ora??o favorita. Sua primeira resposta foi: ?Eu amo todas as ora??es para mim?. Mas eu fui um pouco insistente e disse: ?Mas voc? deve amar algumas ora??es mais do que outras?. Ela cedeu e recitou uma ora??o em portugu?s. Eu n?o sabia nada de portugu?s, ent?o tudo que eu podia fazer era tentar lembrar foneticamente as primeiras s?labas e escrev?-las assim que acordasse na manh? seguinte. Mais tarde, conheci uma Cat?lica portuguesa, pedi-lhe que recitasse as ora??es marianas em Portugu?s para mim, e identifiquei a ora??o como '? Maria concebida sem pecado, rogai por n?s que recorremos a V?s'. Por mais linda que Maria fosse, ainda mais profundamente comovente era a beleza de sua voz. A ?nica maneira que posso descrev?-la ? dizer que foi composta daquilo que faz M?sica, M?sica. Quando ela falou, a beleza de sua voz fluiu atrav?s de mim, levando seu amor com ela, e me levou a um estado de ?xtase maior do que eu jamais imaginei que pudesse existir. A maioria das minhas perguntas simplesmente flu?am do fato de eu estar maravilhado por quem Ela era. A certa altura, gaguejei: ?Como pode ser que voc? seja t?o gloriosa, t?o magn?fica, t?o exaltada?? Sua resposta foi apenas olhar para mim quase com pena e balan?ar a cabe?a suavemente e dizer 'Oh n?o, voc? n?o entende. Eu n?o sou nada. Eu sou uma criatura. Eu sou uma creatura. Ele ? tudo'. Ent?o, novamente com o desejo de honr?-la de alguma forma apropriada, perguntei qual t?tulo ela mais gostava para si mesma. Sua resposta foi: ?Sou a filha amada do Pai, M?e do Filho e Esposa do Esp?rito?. Fiz-lhe v?rias outras perguntas de menor import?ncia, depois das quais ela falou comigo por mais 10 ou 15 minutos. Depois disso, a audi?ncia acabou e eu voltei a dormir. Na manh? seguinte, quando acordei, estava perdidamente apaixonado pela Sant?ssima Virgem Maria e sabia que n?o queria nada al?m de ser o mais pleno e completamente crist?o poss?vel. A partir dessa experi?ncia, percebi, ? claro, que o Deus que se revelou a mim um ano antes era Cristo. EM? BUSCA Havia um santu?rio de Nossa Senhora de La Salette a cerca de 45 minutos de onde eu morava. Comecei a ir l? tr?s ou quatro vezes por semana, apenas para passear pelo terreno, sentir a presen?a da Sant?ssima Virgem Maria e conversar com ela. O santu?rio era propriedade da Igreja Cat?lica e por isso, ?s vezes, estava sendo celebrada a Santa Missa. Sempre que estava presente ?a uma Missa, sentia um desejo tremendo de receber a Eucaristia, embora n?o soubesse o que era. Essas duas coisas me levaram sem muito desvio para a Igreja Cat?lica ? sabendo quem era a Sant?ssima Virgem Maria e querendo receber a Comunh?o, diariamente, se poss?vel. Ao entrar para a Igreja Cat?lica, n?o s? n?o deixei de ser judeu, mas, a meu ver, tornei-me mais judeu do que nunca, pois ao faz?-lo tornei-me um judeu seguidor do Messias judeu, em vez de um judeu que n?o tinha reconhecido o Messias judeu e permaneceu no Juda?smo ?pr?-Messi?nico?. A meu ver, a Igreja Cat?lica ? o Juda?smo p?s-Messi?nico e o Juda?smo ? o Catolicismo pr?-Messi?nico: duas fases em uma e o mesmo plano de salva??o para toda a humanidade. Sou infinitamente grato por ter tido essas experi?ncias. Fui levado ? plenitude da verdade, a um relacionamento pessoal com Deus al?m de qualquer coisa que eu jamais imaginei que pudesse existir, a saber as respostas para todas as perguntas sobre o homem, sobre Deus, sobre o sentido da vida, sobre o que acontece depois que voc? morre, e muito mais que me atormentava quando jovem. Mais importante, ganhei uma esperan?a bem fundamentada de uma eternidade de felicidade e amor inimagin?veis ??na presen?a de Deus. ARTIGO ? baseado no testemunho inspirador compartilhado pelo Dr. Roy Schoeman para o programa Shalom World ?Mary My Mother?. Para assistir ao epis?dio acesse: shalomworld.org/episode/mary-my-mother
Por: Dr Roy Schoeman
MaisExiste Sensibilidade Eucar?stica? Talvez esta hist?ria a respeito do Papa Jo?o Paulo II possa responder ? pergunta. Durante uma viagem ao Estado de Maryland, o Papa Jo?o Paulo II estava programado para passar por um corredor na resid?ncia do Arcebispo. Ao longo desse corredor havia uma entrada para a Capela onde o Sant?ssimo Sacramento estava reservado. O organizador papal garantiu que nada indicava que a porta conduzisse ? Capela, pois sabia que Jo?o Paulo II certamente entraria para fazer uma visita ao Senhor, fazendo assim desviar significativamente o cronograma. No dia da peregrina??o, o Papa Jo?o Paulo passou pela porta e parou. Ele acenou o dedo para o organizador, abriu a porta da Capela, entrou e ajoelhou-se para rezar. Um dos padres que testemunhou o evento comentou maravilhado: "Ele nunca esteve neste lugar antes, nunca p?s os olhos no lugar, e n?o havia nada na porta que a distinguisse de alguma forma como Capela. Era apenas mais uma porta em um corredor cheio de portas". Mas ele voltou para tr?s, abriu aquela porta, entrou na Capela e rezou". De sua intensa rela??o com a Eucaristia, surgiu o incr?vel dom da sensibilidade Eucar?stica. O Santo Padre nos ensinou uma li??o a respeito dos desejos de nosso cora??o. Quando nosso desejo ? grande, nossa consci?ncia e sensibilidade em rela??o ?quilo que desejamos aumenta muito. Oremos para que o Bom Deus nos ajude a crescer em nosso desejo por Ele e nos inspire a reservar tempo regularmente para passarmos a s?s com Ele no Sant?ssimo Sacramento.
Por: Shalom Tidings
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