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abr 06, 2022
ENCONTRE abr 06, 2022

At? ent?o, ir ? igreja era apenas para manter meus pais felizes. Eu n?o esperava que houvesse algu?m l? que me amasse, mesmo quando eu n?o me importava

Nasci em uma fam?lia Cat?lica na ?ndia, ent?o, para mim, crescer como Cat?lica foi mais por causa da tradi??o do que da f?. Ir ? missa dominical e receber a Sagrada Comunh?o era rotina, e eu nunca tive realmente um relacionamento com Jesus. N?o levava minha f? a s?rio. Era mais para manter meus pais felizes, ent?o, por causa deles, ia ? igreja.

Quando me mudei para a Inglaterra com a impressionante idade de 13 anos, minha vida passou por uma reviravolta completa. No meio desse choque cultural, sofria bullying na escola. Isso era t?o traumatizante que me sentia um lixo. Eu n?o conseguia entender o que estava acontecendo e me sentia t?o deprimida que comecei a pensar: ?Por que estou viva??

Eu me joguei no meu estudo e minhas notas melhoraram, ent?o eu pude estudar farm?cia na Universidade de Birmingham. Fiquei surpresa quando conheci um grupo de jovens que me aceitou do jeito que eu era pela primeira vez na vida. Embora isso tenha sido ?timo, tamb?m foi muito estranho porque eles se reuniam para rezar e eu n?o estava acostumada com isso. Quando eles louvavam a Deus, eu achava estranho porque eu n?o tinha um relacionamento com Cristo.

Eles pertenciam a um movimento carism?tico Cat?lico internacional para jovens chamado Jesus Youth. Embora n?o conseguisse entend?-los, continuei porque me senti t?o acolhida e decidi acompanh?-los a uma confer?ncia chamada ?Dare to Go?. Durante uma sess?o de cura interior, todas as lembran?as do que havia acontecido comigo no passado vieram ? tona. Eu n?o conseguia parar de chorar, ent?o senti o amor de um Pai me abra?ando e entendi que Jesus estava me carregando todo aquele Tempo.

Finalmente percebi que algu?m me amava por quem eu era e n?o me julgava. Ele sempre esteve perto, mesmo quando eu n?o O conhecia, mesmo quando eu n?o O amava. Ent?o, comecei a passar mais tempo com o grupo de jovens e outras pessoas que pensavam da mesma forma. Perguntei a Deus como poderia servi-Lo e Ele colocou as pessoas certas no meu caminho. Descobri que Ele havia me dado um dom de m?sica: para cantar, glorific?-Lo e compartilhar Seu amor com os outros. Quanto mais canto para Ele, quanto mais louvo e glorifico a Deus atrav?s da minha voz, mais me sinto atra?da e pr?xima de ?Cristo. O que me faz continuar e o que me mant?m ligada a Cristo ? o Seu amor incondicional.

No entanto, eu n?o era um modelo de perfei??o. Como muitos jovens, decidi experimentar as coisas que todos pareciam gostar. O ?lcool me ajudou a encaixar naquela multid?o, mas mesmo quando me desviei, Deus estava comigo para redirecionar meus passos. Ele colocou certas pessoas em minha vida para gentilmente me levar de volta para Ele. Ele ? um Deus muito gentil. Ele nunca me for?ou ou me arrastou. Ele esperou pacientemente e me deu in?meras oportunidades, repetidas vezes, de voltar a Ele, para que eu pudesse experimentar Seu amor.

Quanto mais eu conhecia a Cristo, mais reconhecia o qu?o fraca eu era. Todos os dias Ele revelava algo sobre mim que eu nunca havia percebido. Minhas falhas e lutas tornaram-se uma oportunidade de me aproximar Dele, enquanto eu sentia que, se compartilhasse minhas fraquezas com outra pessoa, ela provavelmente me rejeitaria e me julgaria. Mas posso continuar indo a Ele repetidamente na Adora??o ou na Missa, entregar minha fraqueza a Ele e pedir-Lhe que me liberte dela. Ele aceita voluntariamente o fardo. Ele me aperfei?oa dia a dia como uma joia preciosa. N?o consigo me impedir de ser atra?da pelo Seu amor.

Nosso relacionamento se tornou t?o pr?ximo que eu n?o posso rejeit?-lo mesmo que eu quisesse, e se eu o rejeito caindo novamente no pecado, o amor de Deus me levanta novamente. Toda vez que eu caio Ele diz: ?n?o tem problema? e ? isso que me mant?m conectada a Ele, ? isso que me mant?m apegada. Quando vou ? Missa, tenho a experi?ncia concreta do encontro com Cristo na Eucaristia. Toda vez que eu O recebo, me emociono porque estou recebendo o mais santo dos santos em meu corpo fr?gil e pecador e isso me fortalece dia a dia.

Quando comecei a jornada com Cristo e experiment?-lo de maneira pessoal, comecei a perceber que n?o importa o que est? acontecendo ao meu redor – quanto dinheiro eu tenho ou quantos amigos eu tenho. Antes eu buscava a aprova??o das pessoas e no momento em que me rejeitavam minha felicidade acabava. Mas com Cristo, n?o importa se as pessoas te aprovam ou n?o. Ele diz: ?Eu escolhi voc?? e quando ou?o essas palavras, sinto que alcancei tudo. Isso me traz muita felicidade, alegria e paz. Eu encorajo voc? a dar a Jesus uma oportunidade de fazer a diferen?a em sua vida. Ele est? batendo na porta, mas Ele nunca a for?ar?, voc? ? convidado a abri-la para Ele. Voc? nunca vai se arrepender se fizer isso. Voc? estar? abrindo a porta para uma infinidade de coisas boas. As b?n??os que Ele derramar? sobre voc? e as coisas que voc? pode alcan?ar com Sua ajuda s?o intermin?veis. Nada ? imposs?vel para Ele. Ele me deu a coragem de dizer sim a coisas que eu nunca poderia ter imaginado.

Cristo me deu for?as para tirar um ano de folga de minhas atividades habituais para fazer o trabalho mission?rio com o grupo de jovens Jesus Youth. Eu distintamente O ouvi dizer: ?Shelina, eu quero que voc? tire esse ano para fazer isso. Eu lhe mostrarei quanto mais voc? pode alcan?ar atrav?s de Mim?. Eu estava sempre t?o ansiosa para viajar, conhecer novas pessoas ou passar tempo com pessoas que eu n?o conhecia. Com Ele ao meu lado, eu poderia sair da minha zona de conforto para fazer essas mesmas coisas e me divertir.

Esse medo incessante e autoconsciente de que as pessoas me julguem desapareceu porque minha vida agora tem um prop?sito ? compartilhar Cristo com os outros. N?o h? presente maior que eu poderia dar a algu?m e Ele merece nosso amor. Se Ele deixou os 99 e veio atr?s de mim, tenho certeza que Ele j? est? te procurando, te chamando de volta para casa.


ARTIGO ? baseado no depoimento compartilhado por Shelina Guedes para o programa Shalom World ?U-Turn?. Para assistir aos epis?dios acesse: shalomworld.org/episode/u-turn

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Por: Shelina Guedes

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abr 06, 2022
ENCONTRE abr 06, 2022

Dr. Roy Schoeman, nos conta como o ate?smo o arrastou para um po?o de desesperan?a e como ele saiu dele

Nasci e fui criado judeu. Fui para o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, onde perdi minha cren?a em Deus e me tornei essencialmente ateu. Segui ent?o para Universidade de Harvard para estudar Administra??o de Empresa e depois de obter meu diploma, fui convidado para trabalhar na Faculdade. Ent?o, aos 29 anos, eu era professor de Marketing na Universidade de Harvard. Embora possa parecer surpreendente, foi quando meu mundo desmoronou. Desde crian?a, eu sabia que a vida deve ter um verdadeiro significado, que eu achava que viria ao come?ar um relacionamento pessoal com Deus. Eu esperava que isso acontecesse no meu Bar Mitzvah (Crisma para os Cat?licos) aos 13 anos. Quando n?o aconteceu o que eu ansiava, acabou sendo um dos dias mais tristes da minha vida. Ent?o eu pensei que o verdadeiro significado viria do sucesso na vida com coisas terrenas, mas como professor em Harvard, eu j? era mais bem sucedido em uma carreira profissional do que eu esperava, mas ainda n?o havia significado ou prop?sito em minha vida. Portanto, naquele momento, ca? no desespero mais sombrio da minha vida.

CAMINHO ?ESPIRITUAL

Certa manh?, bem cedo, eu estava caminhando em uma Reserva Natural ? beira-mar, entre pinheiros e dunas de areia. Eu estava apenas caminhando, perdido em meus pensamentos. H? muito eu havia perdido a esperan?a de acreditar que Deus existia. Mas, de repente, o v?u entre a Terra e o C?u desapareceu, e eu estava na presen?a de Deus, olhando para minha vida como se tivesse morrido. Vi que tudo o que j? havia acontecido comigo havia sido a coisa mais perfeita que poderia ter sido arranjada pelas m?os de um Deus onisciente e amoroso, n?o apenas incluindo aquelas coisas que causaram mais sofrimento, mas especialmente elas. Vi que teria dois grandes arrependimentos depois que morresse. Em primeiro lugar, todo o tempo e energia que desperdicei me preocupando em n?o ser amado quando fui mantido em um oceano de amor, maior do que qualquer coisa que eu pudesse imaginar, em todos os momentos de minha exist?ncia, vindo deste Deus onisciente e amoroso. E em segundo lugar, todas as horas que eu havia perdido sem fazer nada de valor aos olhos do C?u, uma vez que cada momento cont?m a possibilidade de fazer algo valioso aos olhos de Deus. Toda vez que aproveitarmos essa oportunidade, seremos verdadeiramente recompensados por toda a eternidade, e toda oportunidade que deixarmos escapar e n?o aproveitarmos ser? uma oportunidade perdida por toda a eternidade.

Mas o aspecto mais surpreendente dessa experi?ncia foi chegar ao conhecimento ?ntimo, profundo e certo de que o pr?prio Deus – o Deus que n?o apenas criou tudo o que existe, mas criou a pr?pria exist?ncia – n?o apenas me conhecia pelo nome e se importava comigo, Ele estava cuidando de mim, a cada momento da minha exist?ncia, organizando tudo o que j? aconteceu comigo da maneira mais perfeita. Ele realmente sabia e se importava como eu me sentia a cada momento. De uma forma muito real, tudo o que me fazia feliz o fazia feliz, e tudo o que me deixava triste o deixava triste.

Percebi que o significado e prop?sito da minha vida era adorar e servir ao meu Senhor, Deus e Mestre que estava revelando-se a mim, mas eu n?o sabia Seu nome ou que religi?o era essa. Eu n?o pude pensar nisso como o Deus do Antigo Testamento, ou esta religi?o como o Juda?smo. A imagem de Deus que emerge do Antigo Testamento ? de um Deus muito mais distante, severo e soberano do que esse Deus era. Eu sabia que Ele era meu Senhor e Deus e meu mestre, e n?o queria nada al?m de ador?-Lo e servi-Lo adequadamente, mas n?o sabia quem Ele era ou qual religi?o seguir.?? Ent?o rezei: ?Deixe-me saber Seu nome para que eu saiba qual religi?o seguir. N?o me importo se voc? ? Buda e eu tenho que me tornar um Budista; N?o me importo se voc? ? Krishna e eu tenho que me tornar um Hindu; N?o me importo se voc? ? Apolo e eu tenho que me tornar um pag?o Romano. Desde que voc? n?o seja Cristo e eu tenha que me tornar Crist?o!? Bem, Ele respeitou aquela ora??o e n?o me revelou Seu nome. Mas voltei para casa mais feliz do que nunca na minha vida. Tudo o que eu queria era saber o nome do meu Senhor, Deus e mestre que se revelou a mim, e qual religi?o seguir. Assim, todas as noites, antes de dormir, eu fazia uma pequena ora??o que havia inventado para saber o nome do meu Senhor, meu Deus e mestre que se revelou a mim naquela experi?ncia.

BELEZA ?AL?M ?DE ?PALAVRAS

Um ano depois daquela primeira experi?ncia, adormeci depois de ter feito aquela ora??o, assim como uma ora??o de agradecimento pelo que havia acontecido exatamente um ano antes. Eu pensei que tinha sido acordado por uma m?o tocando meu ombro suavemente, e fui levado a um quarto e deixado sozinho com a jovem mais linda que eu poderia imaginar. Eu sabia, sem que me dissessem, que era a Sant?ssima Virgem Maria. Quando me vi em Sua presen?a, tudo o que eu queria fazer era cair de joelhos e, de alguma forma, honr?-la adequadamente.

Na verdade, o primeiro pensamento que me passou pela cabe?a foi: ?Oh meu Deus, eu gostaria de pelo menos saber a Ave-Maria!?, mas n?o sabia. Suas primeiras palavras foram uma oferta para responder a quaisquer perguntas que eu pudesse ter. Bem, meu primeiro pensamento foi pedir a ela que me ensinasse a Ave Maria, para que eu pudesse honr?-la adequadamente, mas era orgulhoso demais para admitir que n?o sabia. Ent?o, como forma indireta de faz?-la me ensinar a Ave-Maria, perguntei-lhe qual era sua ora??o favorita. Sua primeira resposta foi: ?Eu amo todas as ora??es para mim?. Mas eu fui um pouco insistente e disse: ?Mas voc? deve amar algumas ora??es mais do que outras?. Ela cedeu e recitou uma ora??o em portugu?s. Eu n?o sabia nada de portugu?s, ent?o tudo que eu podia fazer era tentar lembrar foneticamente as primeiras s?labas e escrev?-las assim que acordasse na manh? seguinte. Mais tarde, conheci uma Cat?lica portuguesa, pedi-lhe que recitasse as ora??es marianas em Portugu?s para mim, e identifiquei a ora??o como ‘? Maria concebida sem pecado, rogai por n?s que recorremos a V?s’.

Por mais linda que Maria fosse, ainda mais profundamente comovente era a beleza de sua voz. A ?nica maneira que posso descrev?-la ? dizer que foi composta daquilo que faz M?sica, M?sica. Quando ela falou, a beleza de sua voz fluiu atrav?s de mim, levando seu amor com ela, e me levou a um estado de ?xtase maior do que eu jamais imaginei que pudesse existir.

A maioria das minhas perguntas simplesmente flu?am do fato de eu estar maravilhado por quem Ela era. A certa altura, gaguejei: ?Como pode ser que voc? seja t?o gloriosa, t?o magn?fica, t?o exaltada?? Sua resposta foi apenas olhar para mim quase com pena e balan?ar a cabe?a suavemente e dizer ‘Oh n?o, voc? n?o entende. Eu n?o sou nada. Eu sou uma criatura. Eu sou uma creatura. Ele ? tudo’.

Ent?o, novamente com o desejo de honr?-la de alguma forma apropriada, perguntei qual t?tulo ela mais gostava para si mesma. Sua resposta foi: ?Sou a filha amada do Pai, M?e do Filho e Esposa do Esp?rito?. Fiz-lhe v?rias outras perguntas de menor import?ncia, depois das quais ela falou comigo por mais 10 ou 15 minutos. Depois disso, a audi?ncia acabou e eu voltei a dormir. Na manh? seguinte, quando acordei, estava perdidamente apaixonado pela Sant?ssima Virgem Maria e sabia que n?o queria nada al?m de ser o mais pleno e completamente crist?o poss?vel. A partir dessa experi?ncia, percebi, ? claro, que o Deus que se revelou a mim um ano antes era Cristo.

EM? BUSCA

Havia um santu?rio de Nossa Senhora de La Salette a cerca de 45 minutos de onde eu morava. Comecei a ir l? tr?s ou quatro vezes por semana, apenas para passear pelo terreno, sentir a presen?a da Sant?ssima Virgem Maria e conversar com ela. O santu?rio era propriedade da Igreja Cat?lica e por isso, ?s vezes, estava sendo celebrada a Santa Missa. Sempre que estava presente ?a uma Missa, sentia um desejo tremendo de receber a Eucaristia, embora n?o soubesse o que era. Essas duas coisas me levaram sem muito desvio para a Igreja Cat?lica ? sabendo quem era a Sant?ssima Virgem Maria e querendo receber a Comunh?o, diariamente, se poss?vel.

Ao entrar para a Igreja Cat?lica, n?o s? n?o deixei de ser judeu, mas, a meu ver, tornei-me mais judeu do que nunca, pois ao faz?-lo tornei-me um judeu seguidor do Messias judeu, em vez de um judeu que n?o tinha reconhecido o Messias judeu e permaneceu no Juda?smo ?pr?-Messi?nico?. A meu ver, a Igreja Cat?lica ? o Juda?smo p?s-Messi?nico e o Juda?smo ? o Catolicismo pr?-Messi?nico: duas fases em uma e o mesmo plano de salva??o para toda a humanidade.

Sou infinitamente grato por ter tido essas experi?ncias. Fui levado ? plenitude da verdade, a um relacionamento pessoal com Deus al?m de qualquer coisa que eu jamais imaginei que pudesse existir, a saber as respostas para todas as perguntas sobre o homem, sobre Deus, sobre o sentido da vida, sobre o que acontece depois que voc? morre, e muito mais que me atormentava quando jovem. Mais importante, ganhei uma esperan?a bem fundamentada de uma eternidade de felicidade e amor inimagin?veis ??na presen?a de Deus.


ARTIGO ? baseado no testemunho inspirador compartilhado pelo Dr. Roy Schoeman para o programa Shalom World ?Mary My Mother?. Para assistir ao epis?dio acesse: shalomworld.org/episode/mary-my-mother

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Por: Dr Roy Schoeman

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abr 06, 2022
ENCONTRE abr 06, 2022

Ap?s quase dez anos e meio de casamento, a ora??o de Susan Skinner foi finalmente atendida. Leia como ela testemunhou um verdadeiro milagre

Quando meu marido e eu nos casamos, ele n?o era Cat?lico. Ele foi criado frequentando Igrejas Batistas e Presbiterianas, mas seu amor por Jesus e por mim, e a maneira como nos complement?vamos como um casal nos uniu. Pouco depois de nos casarmos, ele se converteu ao Catolicismo. Ele me disse que sabia que eu nunca me filiaria a outra Igreja, mas precis?vamos ir ? Igreja juntos, ent?o fazia mais sentido que ele se juntasse a mim na Igreja Cat?lica. Ele acreditava na Eucaristia e juntos criamos nossa fam?lia como Cat?licos.

UMA ?HIST?RIA ?DENTRO ?DE ?OUTRA

Durante esse per?odo, por?m, ?s vezes eu me referia a ele como um ?Baplic?, porque ele tinha alguns problemas com o ensino Cat?lico e realmente n?o entendia nossa honra a Maria. Eu me considerava o chefe espiritual de nossa casa,? pois levantava todos para a missa e ensinava a maior parte as crian?as. Senti-me aben?oada por irmos todos juntos ? Igreja e por ele apoiar a cria??o Cat?lica de nossos filhos, mas ansiava que ele fosse o l?der espiritual e implorei pela intercess?o de Maria. Um dia, enquanto convers?vamos sobre assuntos espirituais, surgiu o tema de Maria. Eu estava lutando para explicar para ele sobre Maria quando me lembrei de um v?deo do padre Stephen Scheier que um amigo havia recomendado. Ele relata sua experi?ncia de quase morte e como sentiu que Maria o salvou. Aquele v?deo teve um impacto poderoso em meu marido, abrindo sua mente para a ideia de que havia muito mais em Maria do que ele jamais havia considerado. A sequ?ncia de eventos que aconteceu a seguir foi uma esp?cie de um pequeno milagre. Ele decidiu contar sua hist?ria com suas pr?prias palavras:

Geralmente sou uma pessoa reservada, n?o inclinado a compartilhar assuntos particulares fora de um grupo pequeno de amigos. No entanto, comecei a sentir que minha hist?ria poderia servir de inspira??o para outras pessoas e que, se uma alma for movida a rezar, ou continuar a rezar o Ros?rio como resultado, valer? a pena o esfor?o.

Em janeiro de 2011, decidi aprender a rezar o Ros?rio. Usando uma folha como refer?ncia com todos os mist?rios e ora??es, eu rezei meu primeiro ter?o de cinco d?cadas.

Uma noite, Susan mencionou que muitas pessoas que s?o novas no Ros?rio frequentemente recebem um de seus pedidos e n?o se deve ter medo de pedir algo grande. Achei engra?ado, mas honestamente n?o pensei muito nisso. De qualquer forma, a maioria dos meus pedidos n?o eram para itens espec?ficos que poderiam ser visivelmente concedidos. Eles eram para coisas mais gerais, como manter minha fam?lia livre e protejida de qualquer coisa maligna, ajudar as crian?as a ir bem na escola, etc.

Alguns dias depois, soube que meu patr?o estava dando ingressos de primeira classe para o Circo dos? Ringling Brothers para alguns funcion?rios sortudos. Pensando que isso seria um grande presente para os meus filhos, coloquei meu nome , em competi??o com muitas outras pessoas para os eventos de sexta e s?bado.

Naquela noite, fiz meus pedidos habituais do Ros?rio e Susan fez os dela. Ap?s o ?ltimo sinal da cruz, guardamos nossos Ros?rios e nos levantamos para sair quando eu parei e disse: ?Ah, sim, mais uma coisa… seria maravilhoso se eu pudesse ganhar esses ingressos para o circo. O show de s?bado seria ?timo. Am?m.? Na tarde seguinte, recebi um e-mail anunciando que havia ganhado quatro ingressos para o circo de s?bado. Fiquei ali sentado sem acreditar por alguns momentos e reli a mensagem. Parecia que Maria estava dizendo: ?Voc? pediu alguma coisa??Boom!? Aqui est?.” Fiquei chocado e emocionado ao mesmo tempo. Eu sou um homem racional que trabalha com finan?as, ent?o pensei comigo mesmo que essas coisas acontecem. Minhas chances eram talvez 1-2%, e algu?m tinha que ganhar. N?o foi como se fosse a loteria. No entanto, n?o s? eu ganhei, mas foi para o show de s?bado que eu havia solicitado. Para mim, foi mais do que uma chance. Maria obteve minha aten??o.

VIS?O ??BEAT?FICA

Antes de ganhar os ingressos, eu rezava o ter?o na maioria dos dias, mas n?o todos os dias. Ap?s o acontecido, comprometi-me com cinco d?cadas di?rias, continuando a ler e aprender sobre Maria e o Ros?rio, especialmente de S?o Lu?s Maria de Montfort. Resolvi tamb?m fazer os cinco primeiros s?bados incentivados por Nossa Senhora de F?tima.

Esta devo??o consiste em reparar os pecados cometidos contra o Imaculado Cora??o de Maria, rezando o Ros?rio, confessando-se, recebendo a Comunh?o na Missa e rezando na presen?a de Jesus por pelo menos 15 minutos todo primeiro s?bado do m?s durante cinco meses consecutivos.

No primeiro s?bado, fui ? igreja para a Confiss?o antes da Missa. Agora, esta era apenas a minha terceira Confiss?o, mas abordei esta com muito mais discernimento e seriedade. Eu realmente aprofundei, confessando dolorosamente os pecados especialmente do meu passado distante. Depois de receber a absolvi??o dos meus pecados, senti um enorme fardo ser retirado da minha alma. Em repara??o pelos pecados contra o Imaculado Cora??o de Maria, mergulhei meu cora??o no cumprimento de todas as obriga??es. Foi dif?cil ? especialmente a Confiss?o ? mas foi bom.

Naquela noite, fui despertado de repente do sono por um calor intenso que se moveu como uma onda por todo o meu corpo. Ent?o, no quarto escuro como breu, antes que eu pudesse tentar processar o que estava acontecendo, uma imagem apareceu em meus olhos fechados ? semelhante ? maneira como voc? pode olhar brevemente para um objeto brilhoso e ent?o ver a forma do objeto impressa em luz sob suas p?lpebras. Come?ou como um ponto de luz que se expandiu rapidamente na forma de uma rosa. A imagem permaneceu por cerca de 3 segundos, e imediatamente se expandiu novamente em uma nova imagem de muitas rosas menores como um buqu? em forma de cora??o e depois se expandiu para a imagem final de rosas unidas como uma coroa.

Quando acabou, abri meus olhos no quarto escuro e me sentei, espantado e tentando processar o que tinha acabado de acontecer. A parte l?gica do meu c?rebro quer racionalizar isso como uma ocorr?ncia natural, induzida por sonhos. Mas nunca encontrei nada remotamente parecido na minha vida antes ou depois, e aconteceu depois do primeiro dos cinco s?bados. A meu ver, esse foi o reconhecimento especial e o incentivo de Maria para continuar. A primeira rosa representava claramente o Ros?rio. Eu realmente n?o compreendi o significado completo das duas ?ltimas imagens na ?poca, mas ap?s refletir posteriormente, elas est?o relacionadas ao Seu Imaculado Cora??o.

Essa ? a hist?ria do meu marido. E foi assim, depois de dez anos e meio de casamento, minha ora??o foi atendida. Meu marido se tornou o l?der espiritual em nossa casa. Isso foi realmente um milagre em meu meio. Sendo a humana que sou, fiquei muito grata, mas tamb?m um pouco ciumenta espiritualmente. Eu rezei o Ros?rio por anos, mas foi ele quem teve uma ?vis?o?. Eu sabia que isso era ego?smo, ent?o rapidamente superei isso, vendo-o se transformar em uma nova pessoa. Ele ainda ? o mesmo homem com quem me casei, mas ? uma pessoa mais suave, mais gentil e mais generosa, cujo cora??o mudou quando se envolveu em atividades na Igreja. Ainda estamos juntos nesta jornada e temos um longo caminho a percorrer, mas sou eternamente grata a Maria, a M?e de Deus, por interceder em nossas vidas.

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Por: Susan Skinner

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abr 06, 2022
ENCONTRE abr 06, 2022

Beber, fumar e fazer livremente o que eu quisesse me deixou vazia

Durante toda a minha vida, Deus me cobriu de gra?a, mesmo que eu n?o merecesse. Eu sempre me perguntei: ?Por que Senhor? Eu sou uma pecadora t?o imperfeita.? Sem hesitar, sempre recebia uma resposta que me assegurava do Seu amor por mim.

O Di?rio de Santa Faustina descreve Sua miseric?rdia t?o belamente: ?Embora o pecado seja um abismo de fraqueza e ingratid?o, o pre?o pago por n?s nunca pode ser igualado. Portanto, que cada alma confie na Paix?o do Senhor e coloque sua esperan?a em sua miseric?rdia. Deus n?o negar? Sua miseric?rdia a ningu?m. O c?u e a terra podem mudar, mas a miseric?rdia de Deus nunca se esgotar??. (Di?rio de Santa Maria Faustina Kowalska, 72).

Incont?veis ??experi?ncias pessoais da gra?a e miseric?rdia de Nosso Senhor transformaram minha f? e me permitiram crescer em uma intimidade mais profunda com Ele.

MANEIRAS ??MUNDANAS

Na sociedade atual, ? dif?cil encontrar jovens adultos ou adolescentes que praticam sua f? diariamente. O fasc?nio do mundo material ? forte. Como uma jovem de 24 anos, eu pessoalmente experimentei isso. Por quase 8 anos, como adolescente e jovem adulta, valorizei a opini?o do mundo acima de Deus. Eu era conhecida como a festeira ? bebendo, fumando e fazendo livremente o que quisesse. Todos ao meu redor estavam no mesmo barco e gost?vamos do que est?vamos fazendo, embora n?o houvesse satisfa??o nisso.

Durante esse per?odo da minha vida, eu ainda ia ? igreja aos domingos, mas n?o entendia completamente minha f?. Meus pais me mandaram para muitos retiros quando eu era mais nova. Embora eu sempre tenha tido experi?ncias e encontros espirituais com Jesus, ainda estava presa nas coisas do mundo. As experi?ncias nos retiros me deixaram curiosa sobre a f?, mas isso n?o durou muito. Eu logo voltava a festejar e beber com meus amigos e esquecia todas as minhas boas resolu??es. Acho que muitas pessoas da minha idade t?m uma hist?ria semelhante.

Levei cerca de 8 anos para perceber que havia mais na vida do que prazeres materiais e pela gra?a e ajuda de Deus eu fui capaz de me afastar da vida mundana e busc?-Lo em tudo. Finalmente encontrei satisfa??o Nele porque Ele d? uma alegria que ? eterna, e n?o passageira. No entanto, antes que eu pudesse me afastar completamente dos prazeres mundanos, tentei manter um p? no mundo enquanto tentava permanecer no caminho que o Senhor havia tra?ado para mim. Descobri que era um equil?brio que eu n?o conseguia administrar.

CURA

Inicialmente, pensei que estava indo bem em minha jornada de f? e at? graduei em Teologia. Embora eu sempre tenha focado mais em mim do que em namoros, eu estava tentando fazer? meu relacionamento com Deus minha prioridade. No entanto, eu n?o tinha desistido do meu apego ao ?lcool, ?s drogas e ao estilo de vida festeiro. Comecei um novo relacionamento com um rapaz que escalou rapidamente e terminamos nos envolvendo sexualmente, embora eu soubesse que era algo que Deus estava me pedindo para me afastar. ?lcool e drogas ajudaram a me entorpecer com o fato de que eu ainda estava vivendo em pecado e falhando miseravelmente em superar minhas tenta??es.

Mas, em Sua miseric?rdia, o Senhor me alertou. Na segunda ocasi?o em que tive intimidade sexual com esse rapaz, de repente senti uma dor terr?vel como se fosse uma facada. Embora fosse v?spera de Natal, fui ao pronto-socorro, onde descobriram que um cisto havia se rompido durante a intimidade sexual. Eles recomendaram que eu marcasse uma consulta com meu m?dico ginecologista o mais r?pido poss?vel, mas por causa do feriado de Natal e do fim de semana, passei v?rios dias com dores antes de conseguir uma consulta. Ela fez mais exames para descobrir por que eu ainda estava com tanta dor e me disse que ligaria assim que os resultados chegassem.

Na v?spera de Ano Novo, passei muito tempo na igreja, indo ? missa e rezando diante de Nosso Senhor no tabern?culo. Eu me senti t?o envergonhada e indigna, e a dor era incessante. Eu me doia por dentro e por fora. Peguei meu telefone para ler uma passagem da B?blia e vi que havia perdido uma liga??o do consult?rio do meu m?dico, ent?o sa? para ligar de volta. A enfermeira me disse que quando me fizeram o exame de Doen?as Sexualmente Transmiss?veis, o resultado foi positivo para gonorreia. Fiquei ali chocada, sem saber o que dizer, ent?o pedi ? enfermeira que repetisse o que ela tinha acabado de dizer. Ainda n?o parecia real, mas ela me disse que tudo ficaria bem se eu fosse l? para tomar uma vacina. Tudo iria desaparecer. Desmoronando em um banco, eu clamei a ajuda de Deus de arrependimento por minhas a??es, tristeza pelas consequ?ncias e al?vio por poder ser curada. Agradeci a Ele v?rias vezes e prometi que mudaria.

Depois que tomei a inje??o, fiquei desapontada por ainda sentir tanta dor. Quando finalmente acabaria? Depois de mais um dia encolhida em casa com dor, esperando impacientemente pelo fim dessa agonia, senti o Esp?rito Santo me encorajando a rezar pela cura enquanto ouvia a m?sica ?House of Miracles? de Brandon Lake.

Durante a parte da m?sica em que a ora??o de cura come?a, senti-me dominada pelo Esp?rito Santo movendo-se em mim. Minhas m?os que estavam levantadas no ar para louvar ao Senhor, lentamente come?aram a se mover sobre meu abd?men inferior ao comando do Senhor. Enquanto minhas m?os descansavam ali, rezei repetidamente pela cura e implorei a Deus que me desse al?vio daquela dor. Comecei a rezar espontaneamente em l?nguas. Assim que terminei a ora??o e a m?sica acabou, senti algo sair fisicamente do meu corpo. N?o posso explicar completamente, mas senti que algo sobrenatural estava limpando o meu corpo. Eu pressionei meu abd?men onde sentia toda a dor, mas nem uma ?nica pontada permaneceu. Fiquei surpresa por ter passado de uma dor excruciante para nada no espa?o de uma m?sica e me senti t?o grata pelo que Jesus havia feito por mim. Eu meio que esperava que a dor voltasse, mas n?o voltou. Durante todo aquele dia n?o senti dor e nos dias seguintes, e eu entendi naquele momento que Jesus tinha me curado. Eu havia experimentado a cura em minha vida antes, f?sica e interiormente, mas essa foi diferente. Embora eu me sentisse t?o indigna de receber Sua cura porque eu trouxe a doen?a pra mim, louvei e agradeci a Deus por ter me mostrado tanta miseric?rdia. Naquele momento, senti-me novamente envolvida no amor misericordioso de Deus.

TRANSFORMA??O

Vivemos em um mundo devastado, e todos ficaremos aqu?m de Seu plano para nossas vidas em algum momento e de maneiras diferentes. No entanto, Deus n?o nos condena por ficar presos em nosso pecado. Em vez disso, Ele espera com gra?a e miseric?rdia para nos libertar e nos guiar de volta a Ele. Ele espera pacientemente de bra?os abertos. Eu experimentei isso muitas outras vezes. Quando eu O convido para estar presente em minha dor e fraqueza, Ele me transforma, nutre minha f? e me ajuda a compreend?-Lo mais profundamente. O mundo tem muitas distra??es nas quais podemos encontrar prazer tempor?rio, mas Jesus ? o ?nico que pode satisfazer plenamente, completamente e infinitamente. Nenhuma festa, ?lcool, drogas, dinheiro ou sexo pode igualar ao que Ele pode oferecer a cada um de n?s. Aprendi atrav?s de uma experi?ncia amarga que a verdadeira alegria s? pode ser encontrada entregando-se totalmente e confiando Nele em tudo. Quando examino minhas inten??es atrav?s das lentes de Seu amor, encontro a verdadeira felicidade e dou gl?ria a Deus ao compartilhar Seu amor.

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Por: Mary Smith

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abr 06, 2022
ENCONTRE abr 06, 2022

Voc? j? encontrou uma pergunta sem solu??o que o fez perceber que a Ci?ncia n?o tem todas as respostas?

?Eu me tornei Cat?lica porque a Qu?mica me levou a Cristo.? Eu abandonei minha f? de inf?ncia para estudar Ci?ncia porque achava que elas eram incompat?veis. Eu amava Qu?mica, porque ? tudo sobre a estrutura fundamental abaixo da nossa experi?ncia macrosc?pica. ?? sobre a busca pela Verdade. Pensei que a Ci?ncia tinha todas as respostas at? ter uma tremenda experi?ncia com Deus.

Isso aconteceu enquanto eu trabalhava como cientista estudando fotoss?ntese artificial. Eu estava tentando desenvolver uma nova fonte de energia alternativa para combust?veis f?sseis.

Eu me encantava com o meu trabalho, pois sempre quis tornar este mundo um lugar melhor fazendo algo bom. No entanto, simular fotoss?ntese em materiais nano compostos em um laborat?rio de qu?mica de ?ltima gera??o ? em si mesma uma tarefa absurda. Um dia, quando minha pesquisa n?o estava indo muito bem, olhei despretensiosamente da minha janela do terceiro andar para a copa de uma ?rvore linda, alta e antiga ? uma Ginkgo biloba.

Ao contemplar sua beleza, de repente senti como se um v?u tivesse ca?do. Minha mente ficou inundada de fatos interconectados – como as plantas usam o sol, a ?gua e o di?xido de carbono que respiramos para fazer toda a biomassa na Terra. Esta nano f?brica incrivelmente complexa, afinada e bem orquestrada usa todas essas pequenas mol?culas e v?rias prote?nas ? na exata dist?ncia e na posi??o certa, fornecendo apenas o fluido certo em um lugar e a matriz perfeita em outro lugar. Tudo se encaixa em uma s?rie de rea??es qu?micas precisas mais rapidamente do que voc? jamais poderia descrev?-las.

Naquele momento, ficou t?o claro que realmente h? um grande Qu?mico que fez todo o universo. Foi engra?ado eu estar aqui no laborat?rio tentando salvar o planeta enquanto l? fora estava todo o universo. Eu n?o estava disposta a encarar o fato de que tudo o que eu estava tentando fazer como cientista era imitar e simular a natureza. Naquele momento, eu desenvolvi uma profunda convic??o de que a Ci?ncia ? o estudo da obra de Deus, porque a Ci?ncia ? o estudo da Natureza, e a Natureza ? a cria??o de Deus.

Uma vez que eu tive isso claro em minha mente, nada na Ci?ncia nunca mais me fez questionar a minha f?. Esse momento de realiza??o teve um grande impacto na minha forma de pensar. N?s n?o somos Deus. N?s nem entendemos o que est? acontecendo. Ele entende e sabe tudo o que Ele est? mantendo em exist?ncia. N?s nem sabemos quantos el?trons est?o na ponta de nossos narizes, mas Deus sabe!

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ARTICLE ? um trecho do programa Shalom World “Jesus My Savior” (Jesus Meu Salvador), onde a Dra. Stacy A Trasancos compartilha tudo sobre suas experi?ncias. Para assistir ao epis?dio visite: shalomworld.org/episode/jesus-my-savior

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Por: Dr. Stacy A. Trasancos

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fev 13, 2022
ENCONTRE fev 13, 2022

Uma entrevista especial com o Dr. Thomas D. Jones, que participou de quatro separadas miss?es espaciais com a NASA. Em uma dessas miss?es, ele conseguiu levar a Eucaristia consigo!

Conte-nos sobre como era estar no espa?o olhando para as estrelas e para a Terra novamente. Como isso afetou sua f? em Jesus?

Para realizar meu sonho profissional de voar no Espa?o, que todo astronauta espera, tive que esperar quase 30 anos. Ent?o meu primeiro voo foi a realiza??o de um sonho de crian?a. Contemplar essa imensa vis?o do cosmos ao redor de nosso planeta me deu a chance de pensar por que eu estava l?. Foi uma experi?ncia t?o emocionante ver verdadeiramente a incr?vel beleza do universo e nosso planeta em toda a sua ador?vel variedade – realmente de tirar o f?lego. Eu me senti t?o agradecido a Deus pela chance de estar l? fisicamente ? radiante por Sua gra?a e Presen?a.

Voc? ? conhecido como um dos astronautas que conseguiu levar a Eucaristia ao espa?o. Para todos n?s que somos crentes, isso ? t?o inspirador. Voc? poderia compartilhar toda essa experi?ncia?

Com certeza foi incr?vel para todos n?s que participamos. N?o se pode ir a nenhum lugar t?o remoto quanto o espa?o e esquecer sua vida espiritual. ? a f? que me ajudou a ter sucesso na Terra e esta ? a mesma f? com a qual eu estava contando para me ajudar a ter sucesso no espa?o. No meu primeiro voo em 1994, a bordo do ?nibus espacial Endeavour, havia outros dois astronautas cat?licos. Quando nos reunimos para nos preparar para a miss?o de 11 dias, conversamos sobre como seria maravilhoso levar a Eucaristia conosco para o espa?o. Ent?o, como Kevin Chilton, nosso piloto no voo, era um extraordin?rio ministro da Sagrada Comunh?o, conseguimos obter permiss?o de nosso p?roco para levar o Sant?ssimo Sacramento conosco.

Cada momento do voo de onze dias foi agendado com precis?o, mas nosso comandante cat?lico, Sid Gutierrez, conseguiu encontrar um local cerca de sete dias depois, quando est?vamos confort?veis ??com o andamento da miss?o, para receber a comunh?o por dez minutos. Ent?o, naquele domingo – nosso segundo domingo no espa?o – fizemos uma pausa em todos os neg?cios da miss?o para passar dez minutos sozinhos na cabine com o Deus que tornou tudo isso poss?vel e compartilhar a Sagrada Comunh?o com Ele. Na verdade, foi um reconhecimento de que nunca ter?amos chegado a esse ponto sem a Sua presen?a entre n?s. Foi realmente satisfat?rio trazer nossa vida de f? para o espa?o e saber que Ele estava l?, fisicamente, conosco.

Voc? j? achou dif?cil unir Ci?ncia e F?? Voc? poderia elaborar sobre a rela??o entre ci?ncia e f??

Ao longo da minha carreira profissional, conheci muitos cientistas que s?o espirituais e t?m suas pr?prias pr?ticas de f?. Bem aqui no norte da Virg?nia, conheci v?rios cientistas e engenheiros cat?licos em minha pr?pria igreja que compartilham uma s?lida f?. Eles acreditam na cria??o de Deus e na inspira??o b?blica de como entendemos o universo.

Acho que a maioria das pessoas tem alguns elementos espirituais em suas vidas. Conheci astronautas que n?o s?o formalmente religiosos, mas todos se emocionam com a experi?ncia espiritual das viagens espaciais. Ent?o, descobri que a maioria das pessoas est? aberta ao que o universo e o mundo ao nosso redor revelam em termos de como entendemos a Cria??o. Os cientistas s?o t?o curiosos, como todos n?s humanos, sobre a natureza do universo e o que podemos aprender sobre ela.

Para mim, isso ? um sinal de que ci?ncia e espiritualidade andam de m?os dadas. Nossa curiosidade e interesse pela natureza e como ela funciona, como o universo ? formado e como foi criado ? essa curiosidade nos foi dada porque fomos feitos ? semelhan?a de Deus. Isso ? parte de Sua personalidade transmitida a n?s. Ent?o eu acho que essa busca pela verdade sobre o mundo natural faz parte da nossa natureza inata como seres humanos. Acredito que a busca pelo conhecimento ? algo que d? muito prazer a Deus ? ver as criaturas que Ele fez buscando os segredos de como Ele criou o universo. Veja bem, Ele n?o est? tentando manter isso em segredo. Ele s? quer que seja revelado por meio de nossos pr?prios esfor?os, simplicidade e curiosidade. Ent?o, para mim, n?o h? muito conflito entre Ci?ncia, Natureza e Espiritualidade. Acho que as pessoas que tentam separ?-los est?o tentando dividir a natureza humana em uma metade racional e uma metade espiritual. Claro, isso n?o pode ser feito. Uma pessoa ? um ser humano cuja natureza n?o pode ser separada.

Em suas miss?es espaciais, voc? estava realizando, de muitas maneiras, o ep?tome da realiza??o humana. Fazer algo realmente grande e ainda encontrar algo muito maior em magnitude – a gl?ria e a majestade da cria??o de Deus… Como foi ter realizado tanto, enquanto ainda reconhece sua pr?pria pequenez em compara??o com Deus?

Para mim, tudo se cristalizou na minha ?ltima miss?o. Eu estava ajudando a construir a esta??o espacial, fazendo tr?s caminhadas espaciais para instalar um laborat?rio de ci?ncias chamado Destiny. Perto do final da minha ?ltima caminhada espacial, eu estava bem na frente da esta??o espacial. Como eu estava adiantado em nosso hor?rio de trabalho, o Controle de Miss?o da NASA me deixou ficar cerca de cinco minutos l? fora. Ao segurar na frente da esta??o espacial com a ponta dos dedos, consegui girar para poder ver a imensid?o do espa?o ao meu redor.

Olhei para a Terra, 220 milhas diretamente abaixo de minhas botas para o azul profundo do Oceano Pac?fico. Eu estava flutuando ali olhando para o horizonte ? a mil milhas de dist?ncia ? e ent?o o infinito c?u negro acima da minha cabe?a.

Cerca de 100 p?s acima de mim, a esta??o espacial brilhava como ouro com a luz do sol refletida de seus pain?is solares, enquanto gir?vamos silenciosamente ao redor do mundo juntos. Esta vista surpreendente era t?o maravilhosa que? me fez lacrimejar. Fiquei impressionado com o que senti:? ‘Aqui estou, um astronauta altamente treinado nesta esta??o espacial, cruzando a Terra, mas sou apenas um ser humano insignificante comparado a este vasto cosmos l? fora.’

Deus abriu um pouco os meus olhos, deixando-me ver aquela vastid?o magn?fica de uma forma pessoal. Eu senti: ?Sim, voc? ? muito especial porque voc? conseguiu explorar este cen?rio?, mas me lembrei de como todos n?s somos insignificantes no vasto universo que Deus criou. Sentir-se importante e ser humilhado ao mesmo tempo foi um presente de Deus. Isso literalmente me fez lacrimejar quando agradeci ao Senhor, emocionado por compartilhar essa vista com Ele. Pouqu?ssimos humanos tiveram a experi?ncia e o privil?gio de ver a Terra dessa perspectiva, e foi tudo gra?as a Ele.

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H? muita confus?o no mundo agora… muita escurid?o e sofrimento; mas quando voc? olha para o mundo a partir daquele ponto de vista ?nico que voc? tinha no Espa?o, ou agora em seu estado de vida atual, o que est? lhe dando esperan?a?

Acho que o que me inspira ? que Deus nos deu mentes muito curiosas. Temos essa curiosidade inata e isso nos tornou solucionadores de problemas e exploradores. Ent?o, mesmo com todos os desafios que enfrentamos hoje, seja uma pandemia, uma amea?a de guerra ou alimentar sete bilh?es de pessoas em todo o mundo, temos as habilidades que nos foram dadas e somos chamados a coloc?-las em bom uso para resolver esses problemas. Existe um universo vasto l? fora, cheio de recursos. Isso nos desafia, mas se olharmos al?m do nosso mundo para o sistema solar e o universo, h? muitas coisas que podemos usar.

Vastos recursos materiais na Lua e aster?ides pr?ximos podem complementar os que encontramos na Terra. H? um suprimento colossal de energia solar que pode ser colhida do espa?o e enviada para o mundo para ajudar a fornecer a todos a energia e a eletricidade de que precisam para ter sucesso. Temos a capacidade de afastar asteroides invasores que muitas vezes atingem a Terra e, como temos habilidades espaciais e mentes para desenvolver uma maneira de defender nosso planeta, podemos evitar esses desastres naturais mais terr?veis. Portanto, n?o temos que seguir o caminho dos dinossauros se usarmos as habilidades que adquirimos e? colocar-nos ? tarefa.

Vivemos em um mundo que nos incentiva a usar nossa curiosidade e intelig?ncia para resolver esses problemas. Portanto, estou muito otimista de que, aplicando nossas habilidades e a tecnologia que desenvolvemos, podemos ficar ? frente de todos esses desafios. Veja a vacina que desenvolvemos ainda este ano para combater o v?rus. Essa ? uma marca do que podemos fazer quando colocamos nossas mentes em algo, seja colocar um homem na Lua ou enviar a primeira mulher a Marte. Acho que estamos em boa forma para o futuro tamb?m.

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Por: Dr. Thomas D Jones

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fev 13, 2022
ENCONTRE fev 13, 2022

Um jovem casal apresentou seu filho de oito anos (necessidades especiais), Gabriel, ao p?roco com um pedido para aceit?-lo como coroinha. O padre perguntou ao menino: “Voc? quer ser coroinha?”. Em vez de responder verbalmente, o menino abra?ou o padre ao redor da cintura, o mais alto que p?de alcan?ar.

No domingo seguinte, Gabriel chegou pontualmente, 15 minutos antes da Missa, como o padre havia combinado. Como n?o havia sacrist?o, o padre teve que correr para frente e para tr?s fazendo os preparativos. Foi s? quando a Missa estava prestes a come?ar que ele percebeu que Gabriel n?o sabia nada sobre como servir na Missa. Ent?o, o padre disse: “Gabriel, fa?a o que eu fizer, est? bem??

Gabriel era um menino obediente e muito fiel. Quando a Missa come?ou e o padre beijou o altar, o menino tamb?m o beijou. Durante a homilia, todos sorriram e n?o prestaram aten??o ao padre porque foram cativados pelo fofo coroinha que fazia o seu melhor para imitar cada gesto do padre.

Ap?s a Missa, o padre chamou o pequeno Gabriel ao seu lado e explicou o que deveria e n?o deveria fazer durante a Missa. Ele esclareceu que beijar o altar era um gesto reservado ao sacerdote; “O altar representa Cristo, e o sacerdote, enquanto realiza o sacramento, est? unido a Ele de uma maneira especial”.

Embora Gabriel fosse obediente, ele tamb?m era franco, por isso n?o hesitou em dizer: “Mas eu tamb?m quero beij?-lo”. Outras explica??es n?o diminu?ram o desejo do menino de beijar o altar, ent?o o padre chegou a uma solu??o inteligente dizendo ao Gabriel que ele beijaria o altar “por ambos”. O menino parecia aceitar esta solu??o, pelo menos por enquanto.

Ao iniciar a Missa no domingo seguinte, o padre beijou o altar e assistiu ao que Gabriel faria. O menino n?o beijou o altar; ao inv?s disso, ele apertou a bochecha contra o altar e ficou l? com um grande sorriso no rosto at? que o padre lhe pediu para parar.

Ap?s a Missa, o padre reviu as instru??es com o menino, lembrando-lhe que ele n?o devia beijar o altar e que o padre estava fazendo isso “por ambos”. Mas o menino rapidamente discordou, dizendo: “Eu n?o o beijei; ele me beijou!”. Surpreendido, o padre disse: “Gabriel, n?o brinque comigo”. Mas o menino n?o recuou. “? verdade!”, disse ele. “Ele me encheu de beijos!”

Este incidente, compartilhado pelo Padre Jos? Rodrigo L?pez Cepeda nas m?dias sociais, relata um incidente de seus primeiros anos na par?quia do Santu?rio de Santa Orosia, na Espanha. O pequeno Gabriel nos ensina a import?ncia de nos deixarmos amar por Jesus primeiro, e de permanecermos sempre pr?ximos, nos bons e nos maus momentos. Voc? j? foi beijado por Ele hoje?

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Por: Shalom Tidings

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nov 01, 2021
ENCONTRE nov 01, 2021

Voc? est? rezando por um milagre? Aqui est? uma f?rmula maravilhosa para voc?!

H? v?rios anos, meu marido e eu decidimos lidar com a inevitabilidade da mortalidade.? Mergulhamos no mundo dos testamentos, fundos, executores, investigadores, advogados, etc., e tentamos ordenar nossos bens terrenos.? Foi muito surreal tentar catalogar nossos bens por valor.? Ser? que um ve?culo vale mais que nosso ?lbum de casamento?? Ser? que nossos filhos entenderiam o valor das lembran?as, objetos sentimentais ou heran?as familiares da mesma forma que eu e o pai deles? Que legado duradouro poder?amos deixar a cada um de nossos filhos que seria valioso ou significativo para eles depois que tiv?ssemos ido para casa, para o Senhor?? Felizmente, Deus tinha as respostas para todas as minhas perguntas e, assim como nas Escrituras, Ele usou hist?rias para revelar estas verdades.

TRINCHEIRAS ?E ?TESOUROS

Esta hist?ria gira em torno de nosso segundo filho, James (ou Jimmy, como sempre o chamamos), quando ele tinha cerca de 6 anos de idade. Criamos nossa fam?lia em uma maravilhosa e pitoresca ?rea de New England, que oferecia muitos eventos familiares saud?veis para a intera??o comunit?ria, tais como a feira anual que nossa igreja realizava a cada Outono. Nossa fam?lia estava ativamente envolvida na prepara??o desta feira e esperava ansiosamente por ela a cada ano.

Nossos filhos cresceram ajudando onde podiam e quando solicitados. Como resultado, nossos filhos eram rostos familiares para outros volunt?rios da par?quia que tamb?m ajudaram a fazer a feira acontecer. Jimmy havia aprendido quais estandes estavam aptos a ter tesouros que despertaram seu interesse. Ele gostava particularmente dos v?rios estandes de Venda de Elefantes Brancos e Rummage. Assim, nas semanas que antecederam a feira, ele se voluntariou para ajudar a montar esses estandes como uma estrat?gia para inspecionar qualquer mercadoria que chegasse. Jimmy tinha um interesse particular em todos os tipos de bugigangas e era aben?oado com um olho agu?ado para os tesouros e um jeito de trocar por eles tamb?m. (Apenas nota…ele ainda o faz!).

Um ano, no dia da feira, quando todos os preparativos tinham sido conclu?dos e est?vamos prontos para aproveitar as festividades, Jimmy perguntou se ele poderia sair em busca de tesouros. Com um pequeno bolso cheio de dinheiro e nossa b?n??o, ele partiu alegremente e independentemente em sua busca. O resto de n?s passamos o dia onde quer que f?ssemos necess?rios para fazer do dia um sucesso.

O dia inteiro de festividades foi emocionante e divertido para nossa fam?lia, mas tamb?m provou ser longo e cansativo, especialmente para nossos pequenos.? No final da feira, voltamos cansados para casa e nos revezamos para compartilhar os eventos do dia e exibir qualquer tesouro que t?nhamos adquirido. Quando chegou a sua vez, Jimmy orgulhosamente tirou um punhado de quinquilharias preciosas de seu bolso.

Metodicamente, ele explicou a import?ncia deles para ele e como ele havia barganhado por cada item. Ele guardou sua descoberta mais valiosa at? o final.? ? medida que ele foi aos poucos entrando em seu pequeno bolso, ele extraiu cuidadosamente uma longa e gasta corrente dourada segurando uma cruz dourada igualmente gasta.? Ao levant?-la bem alto para todos n?s admirarmos, ele irradiava um sorriso que praticamente exclamava “TA DA! O cora??o de minha m?e pulou de alegria. Este precioso filho de Deus havia instintivamente percebido o valor intr?nseco da cruz desgastada. Eu o abracei pelo menos meia d?zia de vezes para compartilhar sua alegria, antes de mand?-los todos para a cama.

UMA ?RACHADURA ?MIN?SCULA

Pouco depois de terem desaparecido para seus quartos, um longo grito de “M?aaaaae!” ecoou pela escadaria abaixo.? Seguiu-se um solu?o distintamente angustiado que indicava que algo estava errado.? Rezando para que ningu?m se ferisse, subi as escadas apressadamente para encontrar Jimmy de p? em sua porta apontando para o canto de seu quarto. “O que ? isso?? O que aconteceu? O que aconteceu?” Eu me agitava com minhas perguntas maternas padr?o enquanto fazia uma varredura no quarto em busca de poss?veis respostas. Encontrando uma explica??o aparente, desci para ouvir o que o estava deixando t?o angustiado. Tentando recuperar o f?lego atrav?s das l?grimas, ele explicou que a corrente havia escorregado por seus dedos e ca?do atrav?s de uma rachadura muito min?scula no assoalho. Seus olhos manchados de l?grimas estavam fixos em mim, implorando-me para recuperar seu precioso tesouro. Pedi a seu irm?o mais velho que me contasse os acontecimentos e ele confirmou a hist?ria de Jimmy.

O plano A envolvia iluminar com uma lanterna o min?sculo buraco, esperando que ela tivesse ca?do diretamente onde eu pudesse v?-la e depois descobrir como recuper?-la. Mas…n?o tive essa sorte. Passando ao plano B, meu marido juntou suas ferramentas e come?ou a se separar nas t?buas do ch?o. Embora todos n?s tenhamos vasculhado a ?rea cuidadosamente, a corrente n?o estava em lugar algum. Enquanto meu marido recolocava as t?buas do assoalho, eu tentava consolar nosso garotinho decepcionado e cansado.

Est?vamos todos desgastados, e era evidente que nada mais poderia ser feito naquela noite. Entretanto, quando come?amos a rezar com os meninos ? noite, um pensamento me veio ? mente.? Quando eu era crian?a, por volta da idade de Jimmy, eu tinha uma corda de salto de brinquedo que era muito especial para mim.? De alguma forma, a corda de brinquedo havia sido mal colocada e eu me sentia muito triste e desamparado. Parei e pedi a Deus para encontr?-la para mim e coloc?-la em um local espec?fico para que eu a encontrasse na manh? seguinte. Para meu deleite, ela estava l? no dia seguinte. Deus tinha respondido ? minha ora??o e eu nunca mais parei de rezar ou de confiar Nele desde ent?o. (Leia esta hist?ria em meu artigo “Just Like a Child” para a edi??o de setembro/outubro de 2019 da Shalom Tidings em ShalomTidings.org).

Recordando esse sentimento, eu transmiti minha hist?ria aos meninos e rezamos da mesma forma para que Deus ajudasse Jimmy. Jimmy pediu a Deus para colocar o colar em sua c?moda em um pequeno recipiente onde ele havia colocado outros tesouros importantes. Terminamos o longo dia com essa ora??o.

TESOURO ?ATEMPORAL

Na manh? seguinte acordei com outro longo grito de “M?aaaae!”. Com minha perspic?cia e meu manto sobre mim, a mesma lista de perguntas ecoou em minha cabe?a como na noite anterior. Entretanto, em vez de encontrar um filho chor?o na porta, vi Jimmy sorrindo de orelha a orelha enquanto a corrente dourada gasta e a cruz balan?ava mais uma vez do aperto de sua m?ozinha.? “Voc? encontrou minha corrente ontem ? noite?”, perguntou ele entusiasmado. Eu suspirei. Eu conhecia essa pergunta!? Eu tinha feito essa mesma pergunta a minha m?e h? muitos anos, a respeito da minha corda de salto, quando descobri que ela tinha sido localizada.? Eu sabia que o impacto que minha resposta estava prestes a ter sobre meu filho.? Eu abanei minha cabe?a lentamente e estendi a m?ozinha do Jimmy.? “N?o, Jimmy.? Eu n?o encontrei sua corrente.? Voc? pediu que Deus o ajudasse e Ele respondeu a sua ora??o”. Eu deixei minha resposta ir fundo em seu pequeno cora??o por alguns momentos.

Meu marido e meu outro filho sonolento apareceram na porta perguntando: “O que est? acontecendo?” Jimmy dirigiu a mesma pergunta a eles: “Voc? encontrou minha corrente na noite passada?” Nenhum dos dois sabia explicar como a corrente havia aparecido na pequena caixa de tesouro. Deus visitou Jimmy naquela noite e era hora de passar adiante a li??o que aprendi quando crian?a.

?Jimmy, quando oramos a Deus, Ele nos ouve. Ontem ? noite voc? precisava de ajuda e pediu a Deus para ajud?-lo de uma forma muito espec?fica. Deus te ouviu e te ajudou. Eu quero que voc? sempre se lembre desse momento. Eu quero que voc? saiba que voc? pode SEMPRE pedir a Deus para ajud?-lo, n?o importa o que voc? precise ou quantos anos voc? tenha. Ele sempre vai te ajudar. Voc? entende?” Ele olhou para sua pequena cruz e acenou com a cabe?a. O impacto do que acabara de acontecer come?ou a se enraizar nele e em todos n?s. Nenhum de n?s se esqueceu daquele dia e compartilhamos a hist?ria da pequena cruz para as crian?as que nasceram depois de Jimmy.

LEGADO ?PRECIOSO

Meu marido e eu finalmente conclu?mos nossas delibera??es sobre como distribuir nossos pertences aos nossos filhos.? Eles podem n?o compreender totalmente o valor monet?rio ou sentimental de nossos bens terrenos e isso n?o faz mal.? Quando me lembro desta hist?ria, Deus se lembra do que Ele disse em Mateus 6:19-20 “N?o guardeis para v?s tesouros na terra, onde tra?as e ferrugem destroem, e onde os ladr?es invadem e roubam. “Mas guardai para v?s tesouros no c?u, onde nem a tra?a nem a ferrugem destroem, e onde os ladr?es n?o invadem nem roubam”. Deus nos diz na Escritura para n?o guardarmos coisas nesta terra que murchar?o e passar?o.? Ele nos diz para guardarmos nossos tesouros no c?u.? Temos enfatizado para nossos filhos a import?ncia da ora??o e o valor eterno de ter f? em Deus.

Encontrei paz e conforto ao saber que transmitimos a nossos filhos a import?ncia de ter um relacionamento pr?ximo e orante com Deus. Eles, por sua vez, est?o passando sua f? e suas hist?rias sobre Deus para suas fam?lias. Orar para frente nossa f? se tornou nosso legado eterno e tesouro celestial. Hoje, eu quero encoraj?-los. Nunca ? tarde demais para come?ar seu pr?prio legado.? Orem para que sua f? aumente e depois orem para que sua f? seja transmitida ?queles que Deus coloca em sua vida.? Deus os aben?oe, queridos irm?os e irm?s.

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Por: Teresa Ann Weider

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nov 01, 2021
ENCONTRE nov 01, 2021

Quando eu tinha cerca de 15 anos, meu pai faleceu e eu estava em uma situa??o desesperadora. Certa noite, enquanto rezava, ansiava por Deus porque precisava de sua ajuda. E ele me respondeu. Eu O vi em uma vis?o. No come?o, fiquei chocada porque nunca havia passado por nenhuma experi?ncia desse tipo. Jesus respondeu ? minha ora??o mostrando-se com as m?os bem abertas, uma coroa de espinhos na cabe?a e o cora??o brilhando. Ele n?o disse nem fez nada, mas fiquei profundamente comovida com Sua presen?a. Esta foi a primeira vez que senti-me extremamente pr?xima de Jesus.

Quando olho para tr?s, percebo que aspectos do que vi na vis?o simbolizam aspectos de minha vida. A coroa de espinhos simbolizava a dor que eu estava passando naquele momento, e o cora??o brilhante de Jesus comunicava seu grande amor por mim. Cada vez que me lembro da vis?o, a imagem dos bra?os abertos de Jesus me lembra que tudo vai ficar bem porque Ele est? sempre comigo.

Crescer em uma fam?lia cat?lica tornou mais f?cil para mim praticar minha f?. frequentar regularmente ? missa fazia parte da nossa rotina. Mas quando me mudei para a ?frica do Sul para ensinar ingl?s, morei em uma ?rea rural onde a missa dominical n?o era dispon?vel. Isso me fez perceber como devo ser grata por cada oportunidade de estar na presen?a da Eucaristia e receber a Sagrada Comunh?o.

Quando fui para a Alb?nia para ensinar ingl?s, tive a sorte de ficar em um convento onde a adora??o diante do Sant?ssimo Sacramento fazia parte de nossa rotina di?ria. Essa experi?ncia ajudou a formar meu amor pela adora??o e aprofundou meu amor pela Sagrada Eucaristia. Durante aquele tempo com o Senhor no Sant?ssimo Sacramento, abri meu cora??o para ele e compartilhei tudo o que estava sentindo.

As pessoas me perguntam como posso ter tanta certeza de que Jesus est? presente no Sant?ssimo Sacramento. Eu acredito sem d?vida porque posso senti-Lo. Sua presen?a – seu calor e amor – cercam todo o meu ser. A adora??o ? crucial em minha vida porque me d? a oportunidade de ouvir o que Deus quer que eu fa?a. Quanto mais eu o ou?o, melhor sou capaz de discernir o prop?sito de Deus em minha vida.

Enquanto estava na universidade, tive uma experi?ncia maravilhosa ao ir ? Jornada Mundial da Juventude na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Quatro milh?es de n?s celebramos a adora??o na praia. As ondas rolavam de um lado, o sol brilhava sobre n?s e quando o Sant?ssimo Sacramento foi elevado, fiquei maravilhada. A gl?ria de Jesus, Sua presen?a invis?vel, foram profundas. Quando ajoelhei-me, com a cabe?a baixa, cercada por milh?es, senti meu fardo ser levantado e fui atra?da para mais perto Dele do que nunca.

Com o passar dos anos, meu relacionamento com Jesus aprofundou-se e a Sagrada Eucaristia tornou-se o centro de minha vida. Mesmo atrav?s das prova??es da minha vida, eu sei que Jesus est? aqui para mim. Seja na missa ou na adora??o, ou em minha pr?pria ora??o pessoal, sempre fico impressionada com Sua presen?a incr?vel e maravilhosa.

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Por: Rebecca Bradley

Mais
nov 01, 2021
ENCONTRE nov 01, 2021

Padre Tao Pham compartilha sua incans?vel jornada enfrentando desafios, apesar de sua sa?de prec?ria.

Para realizar meu sonho de ser padre, tive que superar muitos desafios e dificuldades. Muitas vezes, quando a dor parecia insuport?vel, rezei para que meus sofrimentos fossem unidos a Jesus em Sua Paix?o. Eu sabia que Ele poderia fazer qualquer coisa, ent?o se Ele quizesse que eu me tornasse um padre, um dia eu seria um padre.

Eu nasci no norte do Vietn?, o 7? de 8 filhos. Crescemos em um vilarejo muito pobre, onde os estudos terminavam no nono ano, mas senti que Cristo estava me chamando para o sacerd?cio. Isso s? seria poss?vel se eu continuasse o ensino secund?rio. Quando eu tinha 14 anos, meu irm?o e eu nos despedimos de nossa fam?lia com tristeza para que pud?ssemos cursar o ensino m?dio.

Naquela ?poca, o governo comunista no Norte do Vietn? havia fechado todos os semin?rios, ent?o, ap?s a formatura do ensino m?dio, passei 4 anos auxiliando nosso p?roco em tempo integral, 4 anos na universidade e 4 anos ensinando antes de finalmente come?ar o treinamento do semin?rio no Sul. Meu sonho estava finalmente se tornando realidade, mas isso era apenas o come?o. Quando terminei o terceiro ano de Filosofia, fui convidado a completar meu estudo para o sacerd?cio na Austr?lia.

IMPREVISTO …

Depois de mais 3 anos estudando teologia e um ano de coloca??o pastoral, finalmente recebi a feliz not?cia de que o bispo havia escolhido a data para minha ordena??o como di?cono. Poucos dias antes do grande dia, tive um pequeno contratempo quando o porta-malas do carro caiu e esmagou meus dedos enquanto removia minha bagagem. Os outros seminaristas me limparam, mas os dedos ficaram t?o inchados e doloridos que depois de 3 dias, finalmente fui para o hospital. Para minha surpresa, os m?dicos me disseram que eu tinha menos de 50% do volume normal de sangue porque estava sangrando internamente. Eles descobriram uma ?lcera estomacal que precisava de uma opera??o de emerg?ncia.

Quando acordei, fiquei surpreso ao me encontrar amarrado ? cama. O m?dico disse que eu estava tremendo tanto que eles tiveram que me amarrar para que eu pudesse receber uma transfus?o de sangue. Eles me disseram que eu estava com t?tano, mas depois de 40 dias de tratamento, estava bem o suficiente para voltar ao semin?rio para come?ar o estudo intensivo antes da ordena??o. Depois de v?rias semanas, o bispo pediu-me para acompanh?-lo. Foi maravilhoso assisti-lo ? missa, mas de repente desmaiei na Catedral e tive que ser levado de volta ao hospital.

Eles me colocaram na UTI porque eu havia desenvolvido uma infec??o sangu?nea catastr?fica e n?o esperava que sobrevivesse. Parei de respirar e tive que ser colocado em um suporte vital. Como os m?dicos tinham certeza de que eu morreria, mandaram chamar minha fam?lia e meu irm?o que vieram do Vietn?. Depois de receber os ?ltimos sacramentos, o suporte de vida foi desligado, mas eu n?o morri. Depois de algumas horas, eles ligaram as m?quinas novamente. Algumas semanas depois, eles desligaram as m?quinas, mas eu ainda sobrevivi. Fiquei em coma por 74 dias e fui operado 18 vezes.

INTERROMPIDO

Quando acordei do coma, ainda sentia muitas dores. Eu n?o conseguia falar porque havia um tubo na minha garganta. Mesmo depois que os tubos foram removidos, eu n?o conseguia falar. Demorou meses para aprender lentamente e dolorosamente a falar novamente. Minha condi??o ainda era cr?tica, ent?o os m?dicos me prepararam para outra cirurgia, que meu irm?o j? havia consentido, mas quando li que planejavam cortar minha perna, recusei. O m?dico me disse que eu morreria se n?o fosse amputado, mas eu n?o queria que isso me impedisse de ser ordenado padre. Eu n?o desistiria do meu sonho de me tornar padre, embora minha fam?lia e muitos bons amigos estivessem me dizendo que era in?til, para simplesmente voltar para o Vietn? e me casar. Foi muito desafiador, mentalmente e fisicamente, mas coloquei minha esperan?a e confian?a em Deus.

Depois de um m?s sem consumir nenhum alimento, l?quido ou mesmo medicamento oralmente, eu estava desesperadamente ansioso para receber Nosso Senhor na Sagrada Comunh?o. Se eu pudesse receber pelo menos uma gota do Precioso Sangue, sabia que seria curado. No dia seguinte, o Padre Peter trouxe o Precioso Sangue para mim na Sagrada Comunh?o. Enquanto ele pingava algumas gotas em minha boca, visualizei-o movendo-se para dentro do meu corpo e tocando a infec??o. No dia seguinte, me senti muito melhor. Os testes foram feitos e a infec??o desapareceu.

Depois de mais de um ano no hospital, tivemos uma reuni?o com a equipe do hospital para discutir meu futuro. O bispo compareceu em nome da minha fam?lia. O m?dico relatou que eu nunca mais conseguiria andar e precisaria de cuidados intensivos 24 horas por dia pelo resto da minha vida. Disseram que eu n?o conseguiria me cuidar, tomar banho e nem mesmo me deitar ou levantar sem ajuda. Foi devastador ouvir isso e ainda mais devastador ouvir a decis?o do bispo de que ele n?o me ordenaria di?cono ou sacerdote. Depois de todos os anos de estudo e espera, meu sonho parecia ter acabado.

Foi muito dif?cil para mim, por?m continuei rezando. Eu estava decidido a andar novamente, ent?o trabalhei duro em todos os exerc?cios dolorosos que recebi, oferecendo meu sofrimento em uni?o com Cristo por todas as pessoas que precisavam de minhas ora??es. A reabilita??o demorou anos. Muitas vezes eu sentia vontade de desistir, mas mantive meu sonho e isso me deu coragem para continuar.

OLHOS ?BRILHANDO

Apesar de todos esses desafios e obst?culos, ainda sentia Cristo me chamando para me tornar um sacerdote para servir ao Seu povo, mesmo na minha fraqueza. Ent?o, um dia, enviei uma carta ao Arcebispo de Melbourne pedindo-lhe que me aceitasse para a ordena??o. Para minha surpresa, ele providenciou para me ver imediatamente e discutir o que ele precisava que eu fizesse. Ele concordou em me ordenar, mesmo que eu tivesse que ficar deitado em uma cama ou em uma cadeira de rodas, mas disse que eu ficaria cada vez melhor e que iria caminhar. Naquela ?poca, eu ainda estava em uma cadeira de rodas, mas continuei a fazer meus exerc?cios enquanto terminava meus estudos, ent?o, quando chegou o dia da ordena??o, pude juntar-me aos outros que caminhavam em prociss?o. A catedral estava repleta de rostos jubilosos de amigos. Muitos deles me conheceram quando precisei de seus cuidados no hospital, ent?o eles sabiam como era surpreendente que eu tivesse vivido para ver este dia. L?grimas de alegria encheram meus olhos e pude ver o brilho em seus olhos tamb?m. Eu n?o conseguia acreditar que esse dia finalmente havia chegado, 30 anos depois que sa? da minha aldeia em busca do meu sonho.

Agora, trabalho com 2 outros padres em uma comunidade movimentada com 4 igrejas, v?rias escolas e 6 asilos. Cada dia que caminho para celebrar a missa ? como um novo milagre. Acho que nunca vou me cansar disso. Depois, fortalecido pelo santo sacrif?cio da Missa, saio para visitar as crian?as nas escolas e os idosos nos asilos. Sinto-me aben?oado por levar Sua presen?a a eles. A longa espera para compartilhar o sacerd?cio de Cristo acabou e posso compartilhar com eles os frutos do meu sofrimento em uni?o com Ele.

Persistir em todas as minhas dificuldades me permitiu compreender e ajudar as pessoas em suas adversidades. Aprendi que pensar nas necessidades dos outros e dar um sorriso para eles desvia-me de minhas pr?prias afli??es e transforma meu sofrimento em alegria. Quando as pessoas me procuram em busca de ajuda, posso aproveitar a for?a que ganhei com minhas doen?as para incentiv?-las a perseverar nas prova??es. Porque eles podem ver que eu sofri de uma defici?ncia, ? mais f?cil para eles se relacionarem comigo em tempos dif?ceis, para que possam receber o apoio da Igreja para manter a esperan?a nos momentos mais sombrios.

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Por: Father Tao Pham

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nov 01, 2021
ENCONTRE nov 01, 2021

Seu tal?o de cheques reflete as realidades eternas? Se n?o, ? hora de investir em algo duradouro?

Eu fui para a faculdade me sentindo muito abalada por problemas familiares. Isso me levou a procurar sentido nos lugares errados. Embora eu tivesse sido criada como cat?lica, eu estava falhando miseravelmente com o Senhor e me afastando da minha f?. At? ent?o, eu tinha parado de ir ? missa dominical e minha vida girava em torno de ir a festas e coisas que me afastavam de Deus.

MOMENTO ?DO ?ENCONTRO

Um domingo, acordei com um profundo desejo de ir ? Santa Missa. Durante o momento de consagra??o, quando o padre elevou a h?stia, eu rezei do fundo do meu cora??o “Senhor, eu n?o sou digna de receber-vos, mas dizei uma s? palavra e minha alma ser? curada.? Eu sabia que poderia haver miseric?rdia para mim, mas n?o sabia se Ele me concederia. Durante a Comunh?o, tive uma experi?ncia surpreendente com o amor purificador e piedoso de Cristo no momento em que recebi Jesus no Sant?ssimo Sacramento. Senti como se eu estivesse sendo lavada de cima, ent?o me senti t?o quente e limpa. Uma alegria intensa me encheu e nunca mais me deixou. O Senhor me abra?ou apesar de estar despeda?ada. Eu quase dancei voltando ao meu assento, com uma nova alegria no meu cora??o. Foi assim que minha nova vida come?ou.

Apesar dessa incr?vel experi?ncia com Cristo, eu ainda era muito influenciada pelo mundo. Eu n?o estava mais desperdi?ando minha vida inteira indo a festas, mas buscar riqueza, prest?gio e gl?ria tornou-se meu foco. Eu precisava das minhas grandes realiza??es na escola para refor?ar minha autoestima, mesmo que eu estivesse andando com Cristo. Depois de concluir com sucesso uma dupla especializa??o em Enfermagem, recebi uma boa oferta de um dos melhores hospitais infantis dos Estados Unidos. O objetivo foi alcan?ado, contudo meu cora??o come?ou a ansiar por algo melhor, tornar-me uma mission?ria.

Desde aquele momento de encontro, eu tinha ardentemente desejado compartilhar o fogo do amor de Deus que encontrei na Igreja Cat?lica. Comecei a orar pedindo orienta??o e logo depois conheci um membro da ?Juventude de Jesus? (Jesus Youth – JY), um movimento mission?rio internacional a servi?o da Igreja. Fiquei profundamente comovida com o pensamento de que o Senhor tinha levado todas as experi?ncias da minha vida at? aquele ponto, e me lan?ou em uma compreens?o mais profunda e plena de Cristo.

INSPIRA??ES ?DI?RIAS

Decidi ir para Bangkok, na Tail?ndia, com a ?Juventude de Jesus? em vez de aceitar o emprego dos sonhos. O treinamento para me preparar para isso foi incr?vel. Toda a minha vida mudou drasticamente e isso me ajudou tremendamente quando eu estava em Miss?o e at? hoje. Por exemplo, ap?s o nascimento do meu filho primog?nito, fui diagnosticada com a doen?a de Lyme, mas pude receber o tratamento de que precisava, o qual envolvia muitos medicamentos, incluindo quatro antibi?ticos. Lembrei-me do que aprendi no treinamento: n?s n?o perguntamos a Deus “Por que eu?” quando recebemos b?n??os, por?m quando os sofrimentos v?m, muitas vezes perguntamos “Por que eu?”

Ent?o, quando eu estava sofrendo, em vez de perguntar a Deus “por que eu?”, aceitei minha condi??o e agradeci a Ele pelas b?n??os que havia me dado: meu beb?, minha fam?lia, o excelente tratamento m?dico… Deus me deu a gra?a de aceitar Sua vontade e dizer: “Seja feita a Vossa vontade.”? H? muitos exemplos que eu poderia dar sobre como meu treinamento e minha experi?ncia de Miss?o me encorajam diariamente.

At? minha experi?ncia mission?ria, eu era muito individualista. Eu s? pensava nos meus pr?prios objetivos e necessidades. Mesmo que eu tivesse bons amigos ?ntimos, eles nunca tiveram acesso ao meu cora??o. Eu tinha constru?do paredes ao meu redor. Enquanto eu estava no programa de treinamento, essas paredes desmoronaram. Durante a Missa da Festa do Batismo de Jesus, recebi uma gra?a especial de conhecer verdadeiramente a Cristo e como o Batismo muda quem eu sou.

UM? PREN?NCIO? DO ?C?U

Atrav?s do batismo nos tornamos herdeiros do Seu reino. Foi um momento de mudan?a de vida para mim. Muitas vezes olhei para minha fam?lia e amigos, pensando: “Como voc? pode me servir?” Naquele dia percebi que, como uma amada filha de Deus, eu deveria pensar: “Como posso servi-los? Como posso compartilhar o amor de Deus?” Comecei a sentir uma mudan?a total em mim. Tornando-me um membro da ?Juventude de Jesus? experimentei uma vida em comunidade que girava completamente em torno de Cristo.

Como parte da banda REX, tive uma oportunidade maravilhosa de cantar para a gl?ria de Deus, especialmente na Jornada Mundial da Juventude na Pol?nia. Quando est?vamos no palco nos apresentando, foi hipnotizante olhar para milh?es de jovens agitando bandeiras de uma multid?o de pa?ses diferentes. Foi uma experi?ncia incr?vel, como um pren?ncio do C?u, ver o mundo inteiro reunido para louvar a Deus. Aquela alegria, cantando e estando juntos em Miss?o, foi uma experi?ncia transformadora!

Naquele ano que eu estive em Miss?o em tempo integral com a ?Juventude de Jesus? fez uma grande diferen?a para mim. Senti que Deus me escolheu de uma forma ?nica e ganhei uma rela??o mais profunda e ?ntima com Cristo.

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Por: Katie Bass

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