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O ROS?RIO ? uma conversa espiritual ?ntima que voc? tem com a Virgem Maria e com DEUS para apresentar seus medos, suas necessidades e desejos. O Ros?rio d? a VOC? poder espiritual para realizar qualquer coisa que voc? deseja na vida e superar o imposs?vel.
Essa conversa espiritual meditativa pode ser feita a qualquer hora e em qualquer lugar. Voc? pode rez?-lo em grupo ou sozinho. Pode rez?-lo com seus filhos, com seu c?njuge ou namorado(a), e com seus amigos. Voc? pode fazer dele um assunto de fam?lia. Voc? tamb?m pode recitar o Ros?rio enquanto cozinha, dirige, usa o transporte p?blico, espera na fila ou toma banho. N?o h? limites para onde voc? pode rez?-lo.
Cada vez que voc? reza o Ros?rio voc? se torna mais fortalecido espiritualmente, recebe cura, ganha mais confian?a, mais inspira??o, mais mudan?as milagrosas em sua vida, mais consci?ncia espiritual e mais gra?as divinas em sua vida. Sim… o Ros?rio carrega um PODER MILAGROSO!
Recitar o Ros?rio concede paz para voc? e para o mundo, um prop?sito superior, for?a, vit?ria, cura, milagres, serenidade, clareza, determina??o, vis?o, unidade e harmonia para voc? e para a sua fam?lia. Mais b?n??os podem entrar em sua vida quando voc? recita o Ros?rio!
Toda vez que voc? reza o Ros?rio, sua Alma ? reabastecida com esperan?a renovada, inspira??o, energia e cura. Eu sou uma prova disso. Cada Ave Maria ? um momento de Gra?a, um momento de Miseric?rdia, um momento de Cura, um momento de Esperan?a, um momento de Gratid?o, um momento de Humildade e um momento de Entrega.
Sempre que voc? tiver d?vidas ou encontrar um obst?culo para alcan?ar seus objetivos; sempre que voc? se sentir sozinho, deprimido ou ansioso; toda vez que voc? se sentir intimidado, rejeitado ou como se o mundo inteiro estivesse contra voc?, reze o Ros?rio fervorosamente com f? e amor em seu cora??o para fortalecer sua mente, seu corpo e sua alma. Esta ferramenta de fortalecimento espiritual ir? encoraj?-lo a n?o desistir de si mesmo.
Use o Ros?rio para fazer pedidos pessoais e orar pelas necessidades dos outros e do mundo, especialmente pela cura. Nesse espa?o de contempla??o e ora??o, ao oferecer a sua gratid?o a Deus e a Bem-aventurada Virgem Maria pelos acontecimentos do Evangelho, voc? pode receber a orienta??o espiritual de que necessita.
Se voc? n?o conhece o Ros?rio, esta ? sua chance de descobrir seu poder e experiment?-lo!
O Ros?rio ? um dos maiores legados que voc? pode deixar para os seus filhos e um fant?stico presente para partilhar com a sua fam?lia e amigos.
Dahla Louis is a writer, speaker, spiritual empowerment leader and educator. She is the founder of a positive empowerment brand dedicated to transforming people?s lives through the power of prayers and optimism. She enjoys giving back and faith is her pillar.
Eu descobri o poder transformador da ?Ora??o do Abandono? do aben?oado Charles de Foucauld por meio de um de meus professores na p?s-gradua??o, logo depois que meu marido e eu nos tornamos pais adotivos de um grupo de tr?s irm?os. Eu estava me recuperando da transi??o para a maternidade, e meu professor sugeriu que essa ora??o poderia me ajudar a encontrar a paz de que tanto precisava. ?Se voc? quer mudar sua vida?, explicou o padre gentilmente, ?faz esta ora??o todos os dias ... e se voc? quiser transformar seu casamento, fa?a -a com seu marido!? Ansiosamente, peguei o pequeno papel com a ora??o, colei-o no espelho do banheiro e leio-o em voz alta todas as manh?s: Pai, eu me abandono em Vossas m?os; Fa?a de mim a vossa vontade. Seja o que fizer, eu agrade?o: Estou pronto para tudo, aceito tudo. Que apenas a Vossa vontade seja feita em mim e em todas as Vossas criaturas. N?o desejo mais do que isso, ? Senhor. Em Vossas m?os eu entrego minha alma: Eu ofere?o a V?s minha alma com todo o amor do meu cora??o, Pois eu te amo, Senhor, e por isso preciso dar- me, Para entregar-me em Vossas m?os sem reservas, E com confian?a ilimitada, Pois V?s sois meu pai. Por quase vinte anos, esta ora??o sincera de simples confian?a, baseada no Pai Nosso (o Pai Nosso), tem sido uma fonte constante de luz para mim, especialmente porque meu marido e eu continuamos a educar essas crian?as, dois dos quais adotamos formalmente em 2005. Atrav?s de todas as alegrias e tristezas da vida familiar, esta ora??o soa verdadeira para mim, e encontro-me ?oferecendo-a de uma nova maneira, agora que minha m?e? juntou-se ? nossa fam?lia. Quando a dem?ncia perturba sua mente, esta ora??o me ajuda a caminhar com ela sem medo, com confian?a ilimitada naquele que nos ama.
Por: Heidi Hess Saxton
MaisVoc? est? rezando por um milagre? Aqui est? uma f?rmula maravilhosa para voc?! H? v?rios anos, meu marido e eu decidimos lidar com a inevitabilidade da mortalidade.? Mergulhamos no mundo dos testamentos, fundos, executores, investigadores, advogados, etc., e tentamos ordenar nossos bens terrenos.? Foi muito surreal tentar catalogar nossos bens por valor.? Ser? que um ve?culo vale mais que nosso ?lbum de casamento?? Ser? que nossos filhos entenderiam o valor das lembran?as, objetos sentimentais ou heran?as familiares da mesma forma que eu e o pai deles? Que legado duradouro poder?amos deixar a cada um de nossos filhos que seria valioso ou significativo para eles depois que tiv?ssemos ido para casa, para o Senhor?? Felizmente, Deus tinha as respostas para todas as minhas perguntas e, assim como nas Escrituras, Ele usou hist?rias para revelar estas verdades. TRINCHEIRAS ?E ?TESOUROS Esta hist?ria gira em torno de nosso segundo filho, James (ou Jimmy, como sempre o chamamos), quando ele tinha cerca de 6 anos de idade. Criamos nossa fam?lia em uma maravilhosa e pitoresca ?rea de New England, que oferecia muitos eventos familiares saud?veis para a intera??o comunit?ria, tais como a feira anual que nossa igreja realizava a cada Outono. Nossa fam?lia estava ativamente envolvida na prepara??o desta feira e esperava ansiosamente por ela a cada ano. Nossos filhos cresceram ajudando onde podiam e quando solicitados. Como resultado, nossos filhos eram rostos familiares para outros volunt?rios da par?quia que tamb?m ajudaram a fazer a feira acontecer. Jimmy havia aprendido quais estandes estavam aptos a ter tesouros que despertaram seu interesse. Ele gostava particularmente dos v?rios estandes de Venda de Elefantes Brancos e Rummage. Assim, nas semanas que antecederam a feira, ele se voluntariou para ajudar a montar esses estandes como uma estrat?gia para inspecionar qualquer mercadoria que chegasse. Jimmy tinha um interesse particular em todos os tipos de bugigangas e era aben?oado com um olho agu?ado para os tesouros e um jeito de trocar por eles tamb?m. (Apenas nota...ele ainda o faz!). Um ano, no dia da feira, quando todos os preparativos tinham sido conclu?dos e est?vamos prontos para aproveitar as festividades, Jimmy perguntou se ele poderia sair em busca de tesouros. Com um pequeno bolso cheio de dinheiro e nossa b?n??o, ele partiu alegremente e independentemente em sua busca. O resto de n?s passamos o dia onde quer que f?ssemos necess?rios para fazer do dia um sucesso. O dia inteiro de festividades foi emocionante e divertido para nossa fam?lia, mas tamb?m provou ser longo e cansativo, especialmente para nossos pequenos.? No final da feira, voltamos cansados para casa e nos revezamos para compartilhar os eventos do dia e exibir qualquer tesouro que t?nhamos adquirido. Quando chegou a sua vez, Jimmy orgulhosamente tirou um punhado de quinquilharias preciosas de seu bolso. Metodicamente, ele explicou a import?ncia deles para ele e como ele havia barganhado por cada item. Ele guardou sua descoberta mais valiosa at? o final.? ? medida que ele foi aos poucos entrando em seu pequeno bolso, ele extraiu cuidadosamente uma longa e gasta corrente dourada segurando uma cruz dourada igualmente gasta.? Ao levant?-la bem alto para todos n?s admirarmos, ele irradiava um sorriso que praticamente exclamava "TA DA! O cora??o de minha m?e pulou de alegria. Este precioso filho de Deus havia instintivamente percebido o valor intr?nseco da cruz desgastada. Eu o abracei pelo menos meia d?zia de vezes para compartilhar sua alegria, antes de mand?-los todos para a cama. UMA ?RACHADURA ?MIN?SCULA Pouco depois de terem desaparecido para seus quartos, um longo grito de "M?aaaaae!" ecoou pela escadaria abaixo.? Seguiu-se um solu?o distintamente angustiado que indicava que algo estava errado.? Rezando para que ningu?m se ferisse, subi as escadas apressadamente para encontrar Jimmy de p? em sua porta apontando para o canto de seu quarto. "O que ? isso?? O que aconteceu? O que aconteceu?" Eu me agitava com minhas perguntas maternas padr?o enquanto fazia uma varredura no quarto em busca de poss?veis respostas. Encontrando uma explica??o aparente, desci para ouvir o que o estava deixando t?o angustiado. Tentando recuperar o f?lego atrav?s das l?grimas, ele explicou que a corrente havia escorregado por seus dedos e ca?do atrav?s de uma rachadura muito min?scula no assoalho. Seus olhos manchados de l?grimas estavam fixos em mim, implorando-me para recuperar seu precioso tesouro. Pedi a seu irm?o mais velho que me contasse os acontecimentos e ele confirmou a hist?ria de Jimmy. O plano A envolvia iluminar com uma lanterna o min?sculo buraco, esperando que ela tivesse ca?do diretamente onde eu pudesse v?-la e depois descobrir como recuper?-la. Mas...n?o tive essa sorte. Passando ao plano B, meu marido juntou suas ferramentas e come?ou a se separar nas t?buas do ch?o. Embora todos n?s tenhamos vasculhado a ?rea cuidadosamente, a corrente n?o estava em lugar algum. Enquanto meu marido recolocava as t?buas do assoalho, eu tentava consolar nosso garotinho decepcionado e cansado. Est?vamos todos desgastados, e era evidente que nada mais poderia ser feito naquela noite. Entretanto, quando come?amos a rezar com os meninos ? noite, um pensamento me veio ? mente.? Quando eu era crian?a, por volta da idade de Jimmy, eu tinha uma corda de salto de brinquedo que era muito especial para mim.? De alguma forma, a corda de brinquedo havia sido mal colocada e eu me sentia muito triste e desamparado. Parei e pedi a Deus para encontr?-la para mim e coloc?-la em um local espec?fico para que eu a encontrasse na manh? seguinte. Para meu deleite, ela estava l? no dia seguinte. Deus tinha respondido ? minha ora??o e eu nunca mais parei de rezar ou de confiar Nele desde ent?o. (Leia esta hist?ria em meu artigo "Just Like a Child" para a edi??o de setembro/outubro de 2019 da Shalom Tidings em ShalomTidings.org). Recordando esse sentimento, eu transmiti minha hist?ria aos meninos e rezamos da mesma forma para que Deus ajudasse Jimmy. Jimmy pediu a Deus para colocar o colar em sua c?moda em um pequeno recipiente onde ele havia colocado outros tesouros importantes. Terminamos o longo dia com essa ora??o. TESOURO ?ATEMPORAL Na manh? seguinte acordei com outro longo grito de "M?aaaae!". Com minha perspic?cia e meu manto sobre mim, a mesma lista de perguntas ecoou em minha cabe?a como na noite anterior. Entretanto, em vez de encontrar um filho chor?o na porta, vi Jimmy sorrindo de orelha a orelha enquanto a corrente dourada gasta e a cruz balan?ava mais uma vez do aperto de sua m?ozinha.? "Voc? encontrou minha corrente ontem ? noite?", perguntou ele entusiasmado. Eu suspirei. Eu conhecia essa pergunta!? Eu tinha feito essa mesma pergunta a minha m?e h? muitos anos, a respeito da minha corda de salto, quando descobri que ela tinha sido localizada.? Eu sabia que o impacto que minha resposta estava prestes a ter sobre meu filho.? Eu abanei minha cabe?a lentamente e estendi a m?ozinha do Jimmy.? "N?o, Jimmy.? Eu n?o encontrei sua corrente.? Voc? pediu que Deus o ajudasse e Ele respondeu a sua ora??o". Eu deixei minha resposta ir fundo em seu pequeno cora??o por alguns momentos. Meu marido e meu outro filho sonolento apareceram na porta perguntando: "O que est? acontecendo?" Jimmy dirigiu a mesma pergunta a eles: "Voc? encontrou minha corrente na noite passada?" Nenhum dos dois sabia explicar como a corrente havia aparecido na pequena caixa de tesouro. Deus visitou Jimmy naquela noite e era hora de passar adiante a li??o que aprendi quando crian?a. ?Jimmy, quando oramos a Deus, Ele nos ouve. Ontem ? noite voc? precisava de ajuda e pediu a Deus para ajud?-lo de uma forma muito espec?fica. Deus te ouviu e te ajudou. Eu quero que voc? sempre se lembre desse momento. Eu quero que voc? saiba que voc? pode SEMPRE pedir a Deus para ajud?-lo, n?o importa o que voc? precise ou quantos anos voc? tenha. Ele sempre vai te ajudar. Voc? entende?" Ele olhou para sua pequena cruz e acenou com a cabe?a. O impacto do que acabara de acontecer come?ou a se enraizar nele e em todos n?s. Nenhum de n?s se esqueceu daquele dia e compartilhamos a hist?ria da pequena cruz para as crian?as que nasceram depois de Jimmy. LEGADO ?PRECIOSO Meu marido e eu finalmente conclu?mos nossas delibera??es sobre como distribuir nossos pertences aos nossos filhos.? Eles podem n?o compreender totalmente o valor monet?rio ou sentimental de nossos bens terrenos e isso n?o faz mal.? Quando me lembro desta hist?ria, Deus se lembra do que Ele disse em Mateus 6:19-20 "N?o guardeis para v?s tesouros na terra, onde tra?as e ferrugem destroem, e onde os ladr?es invadem e roubam. "Mas guardai para v?s tesouros no c?u, onde nem a tra?a nem a ferrugem destroem, e onde os ladr?es n?o invadem nem roubam". Deus nos diz na Escritura para n?o guardarmos coisas nesta terra que murchar?o e passar?o.? Ele nos diz para guardarmos nossos tesouros no c?u.? Temos enfatizado para nossos filhos a import?ncia da ora??o e o valor eterno de ter f? em Deus. Encontrei paz e conforto ao saber que transmitimos a nossos filhos a import?ncia de ter um relacionamento pr?ximo e orante com Deus. Eles, por sua vez, est?o passando sua f? e suas hist?rias sobre Deus para suas fam?lias. Orar para frente nossa f? se tornou nosso legado eterno e tesouro celestial. Hoje, eu quero encoraj?-los. Nunca ? tarde demais para come?ar seu pr?prio legado.? Orem para que sua f? aumente e depois orem para que sua f? seja transmitida ?queles que Deus coloca em sua vida.? Deus os aben?oe, queridos irm?os e irm?s.
Por: Teresa Ann Weider
MaisRezando por seus entes queridos? Aqui est? uma hist?ria para mant?-lo esperan?oso. PARECIA ONTEM Lembro-me como se fosse ontem - sentado em uma sala mal iluminada com meu futuro sogro depois de uma refei??o num feriado. Foi a primeira vez que encontrei com os pais do meu namorado e eu estava visivelmente nervosa. A fam?lia dispersou-se ap?s o jantar, deixando Harry e eu conversando um pouco perto da lareira. Eu ouvi falar muito sobre ele e estava entusiasmada por ter a oportunidade de conversarmos. Harry era realmente uma pessoa extraordin?ria, com um senso de humor incr?vel . Ele era pai de seis filhos - trabalhador, detentor do recorde equestre e veterano de uma organiza??o militar de elite. Eu estava namorando seu filho mais velho. Eu o admirava muito antes de conhec?-lo e esperava causar uma boa impress?o. Eu tamb?m vim de uma fam?lia numerosa e era uma cat?lica devota - algo que esperava que ele tivesse uma opini?o favor?vel. Eu sabia que Harry havia sido criado na religi?o Cat?lica, mas deixou-a muito antes de se casar e come?ar uma fam?lia. Isso foi algo que despertou minha curiosidade e eu queria saber mais ? para entender por qu?. O que poderia t?-lo feito deixar essa f? que eu, mesmo quando adolescente, amava tanto? Quando o assunto ?de religi?o finalmente surgiu na conversa, eu com entusiasmo compartilhei com ele minha devo??o ? f?. Sua resposta foi inesperada e comovente. Ele com indiferen?a, quase friamente, afirmou que j? foi cat?lico - at? mesmo um coroinha, mas agora ele n?o tinha certeza se conseguia lembrar do Pai Nosso. Querendo responder sem parecer desrespeitosa, mencionei discretamente como isso era triste - e senti profundamente. Essa conversa impressionou-me e eu mantive essa mem?ria bem guardada. SINAIS DE LUZ Os anos passaram e meu marido e eu mantivemos Harry em ora??o - esperando que um dia ele retornasse ? f?. Harry foi para meu casamento com seu filho na Igreja Cat?lica. Ele foi para as celebra??es sacramentais dos nossos filhos, e ele foi at? mesmo no dia em que seu pr?prio filho converteu-se ao Catolicismo. Incapaz de conter l?grimas de alegria enquanto assistia ao batismo de meu marido, a mem?ria de minha conversa com seu pai, dez anos antes, veio ? tona e eu senti raiva ? raiva porque o pai de meu marido o privou de uma educa??o religiosa. Meu marido queria mais para seus pr?prios filhos. Ele n?o apenas apoiou a cria??o de nossa fam?lia na f? cat?lica, mas tamb?m sentiu um desejo interno por mais. Sua inicia??o na Igreja Cat?lica foi um exemplo maravilhoso de sua profunda f? e confian?a. Eu vi pequenos sinais de f? em Harry ao longo dos anos, e sempre acreditei que ainda havia alguma convic??o escondida no fundo de seu cora??o. Quando o meu marido foi diagnosticado com c?ncer, o meu sogro disse-me confidencialmente que estava rezando para Nossa Senhora por ele, pois sempre teve uma grande devo??o por ela. Isso era algo que ele nunca disse a ningu?m, e ele confidenciou para mim. Senti uma felicidade genu?na em saber que essa dedica??o, embora invis?vel, ainda existia. De maneira otimista, meu marido e eu continuamos rezando pelo retorno de Harry ? f?. UM PRESENTE INESTIM?VEL O ano de 2020 foi cruel para muitos, e meu querido sogro foi uma de suas v?timas. Depois de sofrer uma queda feia, ele foi colocado em uma cl?nica de reabilita??o sem nenhum contato pessoal por semanas. Sua sa?de estava come?ando a piorar, e aquele homem forte e vibrante estava come?ando a minguar - tanto em estatura quanto em luz - ? medida que o in?cio da dem?ncia tamb?m se tornava claro. Meu marido decidiu arriscar-se e perguntar ao pai se ele gostaria da visita de um padre. Para nossa surpresa absoluta, ele concordou ansiosamente - e pediu-me para trazer uma c?pia da Ora??o do Pai Nosso para refrescar sua mem?ria. Mais uma vez, minha conversa com ele na adolesc?ncia imediatamente veio-me ? mente, mas desta vez senti entusiasmo e esperan?a. Nos dias seguintes, meu marido acompanhou um padre ? casa de seu pai, pois a mobilidade era limitada agora. Harry participou com confian?a do Sacramento da Reconcilia??o e aceitou receber a Sagrada Comunh?o de seu pr?prio filho. Receber esses dois sacramentos pela primeira vez em quase sessenta anos foi um presente inestim?vel. Harry recebeu a Un??o dos Enfermos tamb?m, e esses preciosos sacramentos indiscutivelmente deram-lhe gra?as para viver suas ?ltimas semanas em paz. Em seus ?ltimos dias, seu filho trouxe-lhe um ros?rio e rezou ao lado de sua cama com nossos filhos - sabendo que Harry agora estava caminhando na linha t?nue entre esta vida e a pr?xima. Como um filho devoto de Nossa Senhora, este parecia um adeus adequado. Harry faleceu pacificamente logo depois, e nossos cora??es ficar?o para sempre cheios de gratid?o ao nosso misericordioso Deus e Nossa Senhora por trazer Harry de volta ? f? antes dele falecer. Saber que Harry est? em paz com os anjos celestiais ? um grande conforto para n?s. Pode ter levado d?cadas para ele reconhecer isso, depois de anos de ora??es incessantes e uma ?ltima tentativa de seu amado filho, mas sua f? existia. Sempre existiu.
Por: Mary Therese Emmons
MaisAqui est? uma t?cnica simples para manter o foco no plano de Deus para sua vida H? alguns anos, em uma Missa de Ano Novo celebrando a Solenidade de Maria, M?e de Deus, o padre nos encorajou a pedir ? M?e Sant?ssima uma "palavra" para o pr?ximo ano. Talvez isso fosse uma gra?a especial que Ela queria nos dar, ou uma palavra de reorienta??o para nossa miss?o na vida, ou uma virtude que ela queria nos ajudar a crescer. A escolha da palavra cabia a Ela ? nosso papel era orar e receber essa palavra, e ent?o deix?-la desvendar seu significado para n?s ao longo do pr?ximo ano. O padre fez uma pausa e nos deu algum tempo para rezar. Pedi a Nossa Senhora a "palavra" que Ela tinha para mim e a palavra "humildade" veio claramente a minha mente. No decorrer daquele ano, aprendi muito com Maria sobre humildade e sei que Ela me ajudou a crescer nessa virtude que Ela viveu t?o lindamente em sua vida. No ano seguinte, a palavra que recebi foi "contentamento". Nos meses que se seguiram, Maria me ajudou a aprender sobre o que S?o Paulo fala em Filipenses 4:11: ?N?o ? minha pen?ria que me faz falar. ?Aprendi a contentar-me com o que tenho.? Pedir ? M?e Sant?ssima essa palavra como tema anual provou ser uma pr?tica frut?fera para mim na minha vida espiritual. Ent?o, no in?cio de cada Ano Novo, eu rezo e pe?o a Nossa Senhora que me d? sua "palavra" especial para o ano que vir?. Para este ?ltimo ano de 2021, minha palavra foi ?intercess?o?. Em retrospecto, posso ver o qu?o apropriado esse tema foi para mim, pois estou em uma fase em que sou a respons?vel nos cuidados de minha m?e idosa. Minha vida agora gira em torno de cuidar dela, o que ? um privil?gio e uma honra, mas tamb?m exigiu que eu reduzisse meu envolvimento externo com pessoas e minist?rios dos quais eu fazia parte. ?s vezes, pode parecer isolado e solit?rio. ? medida que minha m?e envelhece, vamos a mais consultas m?dicas, sess?es de fisioterapia, exames de rotina, etc. e suas necessidades emocionais exigem tratamento delicado e apoio. No final do dia, n?o me sobra muita energia f?sica e mental. Mas em momentos tranquilos quando estamos no carro, ou nas salas de exame esperando os m?dicos, eu posso interceder pelas pessoas. Deixo o Senhor trazer ? mente aquelas por quem Ele quer que eu ore ? amigos, familiares, l?deres de minist?rio em nossa organiza??o sem fins lucrativos, as pessoas que servimos, etc. Rezo por cada pessoa que vem em ?meus pensamentos. Sinto o amor terno do Senhor por elas, Seu desejo de aben?o?-las, cur?-las e ajud?-las. Conforta meu cora??o utilizar o amor e miseric?rdia que o Bom Pastor tem por Suas ovelhas. E de alguma forma, sinto-me mais ligada ?s pessoas enquanto coopero com Maria nesta miss?o que Ela me conduz ao dar-me a? ?palavra? . Em vez de me sentir isolada, essa profunda uni?o com Cristo enche meu cora??o. Como nos aproximamos do final deste ano e in?cio de 2022, encorajo voc? a adotar essa pr?tica que o padre recomendou. Tire um tempo para ora??o contemplativa e pe?a a Nossa Senhora para lhe dar a "palavra" Dela para voc? neste Ano Novo. Receba-a, e ent?o pe?a a Ela para ajud?-la a entender o que Ela quer dizer, como isso vai ajud?-la a viver? melhor o plano de Deus para sua vida, e como voc? pode aben?oar outras pessoas ao aceit?-lo. Voc? pode descobrir que essa simples ora??o e pr?tica trar? profunda riqueza ? sua vida espiritual, assim como eu.
Por: Ellen Hogarty
MaisAt? ent?o, ir ? igreja era apenas para manter meus pais felizes. Eu n?o esperava que houvesse algu?m l? que me amasse, mesmo quando eu n?o me importava Nasci em uma fam?lia Cat?lica na ?ndia, ent?o, para mim, crescer como Cat?lica foi mais por causa da tradi??o do que da f?. Ir ? missa dominical e receber a Sagrada Comunh?o era rotina, e eu nunca tive realmente um relacionamento com Jesus. N?o levava minha f? a s?rio. Era mais para manter meus pais felizes, ent?o, por causa deles, ia ? igreja. Quando me mudei para a Inglaterra com a impressionante idade de 13 anos, minha vida passou por uma reviravolta completa. No meio desse choque cultural, sofria bullying na escola. Isso era t?o traumatizante que me sentia um lixo. Eu n?o conseguia entender o que estava acontecendo e me sentia t?o deprimida que comecei a pensar: ?Por que estou viva?? Eu me joguei no meu estudo e minhas notas melhoraram, ent?o eu pude estudar farm?cia na Universidade de Birmingham. Fiquei surpresa quando conheci um grupo de jovens que me aceitou do jeito que eu era pela primeira vez na vida. Embora isso tenha sido ?timo, tamb?m foi muito estranho porque eles se reuniam para rezar e eu n?o estava acostumada com isso. Quando eles louvavam a Deus, eu achava estranho porque eu n?o tinha um relacionamento com Cristo. Eles pertenciam a um movimento carism?tico Cat?lico internacional para jovens chamado Jesus Youth. Embora n?o conseguisse entend?-los, continuei porque me senti t?o acolhida e decidi acompanh?-los a uma confer?ncia chamada ?Dare to Go?. Durante uma sess?o de cura interior, todas as lembran?as do que havia acontecido comigo no passado vieram ? tona. Eu n?o conseguia parar de chorar, ent?o senti o amor de um Pai me abra?ando e entendi que Jesus estava me carregando todo aquele Tempo. Finalmente percebi que algu?m me amava por quem eu era e n?o me julgava. Ele sempre esteve perto, mesmo quando eu n?o O conhecia, mesmo quando eu n?o O amava. Ent?o, comecei a passar mais tempo com o grupo de jovens e outras pessoas que pensavam da mesma forma. Perguntei a Deus como poderia servi-Lo e Ele colocou as pessoas certas no meu caminho. Descobri que Ele havia me dado um dom de m?sica: para cantar, glorific?-Lo e compartilhar Seu amor com os outros. Quanto mais canto para Ele, quanto mais louvo e glorifico a Deus atrav?s da minha voz, mais me sinto atra?da e pr?xima de ?Cristo. O que me faz continuar e o que me mant?m ligada a Cristo ? o Seu amor incondicional. No entanto, eu n?o era um modelo de perfei??o. Como muitos jovens, decidi experimentar as coisas que todos pareciam gostar. O ?lcool me ajudou a encaixar naquela multid?o, mas mesmo quando me desviei, Deus estava comigo para redirecionar meus passos. Ele colocou certas pessoas em minha vida para gentilmente me levar de volta para Ele. Ele ? um Deus muito gentil. Ele nunca me for?ou ou me arrastou. Ele esperou pacientemente e me deu in?meras oportunidades, repetidas vezes, de voltar a Ele, para que eu pudesse experimentar Seu amor. Quanto mais eu conhecia a Cristo, mais reconhecia o qu?o fraca eu era. Todos os dias Ele revelava algo sobre mim que eu nunca havia percebido. Minhas falhas e lutas tornaram-se uma oportunidade de me aproximar Dele, enquanto eu sentia que, se compartilhasse minhas fraquezas com outra pessoa, ela provavelmente me rejeitaria e me julgaria. Mas posso continuar indo a Ele repetidamente na Adora??o ou na Missa, entregar minha fraqueza a Ele e pedir-Lhe que me liberte dela. Ele aceita voluntariamente o fardo. Ele me aperfei?oa dia a dia como uma joia preciosa. N?o consigo me impedir de ser atra?da pelo Seu amor. Nosso relacionamento se tornou t?o pr?ximo que eu n?o posso rejeit?-lo mesmo que eu quisesse, e se eu o rejeito caindo novamente no pecado, o amor de Deus me levanta novamente. Toda vez que eu caio Ele diz: ?n?o tem problema? e ? isso que me mant?m conectada a Ele, ? isso que me mant?m apegada. Quando vou ? Missa, tenho a experi?ncia concreta do encontro com Cristo na Eucaristia. Toda vez que eu O recebo, me emociono porque estou recebendo o mais santo dos santos em meu corpo fr?gil e pecador e isso me fortalece dia a dia. Quando comecei a jornada com Cristo e experiment?-lo de maneira pessoal, comecei a perceber que n?o importa o que est? acontecendo ao meu redor - quanto dinheiro eu tenho ou quantos amigos eu tenho. Antes eu buscava a aprova??o das pessoas e no momento em que me rejeitavam minha felicidade acabava. Mas com Cristo, n?o importa se as pessoas te aprovam ou n?o. Ele diz: ?Eu escolhi voc?? e quando ou?o essas palavras, sinto que alcancei tudo. Isso me traz muita felicidade, alegria e paz. Eu encorajo voc? a dar a Jesus uma oportunidade de fazer a diferen?a em sua vida. Ele est? batendo na porta, mas Ele nunca a for?ar?, voc? ? convidado a abri-la para Ele. Voc? nunca vai se arrepender se fizer isso. Voc? estar? abrindo a porta para uma infinidade de coisas boas. As b?n??os que Ele derramar? sobre voc? e as coisas que voc? pode alcan?ar com Sua ajuda s?o intermin?veis. Nada ? imposs?vel para Ele. Ele me deu a coragem de dizer sim a coisas que eu nunca poderia ter imaginado. Cristo me deu for?as para tirar um ano de folga de minhas atividades habituais para fazer o trabalho mission?rio com o grupo de jovens Jesus Youth. Eu distintamente O ouvi dizer: ?Shelina, eu quero que voc? tire esse ano para fazer isso. Eu lhe mostrarei quanto mais voc? pode alcan?ar atrav?s de Mim?. Eu estava sempre t?o ansiosa para viajar, conhecer novas pessoas ou passar tempo com pessoas que eu n?o conhecia. Com Ele ao meu lado, eu poderia sair da minha zona de conforto para fazer essas mesmas coisas e me divertir. Esse medo incessante e autoconsciente de que as pessoas me julguem desapareceu porque minha vida agora tem um prop?sito ? compartilhar Cristo com os outros. N?o h? presente maior que eu poderia dar a algu?m e Ele merece nosso amor. Se Ele deixou os 99 e veio atr?s de mim, tenho certeza que Ele j? est? te procurando, te chamando de volta para casa. ARTIGO ? baseado no depoimento compartilhado por Shelina Guedes para o programa Shalom World ?U-Turn?. Para assistir aos epis?dios acesse: shalomworld.org/episode/u-turn
Por: Shelina Guedes
MaisDr. Roy Schoeman, nos conta como o ate?smo o arrastou para um po?o de desesperan?a e como ele saiu dele Nasci e fui criado judeu. Fui para o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, onde perdi minha cren?a em Deus e me tornei essencialmente ateu. Segui ent?o para Universidade de Harvard para estudar Administra??o de Empresa e depois de obter meu diploma, fui convidado para trabalhar na Faculdade. Ent?o, aos 29 anos, eu era professor de Marketing na Universidade de Harvard. Embora possa parecer surpreendente, foi quando meu mundo desmoronou. Desde crian?a, eu sabia que a vida deve ter um verdadeiro significado, que eu achava que viria ao come?ar um relacionamento pessoal com Deus. Eu esperava que isso acontecesse no meu Bar Mitzvah (Crisma para os Cat?licos) aos 13 anos. Quando n?o aconteceu o que eu ansiava, acabou sendo um dos dias mais tristes da minha vida. Ent?o eu pensei que o verdadeiro significado viria do sucesso na vida com coisas terrenas, mas como professor em Harvard, eu j? era mais bem sucedido em uma carreira profissional do que eu esperava, mas ainda n?o havia significado ou prop?sito em minha vida. Portanto, naquele momento, ca? no desespero mais sombrio da minha vida. CAMINHO ?ESPIRITUAL Certa manh?, bem cedo, eu estava caminhando em uma Reserva Natural ? beira-mar, entre pinheiros e dunas de areia. Eu estava apenas caminhando, perdido em meus pensamentos. H? muito eu havia perdido a esperan?a de acreditar que Deus existia. Mas, de repente, o v?u entre a Terra e o C?u desapareceu, e eu estava na presen?a de Deus, olhando para minha vida como se tivesse morrido. Vi que tudo o que j? havia acontecido comigo havia sido a coisa mais perfeita que poderia ter sido arranjada pelas m?os de um Deus onisciente e amoroso, n?o apenas incluindo aquelas coisas que causaram mais sofrimento, mas especialmente elas. Vi que teria dois grandes arrependimentos depois que morresse. Em primeiro lugar, todo o tempo e energia que desperdicei me preocupando em n?o ser amado quando fui mantido em um oceano de amor, maior do que qualquer coisa que eu pudesse imaginar, em todos os momentos de minha exist?ncia, vindo deste Deus onisciente e amoroso. E em segundo lugar, todas as horas que eu havia perdido sem fazer nada de valor aos olhos do C?u, uma vez que cada momento cont?m a possibilidade de fazer algo valioso aos olhos de Deus. Toda vez que aproveitarmos essa oportunidade, seremos verdadeiramente recompensados por toda a eternidade, e toda oportunidade que deixarmos escapar e n?o aproveitarmos ser? uma oportunidade perdida por toda a eternidade. Mas o aspecto mais surpreendente dessa experi?ncia foi chegar ao conhecimento ?ntimo, profundo e certo de que o pr?prio Deus - o Deus que n?o apenas criou tudo o que existe, mas criou a pr?pria exist?ncia - n?o apenas me conhecia pelo nome e se importava comigo, Ele estava cuidando de mim, a cada momento da minha exist?ncia, organizando tudo o que j? aconteceu comigo da maneira mais perfeita. Ele realmente sabia e se importava como eu me sentia a cada momento. De uma forma muito real, tudo o que me fazia feliz o fazia feliz, e tudo o que me deixava triste o deixava triste. Percebi que o significado e prop?sito da minha vida era adorar e servir ao meu Senhor, Deus e Mestre que estava revelando-se a mim, mas eu n?o sabia Seu nome ou que religi?o era essa. Eu n?o pude pensar nisso como o Deus do Antigo Testamento, ou esta religi?o como o Juda?smo. A imagem de Deus que emerge do Antigo Testamento ? de um Deus muito mais distante, severo e soberano do que esse Deus era. Eu sabia que Ele era meu Senhor e Deus e meu mestre, e n?o queria nada al?m de ador?-Lo e servi-Lo adequadamente, mas n?o sabia quem Ele era ou qual religi?o seguir.?? Ent?o rezei: ?Deixe-me saber Seu nome para que eu saiba qual religi?o seguir. N?o me importo se voc? ? Buda e eu tenho que me tornar um Budista; N?o me importo se voc? ? Krishna e eu tenho que me tornar um Hindu; N?o me importo se voc? ? Apolo e eu tenho que me tornar um pag?o Romano. Desde que voc? n?o seja Cristo e eu tenha que me tornar Crist?o!? Bem, Ele respeitou aquela ora??o e n?o me revelou Seu nome. Mas voltei para casa mais feliz do que nunca na minha vida. Tudo o que eu queria era saber o nome do meu Senhor, Deus e mestre que se revelou a mim, e qual religi?o seguir. Assim, todas as noites, antes de dormir, eu fazia uma pequena ora??o que havia inventado para saber o nome do meu Senhor, meu Deus e mestre que se revelou a mim naquela experi?ncia. BELEZA ?AL?M ?DE ?PALAVRAS Um ano depois daquela primeira experi?ncia, adormeci depois de ter feito aquela ora??o, assim como uma ora??o de agradecimento pelo que havia acontecido exatamente um ano antes. Eu pensei que tinha sido acordado por uma m?o tocando meu ombro suavemente, e fui levado a um quarto e deixado sozinho com a jovem mais linda que eu poderia imaginar. Eu sabia, sem que me dissessem, que era a Sant?ssima Virgem Maria. Quando me vi em Sua presen?a, tudo o que eu queria fazer era cair de joelhos e, de alguma forma, honr?-la adequadamente. Na verdade, o primeiro pensamento que me passou pela cabe?a foi: ?Oh meu Deus, eu gostaria de pelo menos saber a Ave-Maria!?, mas n?o sabia. Suas primeiras palavras foram uma oferta para responder a quaisquer perguntas que eu pudesse ter. Bem, meu primeiro pensamento foi pedir a ela que me ensinasse a Ave Maria, para que eu pudesse honr?-la adequadamente, mas era orgulhoso demais para admitir que n?o sabia. Ent?o, como forma indireta de faz?-la me ensinar a Ave-Maria, perguntei-lhe qual era sua ora??o favorita. Sua primeira resposta foi: ?Eu amo todas as ora??es para mim?. Mas eu fui um pouco insistente e disse: ?Mas voc? deve amar algumas ora??es mais do que outras?. Ela cedeu e recitou uma ora??o em portugu?s. Eu n?o sabia nada de portugu?s, ent?o tudo que eu podia fazer era tentar lembrar foneticamente as primeiras s?labas e escrev?-las assim que acordasse na manh? seguinte. Mais tarde, conheci uma Cat?lica portuguesa, pedi-lhe que recitasse as ora??es marianas em Portugu?s para mim, e identifiquei a ora??o como '? Maria concebida sem pecado, rogai por n?s que recorremos a V?s'. Por mais linda que Maria fosse, ainda mais profundamente comovente era a beleza de sua voz. A ?nica maneira que posso descrev?-la ? dizer que foi composta daquilo que faz M?sica, M?sica. Quando ela falou, a beleza de sua voz fluiu atrav?s de mim, levando seu amor com ela, e me levou a um estado de ?xtase maior do que eu jamais imaginei que pudesse existir. A maioria das minhas perguntas simplesmente flu?am do fato de eu estar maravilhado por quem Ela era. A certa altura, gaguejei: ?Como pode ser que voc? seja t?o gloriosa, t?o magn?fica, t?o exaltada?? Sua resposta foi apenas olhar para mim quase com pena e balan?ar a cabe?a suavemente e dizer 'Oh n?o, voc? n?o entende. Eu n?o sou nada. Eu sou uma criatura. Eu sou uma creatura. Ele ? tudo'. Ent?o, novamente com o desejo de honr?-la de alguma forma apropriada, perguntei qual t?tulo ela mais gostava para si mesma. Sua resposta foi: ?Sou a filha amada do Pai, M?e do Filho e Esposa do Esp?rito?. Fiz-lhe v?rias outras perguntas de menor import?ncia, depois das quais ela falou comigo por mais 10 ou 15 minutos. Depois disso, a audi?ncia acabou e eu voltei a dormir. Na manh? seguinte, quando acordei, estava perdidamente apaixonado pela Sant?ssima Virgem Maria e sabia que n?o queria nada al?m de ser o mais pleno e completamente crist?o poss?vel. A partir dessa experi?ncia, percebi, ? claro, que o Deus que se revelou a mim um ano antes era Cristo. EM? BUSCA Havia um santu?rio de Nossa Senhora de La Salette a cerca de 45 minutos de onde eu morava. Comecei a ir l? tr?s ou quatro vezes por semana, apenas para passear pelo terreno, sentir a presen?a da Sant?ssima Virgem Maria e conversar com ela. O santu?rio era propriedade da Igreja Cat?lica e por isso, ?s vezes, estava sendo celebrada a Santa Missa. Sempre que estava presente ?a uma Missa, sentia um desejo tremendo de receber a Eucaristia, embora n?o soubesse o que era. Essas duas coisas me levaram sem muito desvio para a Igreja Cat?lica ? sabendo quem era a Sant?ssima Virgem Maria e querendo receber a Comunh?o, diariamente, se poss?vel. Ao entrar para a Igreja Cat?lica, n?o s? n?o deixei de ser judeu, mas, a meu ver, tornei-me mais judeu do que nunca, pois ao faz?-lo tornei-me um judeu seguidor do Messias judeu, em vez de um judeu que n?o tinha reconhecido o Messias judeu e permaneceu no Juda?smo ?pr?-Messi?nico?. A meu ver, a Igreja Cat?lica ? o Juda?smo p?s-Messi?nico e o Juda?smo ? o Catolicismo pr?-Messi?nico: duas fases em uma e o mesmo plano de salva??o para toda a humanidade. Sou infinitamente grato por ter tido essas experi?ncias. Fui levado ? plenitude da verdade, a um relacionamento pessoal com Deus al?m de qualquer coisa que eu jamais imaginei que pudesse existir, a saber as respostas para todas as perguntas sobre o homem, sobre Deus, sobre o sentido da vida, sobre o que acontece depois que voc? morre, e muito mais que me atormentava quando jovem. Mais importante, ganhei uma esperan?a bem fundamentada de uma eternidade de felicidade e amor inimagin?veis ??na presen?a de Deus. ARTIGO ? baseado no testemunho inspirador compartilhado pelo Dr. Roy Schoeman para o programa Shalom World ?Mary My Mother?. Para assistir ao epis?dio acesse: shalomworld.org/episode/mary-my-mother
Por: Dr Roy Schoeman
MaisExiste Sensibilidade Eucar?stica? Talvez esta hist?ria a respeito do Papa Jo?o Paulo II possa responder ? pergunta. Durante uma viagem ao Estado de Maryland, o Papa Jo?o Paulo II estava programado para passar por um corredor na resid?ncia do Arcebispo. Ao longo desse corredor havia uma entrada para a Capela onde o Sant?ssimo Sacramento estava reservado. O organizador papal garantiu que nada indicava que a porta conduzisse ? Capela, pois sabia que Jo?o Paulo II certamente entraria para fazer uma visita ao Senhor, fazendo assim desviar significativamente o cronograma. No dia da peregrina??o, o Papa Jo?o Paulo passou pela porta e parou. Ele acenou o dedo para o organizador, abriu a porta da Capela, entrou e ajoelhou-se para rezar. Um dos padres que testemunhou o evento comentou maravilhado: "Ele nunca esteve neste lugar antes, nunca p?s os olhos no lugar, e n?o havia nada na porta que a distinguisse de alguma forma como Capela. Era apenas mais uma porta em um corredor cheio de portas". Mas ele voltou para tr?s, abriu aquela porta, entrou na Capela e rezou". De sua intensa rela??o com a Eucaristia, surgiu o incr?vel dom da sensibilidade Eucar?stica. O Santo Padre nos ensinou uma li??o a respeito dos desejos de nosso cora??o. Quando nosso desejo ? grande, nossa consci?ncia e sensibilidade em rela??o ?quilo que desejamos aumenta muito. Oremos para que o Bom Deus nos ajude a crescer em nosso desejo por Ele e nos inspire a reservar tempo regularmente para passarmos a s?s com Ele no Sant?ssimo Sacramento.
Por: Shalom Tidings
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